Uma Border Collie entre GYN e o RJ

A primeira viagem aérea de Mallu

Ou sobre como transportar seu cão em meio a uma pandemia

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O básico, exigido em viagens domésticas, pela maioria das companhias aéreas (neste caso, pela Gol): atestado de saúde, carteira de vacinação, comprovante de vacina antirrábica e caixa de transporte em tamanho suficiente para que o cão não apenas consiga ficar de pé, mas também girar em seu interior.
Minha irmã tinha uma caixa comprada para o Apolo, nos EUA, na época em que ela morou em Caracas. Mas quando ele, já bem idoso, deixou de fazer viagens aéreas com a família, ela acabou passando a caixa adiante. A nova, adquirida para a primeira viagem de Mallu, tem as seguintes especificações: Marca: Charlesco Gulliver – Tamanho 5; comprimento: 81 cm; largura: 61 cm; altura: 60 cm; peso: 7,9 Kg. Capacidade para suportar até 25 Kg.

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Acima: Após aterrissar no Aeroporto Santos Dumont, Mallu veio para a nossa casa, na Barra da Tijuca, conduzida pela MooviPet.

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No carro dos meus pais, do Novo Leblon à Cobasi.

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Na Cobasi, minha irmã comprou para Mallu (que está com 7 meses) ração e alguns brinquedos.

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O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

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Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo OrionSetor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

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Temporada em São Paulo II

 

Março 2015 * Recortes

 

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Estação Trianon-MASP, às 13:16 de uma quarta-feira. Momento raro de poucos usuários na plataforma.

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Aeroporto de Congonhas.

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Em uma esquina qualquer da Avenida Paulista.

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A caminho do Itaú Cultural, para ver a Ocupação Hilda Hilst, esbarrei nos músicos canadenses do Street Meat. Ali mesmo, fiquei sabendo que eles fariam show no Epicentro Cultural.

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De frente com Hilda e alguns de seus mais queridos. Ocupação Hilda Hilst no Itaú Cultural. Até 21 de abril.

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Beco do Batman. Personagens concebidos pelo grafiteiro Presto em mural que também traz interferências dos artistas Binho Ribeiro, Ciro Schu, Feik, Highraff, Marcelo Eco e Snek.

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Ah, as ciclovias de SP, essas incompreendidas. Ainda que mal traçadas ou feitas a toque de caixa, sejamos justos, antes elas a nenhuma. Fotografei as placas ao lado da ciclovia da Vila Madalena, na altura da movimentada esquina das ruas Dr. Virgilio Carvalho Pinto com Artur de Azevedo.

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Juliano Salgado chegou cedo à Reserva Cultural. “O Sal da Terra”, documentário que codirigiu com Wim Wenders, foi um dos destaques da IV Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e abriu o evento em sessão especial para convidados.

Ainda sobre deslocamentos

E do meu perfil, no Facebook

Moema Pássaros

Sampa, SP: De uma caminhada por minha antiga vizinhança, em Moema, onde morei entre 1999 e 2005.


Já que falávamos em trânsito (cada vez mais difícil) nas grandes cidades: perdi as contas das vezes em que fiquei engarrafada aí, dentro de táxis a caminho do Aeroporto de Congonhas (distante poucos quilômetros). Uma das principais vias do bairro, a Avenida Rouxinol fica na chamada rota dos aviões. Eu morava na Tuim, uma das transversais.
Ainda sobre o assunto deslocar-se a pé. Não sei por que, mas também me veio à memória a época em que, residindo em Brasília, um de meus trajetos preferidos era sair do meu apartamento, na 112 Sul, e caminhar até o Templo Budista da Terra Pura, na 316. Cumprir longas distâncias a pé nunca me foi problema. Tanto quanto chegar a salvo aos meus destinos, sempre me importou poder me deter nos detalhes do que eu via pelo caminho.