Pai e mãe, ouro de mina

Os filhos que queremos (e podemos) ser

Em sua coluna da semana, Eliane Brum explora um tema que, vez ou outra, volta a revisitar sua escrita: como viver a inversão de papéis de filhos cuidados, que um dia fomos, e passarmos a filhos responsáveis por nossos pais? Ainda não vivo a situação, uma vez que os meus não chegaram aos 70 (são ambos de 1945), mas já me inquieto ante às possibilidades. Imagino que todos esperemos dar aos nossos pais nunca menos do que eles nos deram. E refiro-me, sobretudo, a carinho, acolhimento, segurança.