Alegria de carioca atípica

 

Se tudo indicava que não ficaria melhor

…eis que ficou

Praça General Tibúrcio e stand de infomações turísticas - por Adriana Paiva

Praia Vermelha, Urca: Quarta-feira, 7 de fevereiro * 9h04, 24°C

E tão agradável estava o clima nesse dia, que hesitei um bocado entre pegar uma bike na estação que fica ali mesmo, na praça, ou dar uma corrida na Pista Cláudio Coutinho. Quando decidi pela corrida, tinha começado a garoar.
Mas como alegria de carioca atípico dura pouco, no início do carnaval a temperatura voltou a beirar os 40°C, o esperado, afinal, para essa época do ano.

 

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Quando o verão dá uma trégua

 

Mais uma tarde na Urca

Pista Cláudio Coutinho

 

Pista Claudio Coutinho

Com entrada à esquerda da Praia Vermelha, a pista, também conhecida como Caminho do Bem-te-Vi, recebe muitos turistas e praticantes de atividades físicas, como trekking e escalada

 

Resolvi me aventurar a uma caminhada por lá porque não era tão intenso o calor àquela altura da tarde. Dado que minha disposição para atividades físicas ‘outdoor’, nessa época do ano, não é das mais constantes, quis aproveitar a rara combinação entre sol, vento e céu azul.

Há tempos, não encontrava a pista tão movimentada em um início de semana. O que em parte deve se explicar pelo fato de a cidade ainda vir recebendo muitos turistas em férias. Um pessoal que, quando visita o lugar, não raro quer conhecer a Trilha do Morro da Urca, uma subida de aproximadamente 900 metros de extensão, que conduz até o topo do morro, onde se encontram a 2ª e a 3ª estações do teleférico do Pão de Açúcar – entre nós, carinhosamente chamado de “bondinho”. Nessa tarde, vi alguns grupos de crianças acompanhadas de adultos, fazendo a descida pela trilha.

Ah, sim, convém lembrar que o portão de acesso à pista fica aberto, diariamente, entre 6h e 18h, e que ali é proibida a entrada de bicicletas, bem como vedado o uso de skates e patins.

 

Terrier Brasileiro

Do Instagram: Um tempo por ali, para ver o mar emoldurado e me hidratar. 

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Outros ares

 

Na vizinhança

E um pouco além

 

Vizinhança no Novo Leblon

Novo Leblon - Por Adriana Paiva

Paisagens cotidianas: A certeza de que minhas longas caminhadas, entre verde e mar, trarão de volta a serenidade que, às vezes, me falta

 

Debruçada sobre novos ‘jobs” e dando início a preparativos para viagens que farei em breve, resolvi desativar, há questão de três semanas (sim, outra vez), minha conta no Facebook.
Continuo, entretanto, publicando com alguma regularidade em outras redes sociais. Algumas delas, cabe frisar, sempre funcionaram como extensões deste blog, já que ali também compartilho opiniões e imagens relacionadas ao meu dia a dia – a exemplo de meus posts no Instagram e no Foursquare / Swarm.

De algumas semanas para cá, também venho tentando retomar minha presença no Twitter, que andava um tanto negligenciado desde que, tornando-me assídua no Facebook, passei a utilizar os tais 140 caracteres com o principal intuito de replicar posts daquela e de outras redes.
O que eu não considerara encontrar, nessa minha “volta” ao microblog, é o clima de acirramento político ainda mais pesado do que na rede que celebrizou Mark Zuckerberg. Suspeitava, é claro, mas não pensara a respeito.
Outro dado importante que já me escapava é que, quanto menos espaço as pessoas disponham para expressar seus pontos de vista, ainda mais mesquinhas elas podem soar.

 

Dos caminhos que já percorri

 

Antes de Osho era Bhagwan S. Rajneesh

Post publicado, originalmente, no Facebook

De macrobiótica a vegetariana - Meditação ioga alimentação natural estilo de vida vegetariano

Meu sannyas (Ma Shanti Adriana): Do sânscrito: “Ma” = consciência ; “Shanti” = paz

Acima, parte da carta, chegada do Rajneeshpuram, no Oregon (EUA), com o meu nome de sannyasin. Queria achar o resto do conteúdo do envelope. Lembro que trazia um bonito poema.

Já contei, en passant, essa história aqui. A revirada no baú foi motivada por esta matéria de O Globo: http://glo.bo/1dcYvYb.
Comecei a meditar por volta dos 16 anos; um pouco depois de deixar de comer carne e imediatamente antes de entrar para a seita do Rajneesh. Pratiquei muita “Nataraj” na época em que freqüentei o ashram da Paula Matos, em Santa Teresa. Depois, saindo da seita, e com as tantas mudanças de cidade, acabei deixando de meditar, mas vivo cogitando retomar. Sempre no encalço de fórmulas para combater a ansiedade e minha natural tendência à melancolia. Preciso dizer que, com esses mesmos propósitos, também experimento ótimos efeitos com dança, corrida e natação. O que não quer dizer que meditação esteja fora de minha lista de atividades a serem retomadas em 2014.

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