Na edição de agosto da Revista da Cultura

Entrevista com Flavio Colker

Nome ligado à cena artística dos anos 1980 e com trabalhos na coleção permanente do MAM/SP, o fotógrafo se dedica agora a projetos que incluem a volta ao cinema e o lançamento de um livro sobre a companhia de dança de sua irmã

Flavio Colker fotografado por Tomás Rangel

Em casa : De volta do México, o carioca posou para o fotógrafo Tomás Rangel

Quando concedeu esta entrevista à Revista da Cultura, Flavio Colker estava de malas prontas para voltar do México, para onde partiu no ano passado em busca de inspiração. Nessa conversa, ele faz questão de deixar claro que as fotos que selecionou para o livro que marca os vinte anos da Companhia de Dança Deborah Colker, dirigida por sua irmã, estão entre os muitos projetos que o movem neste momento. Até o mês passado, ele esteve com um trabalho exposto no Oi Futuro Flamengo. De inspiração surrealista, a instalação “O Artista” apresentava pontos de convergência com outro projeto há muito acalentado: o de um retorno ao cinema. Na lista, ainda, dos planos que já começam a ganhar corpo estão um roteiro de ficção com Fausto Fawcett, parceiro das antigas, uma série para TV e um ensaio sobre máquinas, paixão que ele traz da infância. Prolixo, intenso, interessado por híbridos e por tudo aquilo que não cede a rótulos fáceis, ele se diz cria dos anos 80, mas nem um pouco saudosista. O atual momento desse inquieto carioca talvez possa ser resumido em suas próprias palavras ao explicar por que a fotografia digital o arrebatou: “O importante é a gente fazer, mostrar, influenciar e ir em frente.

Espetáculo NÓ, em foto de Flavio Colker

, de 2005: Uma das imagens presentes no livro que comemora 20 anos da Cia. de Dança Deborah Colker

>Aqui, na íntegra, minha entrevista com o fotógrafo.

 

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