Parque Lage

 

Via Instagram

 

Jardins do Parque Lage

Entre a EAV e os jardins do parque: Lembranças de infância

Sempre delicioso andar por aqui e lembrar de quando minha mãe vinha ter aulas na EAV e eu e minha irmã fazíamos desses jardins a extensão da nossa casa. A essa altura, já tinhamos morado em Brasília e eu já sabia bem o que era ser embriagada pelos verdes e seus aromas.

Foto por Adriana Paiva ©


Rio+20

 

Programa duplo na Cinelândia

 

Yann Arthus-Bertrand

A Terra Vista do Céu : Mostra é vizinha a festival de filmes sobre meio ambiente

Para lembrar que hoje, pertinho daí, no Cine Odeon, encerra-se o GoodPlanet Film Festival. Já as fotos de Yann Arthus-Bertrand (o idealizador do festival), reunidas na mostra “A Terra Vista do Céu”, ficam na Praça Floriano até 24/6. Entonces …por que não considerar passar pela expo e, de quebra, assistir a filmes com temática afim ? Às 21h30, após última sessão no Odeon, debate “Objetivos de Desenvolvimento para o Milênio”, com Luc Gnaccadja (UNCCD), Robert Lion (Agrisud) e Marcelo de Andrade, presidente do instituto Pro-Natura.



Sábado de Rio + 20

 

Passagem pelo Pier Mauá

 

Escala tão breve quanto a feita, ontem, na Cúpula dos Povos. Muita gente credenciada para trabalhar no local, mas pouca gente preparada para fornecer informações básicas — como, por exemplo, em que armazém acontece exposição “x” ou seminário “y”. Afora por meus interesses ali, fato é que fico sempre muito impressionada com a disposição do povo para usufruir do que lhe é oferecido gratuitamente. Que o digam as filas inacreditáveis para entrar no veleiro do Greenpeace, o “Rainbow Warrior III”, que fica atracado no Pier até o final do evento, em 22 de junho. Bacana mesmo foi ver que as mini-palestras, oferecidas por entusiasmados voluntários da ONG, também reuniam ouvintes aparentemente interessados. Vale, de todo modo, acompanhar a programação de feiras, oficinas e debates, montada nos armazéns : www.rio20.gov.br/eventos.


Pier Maua

Veleiro do Greenpeace atrai visitantes ao Pier: Rainbow Warrior III fica atracado até o final da Rio+20

Voluntária do Greenpeace

Amanda Eklund, voluntária sueca, fala a visitantes sobre ONG e rotina dentro do barco

Entre a Eco 92 e a Rio+20

 

Recortes das experiências desta jornalista

 

Quando, ainda estudante de jornalismo, vim cobrir a Rio 92, em quase todos os aspectos que se possa imaginar, o cenário era muito distinto do atual. E eram basicamente dois os locais onde trabalhávamos. No Aterro do Flamengo, onde hoje (15/6) inaugura-se a Cúpula dos Povos, tínhamos o Fórum Global.

Hospedávamo-nos no Forte de Copacabana, tendo um ônibus turístico à nossa disposição. Dadas as restrições para locomoção de vinte e poucos alunos, diariamente precisávamos nos decidir: ir cobrir os eventos tão mais “sisudos” do Rio Centro ou ir ver a farra polifônica e multicolorida do Fórum Global. Como me é típico desde criancinha, era diariamente também que eu sofria com o que me pareciam insolúveis dilemas. E pensar que entre meus colegas havia quem quisesse sobretudo pegar uma praia.

 

Rio de Janeiro, 1992

 

Forum Global

Personagem folclórico do Rio, Beijoqueiro em congraçamento com indianas, no Fórum Global

Repórteres da Rede Globo - Rio Centro

Representando a Rede Globo, no Rio Centro, os coleguinhas Alexandre Garcia e Valéria Monteiro

Iluminado, monge japonês no Rio Centro

Vindo do Japão para o evento, o monge zen-budista Kido Inoue também circulou por lá

Graffiti em Botafogo

Leonel Brizola, governador do Rio em 1992 : Depoimento para TV japonesa

Rio de Janeiro, vinte anos depois

Rio+20 – Quinta-feira, 14/6

Dia de palestras e visita a mostras e estandes de países e estados. Bastante proveitosa a ida ao estande do Japão onde, na esperança de encontrar o monge zen Kido Inoue (que conheci durante a Eco 92), acabei engatando ótimo papo com Yuki, representante da Asahi Glass Foundation, instituição japonesa que há vinte anos concede o “Blue Planet Prize” a pessoas que se destacam na área ambiental.

