Instagram – Fotodiário

 

Acessório para registros nas cidades

 

Barra da Tijuca

Praia da Barra da Tijuca com feições de antanho: Primeiras inscursões.

 

Nunca pensei que me renderia ao Instagram. Considerando-se o fato de que antes de ser jornalista (e quase antropóloga), cheguei a pensar que faria carreira como fotógrafa, é de se esperar que o brinquedinho não entusiasme assim, logo de cara. Para que se entenda, faço um ligeiro retrospecto: fotografo regularmente desde os 17 anos. Ou seja, desde que fiz um curso na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e (por ter passado no vestibular) ganhei de meu pai e de minha avó um laboratório PB e uma câmera Canon semi-profissional. A partir daí e entre uma bolsa do CNPq de pesquisa em antropologia visual e o estágio como fotógrafa em dois jornais, não parei mais de fotografar. Apenas a compreensão de que não quereria fazê-lo profissionalmente é que demorou a acontecer.

Voltando ao Instagram : assumindo-se, de um lado, o que há de diletante no uso de uma câmera de celular e, de outro, enxergando-se seu valor como ferramenta cheia de limitações, a pergunta que se coloca é: por que não ?
Assim, a partir de agora, usarei o aplicativo como acessório adicional ao que aqui já funciona como um “diário fotográfico”. Para quem pretenda me seguir também por lá minha ID é @ drixpaiva.

 

+ Instagramadas

 

graffiti em Ipanema by Marcelo Ment e cia.

Grafite na Farme de Amoedo: Arte por Marcelo Ment, Ottis, entre outros.

Praia do Pepe - Barra

Na Praia do Pepê, aproveitando breve aparição do sol.

Praia da Barra - Outono 2012
A luz vespertina dos dias outonais é ótima, a propósito, para explorar texturas.

Sábado no Leblon Botafogo

Na Delfim Moreira, celular em punho: Ousando aproximações.


Fotos por Adriana Paiva ©

 

 

O que ainda se cria ?

 

Não basta dar corpo à ideia que se copia
 

Desconcertante descobrir que uma conhecida dupla de profissionais paulistanos (ela arquiteta, ele fotógrafo), resolveu usar em uma de suas produções título também inspirado no filme “Alice nas Cidades”, do Win Wenders. Que o fotógrafo em questão tenha uma atitude dessas nem me surpreende. Recordo da época em que ele ainda mantinha um site de fotografia e usava ipsis litteris posts que eu publicava no Periplus e no Foco Seletivo.
Bom, não pretendo me estender a respeito. Seria de um tacanho e de uma perda de energia a que já não me presto. Fica o registro.