Fumando (já não) espero

 

Com as deixas de uma crônica, um livro e algumas reportagens

 

Mad Men

Mad Men (HBO): Joan Holloway, personagem que, na série de TV, é interpretada pela atriz Christina Hendricks

Também eu já me vi inebriada por essa aura de glamour que o hábito de fumar, há não muito tempo, ainda desfrutava. Fumei, aproximadamente, entre os 16 e os 26 anos. A despeito de uma bronquite asmática, apesar da barulhenta oposição de meus pais — na frente de quem, a propósito. nunca ousei acender um cigarro.
Um belo dia, exatamente aos 26, em meio a preocupações típicas de uma mulher à beira dos 30 e sentindo que precisava de “fôlego” para dedicar-me às atividades que me davam prazer, me estabeleci: é hoje que abandono o vício. E assim foi. Taurina e compromissadamente. Numa boa, sem recaídas.

Minha irmã nunca fumou. Meu pai abandonou o hábito há alguns anos. Minha mãe, embora hoje fume menos do que já fumou, ainda é fonte de preocupação para todos nós. Lendo, dias atrás, a crônica da Cora Rónai, fiquei bastante tentada a adquirir o livro comentado. Não sou dada a policiar os hábitos alheios, mas quem sabe se, munida dos argumentos do jornalista Giacomo Papi, não logro convencer quem precisa ser convencido ?

Sobre esse assunto (tabagismo), tão elucidativa (quanto alentadora) a reportagem publicada, domingo, na versão impressa de O Globo — primeira parte no site

 

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2 comentários sobre “Fumando (já não) espero

  1. Oi, Adri. Eu, como bem disse o artigo, também tossi muito e vomitei para começar a fumar e, finalmente, me tornar in. 😉 Afinal, no meu tempo, fumar era um charme — vide moçoila que ilustra seu artigo. Quem não fumava era visto como reles mortal. Fumei por muitos anos, na alegria e na tristeza. Um belo dia, por pura vaidade, larguei o vício, ou melhor, troquei de vício. 😉
    Um prazer reencontrá-la por aqui. Palpi é Cláudia, do antigo palpiteira, lembra? Entrei e saí do facebook umas trocentas vezes e, agora, mais precisamente ontem, abri uma página Palpi por lá, e só Deus sabe por quanto tempo, porque acho o FB um pé (quase que necessário hoje em dia). Não consigo mais manter blog diário. Até pelo Twitter, que gosto muito, chego a sumir por ano ou mais. C’est la vie! Beijo.

  2. Cláudia, um prazer, igualmente, reencontrá-la !

    Pois é, com tantas páginas e redes sociais para administrar (algumas, de fato, relevantes sob o aspecto profissional), também eu às vezes me encho e fico com vontade de sumir de tudo.
    E tenho visto blogueiros, outrora assíduos em seus blogs, desfiarem dilemas semelhantes aos meus : se publico, por exemplo, com tamanha frequência no Facebook — e eventualmente, repercuto lá textos postados aqui –, valerá mesmo a pena ainda manter um blog ? Enfim, embora as inquietações e com mais ou menos regularidade, seguimos.

    Ah, e quando decidir que voltará mesmo ao Facebook, avise-me.

    Beijos !

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