Algodão colorido - Estande da Embrapa

No Parque dos Atletas, o algodão produzido pela Embrapa: Colorido naturalmente

Projeto da Coppe - UFRJ

 O H2+2, ônibus híbrido a hidrogênio com tração elétrica: Projeto da Coppe/UFRJ

A Terra Vista do Céu

A Terra Vista do Céu : Exposição de Yann Arthus-Bertrand fica até 24/6 na Cinelândia



Caramella, um vizinho do Martinica

 

Café na 303 Norte

 

Caramella - Bsb SCLN 303

Mesas da cafeteria começam a lotar no final da tarde

A casa abriu no segundo semestre de 2011 e na ponta oposta àquela onde em meados dos anos 1990 fervia o Martinica Café. Não chega, ainda, a atrair o público deste último — na época em que fui assídua ali (e morava perto), o Martinica era ponto de encontro rotineiro com meus colegas da Universidade de Brasília (UnB) e um local bastante frequentado por artistas e intelectuais da cidade.

Se o Caramella virá um dia a herdar o público que lotava as mesas do vizinho é o que menos importa. Por ora, vale a visita para um café da manhã ou brunch (o bufê é renovado até às 14h) ou mesmo para o chá da tarde, servido em igual esquema até às 21h. Prefira as mesas externas.

Afora as diversas opções de pães, frios, sobremesas, frutas e bebidas, há ainda os bastante procurados waffles, preparados na hora e cobrados como parte do bufê. No que tange a atendimento, tanto os funcionários que recebem pedidos no balcão quanto os que vão às mesas são bastante atenciosos e ágeis.

A nota negativa vai para soluções com ares de improviso, típicas de casas recém-inauguradas. Cito a que vi quando estive lá há pouco mais de um mês (ou seja, bem depois de a casa começar a funcionar): a cobertura de alguns dos pratos com alimentos era feita com uma espécie de plástico-filme. Convenhamos, há modos bem mais eficazes de fazê-lo, após cada cliente se servir. Sem falar que nesse tipo de negócio apresentação é tudo.


Serviço

Caramella – Confeitaria e Cafeteria


Café da manhã – Horário: 7h30 às 14h | Chá da tarde: 14h às 21h
Valores: Seg a sex : R$ 16,50 | Sábados, domingos e feriados: R$19,90
Obs.: (Crianças até 4 anos não pagam. Crianças entre 5 e 8 anos pagam metade).
Endereço : SCLN 303 , bloco E, loja 20 . Fone: (61) 3326 8001.

Veja também

Conheça as outras filiais do Martinica Café



Outras plagas, outros tempos

 

Brasília e Campo Grande | Anos 90

 

Caetano

Adriana Calcanhotto: Recital em bar sul-matogrossense


Dias atrás, inesperadas deixas me levaram a compartilhar, no Facebook, caras experiências em duas das cidades onde morei. Primeiro, citando entrevista com a cantora Adriana Calcanhotto, publicada no jornal Valor Econômico, comentei (linkando a foto acima) : 

Lembro dessa Adriana (das reminiscências sobre apresentações na noite gaúcha), ainda no esquema ‘banquinho, violão & voz’, fazendo show no Camaleão, bar de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Estávamos aí no início dos anos 1990. Nessa época, o lugar era ponto de encontro de artistas e intelectuais e tinha como diretor cultural o artista plástico Humberto Espíndola, irmão de Tetê & Alzira.

 

Caetano

Das experiências acadêmicas: Caetano Veloso nos dá entrevista sobre Torquato Neto

Depois, remexendo em arquivos para atualizar a seção de imagens de meu site, tive o impulso de publicar no Facebook a foto acima. A ideia era dividí-la com um contato meu na rede social, a cineasta Adriana Vasconcelos, que foi minha colega na Universidade de Brasília.

Fiz o registro em 1990, no quarto do Hotel Nacional em que se hospedavam Caetano (que iniciava nova turnê em Brasília) e sua mulher na época, a Paula Lavigne. O músico concordara em participar do filme que rodávamos sobre o poeta piauiense Torquato Neto. Tratava-se de trabalho final para a diciplina “O Documentário”, ministrada pelo cineasta Vladimir Carvalho. Sergio Cobelo, nosso colega na matéria, era o diretor e eu e a Adriana éramos as produtoras.