Arte urbana

 

Das intervenções que tenho visto por aí

 

A deixa para a presente compilação vem lá do Facebook. Mais especificamente, do grupo “Street Photographer” que, reunindo mais de 1900 membros, entre fotógrafos, artistas visuais e aficionados por fotografia em geral, tem trazido à luz trabalhos interessantes tanto de amadores como de profissionais consagrados. A cada semana, os participantes elegem um tema. E o escolhido na sexta passada foi, justamente, “street art”. Abaixo, intervenções artísticas que tenho registrado em minhas andanças pelo Rio, por Brasília e São Paulo.

 

Rio de Janeiro

 

graffiti by Marcelo Ment

Muro da UNIRIO, na Urca : A arte de Marcelo Ment e Duda substituiu o mural abaixo.

graffiti by Marcelo Ment

No mesmo muro da UNIRIO : Rita Lee por Marcelo Ment.

graffiti by Marcelo Ment

Ainda Marcelo Ment : Esquina da Farme de Amoedo com a Avenida Vieira Souto, em Ipanema.

Graffiti em Botafogo

Muro em Botafogo : Arte pelo grafiteiro Acme. Registro de 2009.

São Paulo

 

graffiti by

Grafite dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (Osgemeos): Em 2007, Lei Cidade Limpa cobriu de cinza.

Osgemeos na Vila Madalena

Osgemeos em sua estreia na Galeria Fortes Vilaça. E a minha entrevista com eles.

graffiti by Titi Freak

Fachada do Studio SP, na Vila Madalena (2006): Arte de Titi Freak.

graffiti SP 2011

“Buraco da Paulista” : Homenagem ao centenário da imigração japonesa (2007) teve aval da Prefeitura.

Acesso ao buraco da Paulista - graffiti de Rui Amaral

Entrada do túnel José R. Fanganiello Melhem, na Avenida Paulista (2011): Arte de Rui Amaral.

 

Brasília

 

Bsb - Graffiti by Soneka & Shock

Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul: Paredes grafitadas pelos artistas Soneka e Shock.

 

Fotos por Adriana Paiva ©


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Sorveteria Frutos do Cerrado

Frutos do Cerrado

Loja da Barra da Tijuca é uma das quase cem pertencentes à rede nascida em Goiânia

Achar a Frutos do Cerrado numa portinha, espremida entre uma loja de aluguel de bicicletas e edifícios residenciais, não é tarefa das mais fáceis. Para quem não conhece esse pedaço da Barra, mais simples dizer que a loja fica quase na esquina do burburinho de bares da Olegário Maciel.

Ambientação não é o forte do lugar, mas se você já esteve numa das sorveterias mais famosas de Santos (SP), deve saber que apuro decorativo nem sempre contribui para a fama dos estabelecimentos. A santista Royal, aliás, guarda muitas semelhanças com a filial carioca da Frutos do Cerrado. As duas, além de funcionarem em espaços físicos ínfimos, desprovidos de qualquer cuidado estético, ficam muito próximas da praia. E o mais importante: ambas têm como forte os sorvetes de fabricação própria.

Longe de ser novata no ramo, a Frutos do Cerrado, marca da Frutos do Brasil, tem matriz em Goiânia e cerca de cem filiais espalhadas por sete estados. E embora o nome possa induzir à outra interpretação, seus sorvetes também são feitos à base de frutos típicos de outras regiões que não o centro-oeste, como o açaí e o cupuaçu, nativos da Amazônia.
Ainda que competir com a Mil Frutas, considerada por especialistas em assuntos gastronômicos, ano após ano, a melhor sorveteria do Rio de Janeiro não seja embate para fracos, os donos da marca goiana poderiam bem considerar fazer melhorias físicas em sua loja carioca. Clientela pronta a aplaudir a iniciativa é o que não iria faltar.

Por ora, fica a dica desta taurina — amiúde , mais esteta do que gulosa : considerando que o espaço interno da sorveteria não comporta mesmo muitos clientes, peça sua casquinha, atravesse a rua e vá tomar seu sorvete olhando o mar. Foi exatamente o que eu fiz quando estive lá dia desses. Depois de pedir uma bola de meu sabor preferido: açaí (amargo demais para meu gosto), voltei à loja e fiz uma segunda escolha:  cupuaçu, cremoso no ponto certo e numa casquinha perfeitamente crocante.

Serviço :

  • Sorveteria Frutos do Cerrado : Avenida do Pepê, 760, loja B – Barra da Tijuca. Fone (21) 2491 4966



Uma quarta-feira de sol no Rio de Janeiro

 

E o dia está para kitesurf

 

Kite surf - Fotos Adriana Paiva

Praia do Pepê : Praticantes do esporte e banhistas em coexistência alegre e pacífica

O sol voltou a dar o ar da graça. Para alegria das dezenas de kitesurfistas que ontem salpicavam o mar e lotavam as areias da Praia do Pepê. Entre praticantes de longa data, turistas aprendizes e simples espectadores, havia gente de todo tipo por ali.
Se você tem vontade de se aventurar na modalidade esportiva e essa será sua primeira vez, saiba que é imprescindível passar por pelo menos duas aulas (os primeiros 30 minutos gratuitos e R$ 200 a aula à vera).
Afora isso, segundo Francisco Ferreira, o “Frajola”, proprietário da K08 Surf Club, uma das escolas que mantêm quiosque no local, saber nadar e ter entre 10 e 70 anos são as únicos pré-requisitos para partcipar das aulas.

Além desse trecho da Barra da Tijuca, que se estende por 200 metros, não há outra área no Rio de Janeiro em que a prática do kitesurf seja autorizada pela Prefeitura. Ou seja, se a ideia é viver uma nova experiência e se divertir de maneira segura, é ali mesmo que você deve começar.
E ainda que você não seja dado a tais ousadias, vale sentar na areia, muito limpa nesse trecho de praia, e observar o espetáculo das pipas colorindo o céu.

 

Kite Surf na Praia do Pepê

Escolas fornecem equipamento para prática do kitesurf em área autorizada pela Prefeitura do Rio

INFO

Aulas de kitesurf :

  • K08 Surf Club : (21) 2494 4869
  • Mormaii Kitepoint : (21) 8859 2112