GYN * Dezembro de 2016

 

Festas em família

Fotodiário

 

Fox paulistinha mais amado - Goiânia

Manhã de 24 de dezembro: Vista da varanda do apartamento da minha irmã. Apolo, o cão da família, ainda se espreguiça.
Lá embaixo, a Praça Consciente e a vizinhança no Setor Marista.

 

Do Instagram

 

Terrier Brasileiro

Presente que dei ao meu sobrinho na véspera de ele se mudar para a Venezuela, Apolo está prestes a completar 15 anos ; quase não creio. O aniversário é em abril e, a cumprirem-se os planos de Lu, a caçula de minha irmã, a festa do “debutante” deve ser de arromba.

Vizinhança no Novo Leblon

Sobre como podem ser belas as tardes no Planalto Central. Aí, minha sobrinha dando início à farra na piscina.

 

 

 

 

 

“Mobilidade e Cultura de Bicicleta no Rio de Janeiro”

Edição revista e ampliada

Bikerio Mandala - Barra da Tijuca

Sistema de bicicletas compartilhadas: Case BikeRio

Com a proposta de difundir informações relativas ao planejamento da infraestrutura cicloviária da capital fluminense (a partir da década de 1990), a Associação Transporte Ativo lançou, neste mês, em formato de livro – e em edição revista e ampliada -, monografia da consultora em gestão ambiental Gabriela Binatti, originalmente intitulada “Mais Amor Menos Motor: Cultura e Mobilidade por Bicicleta no Rio de Janeiro”.
O livro é o terceiro de uma série de publicações sobre o tema, patrocinadas pelo banco Itaú, e encontra-se disponível para download aqui: http://transporteativo.org.br/ta/?p=9155.

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Façanhas pré-natalinas

Ou: Inventaram o Papai Noel mais antipatizado do Brasil

Cães passseiam

Passeador de cães no condomínio Mandala: Vizinhança com grande número de animais de estimação

Neste que, certamente é, entre os muitos endereços onde morei, o que tem mais cães e gatos por metro quadrado, que ideia infeliz fazer de uma prévia natalina o mais estrepitoso festival de fogos de artifício já ouvido – daqui até sabe-se lá que longínquo logradouro. E o suplício parece piorar a cada ano. Como também o comprova Bob, o poodle. O pobre animal rejeitou o passeio do meio-dia e, até agora, não se animou a sair de debaixo da cama.
A bandinha desafinada, tocando temas natalinos em looping, desde muito cedo, pode-se até relevar. Não esqueço que também eu já acreditei em Papai Noel.

E, aqui, outra nota edificante:

Como de (quase) todo mal se consegue extrair algo positivo, ter sido acordada neste sábado com tamanho alarido, até que me encheu de ideias. Pensando em incluir, na minha lista de metas para 2017, uma reunião com os donos de “pets” do condomínio. Quem sabe se, unidos em nossa justificadíssima consternação, não logremos abolir uma “tradição” tão inconveniente? Pelo fim dos fogos de artifício !

 

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