O período em imagens

 

Inverno-Primavera

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Banner do Periplus - Em japonês - hirakana e katakana

Cidade das Artes / Domingo de Festival Cervejeiro Carioca* Novo Leblon, da varanda I * Novo Leblon, da varanda II * Leblon, Posto 12 * Do Forte de Copacabana, Posto 6 * IpanemaPosto 9 * Corredor cultural, Centro * Caixa Cultural, Mostra Natureza Concreta * Casa França-Brasil *

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A semana em imagens

 

Da Barra da Tijuca ao Centro

Cdade das Artes

Mostra “Ocupação Urbana”, na Cidade das Artes. Domingo, 29 de maio.
Realizada em parceria com a GaleRio, plataforma voltada à arte de rua e coordenada pelo Instituto Eixo Rio, a exposição reúne obras de 14 artistas e fica por lá até 30 de junho.

 

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SP

Vista da Igreja da Candelária a partir da Casa França-Brasil. Escala para almoço no Crepe Nouveau, antes de seguir para a Caixa Cultural.

SP

Deixando as dependências da Caixa Cultural, na quarta-feira, 25.
O que me levou até lá foi a edição 2016 do World Press Photo. Neste ano, a mostra itinerante de fotojornalismo, que reúne imagens premiadas em nove categorias, vai passar por 100 cidades de 45 países. Na Galeria 4 da Caixa até 19 de junho.

São Paulo

Quanto tempo transcorre, em média, entre a pessoa postar-se diante de uma obra de arte e sacar do celular para tirar fotos? Ultimamente, tenho me dedicado a observar esses movimentos. Aí, em visita à exposição ComCiência, da australiana Patrícia Piccinini. A mostra, que já passou pelo CCBB de Brasília e pelo de São Paulo, fica na unidade carioca até 27/6.

Lagoa de Marapendi
Final de tarde na marina do condomínio Novo Leblon: Observando o movimento na Lagoa de Marapendi.

 

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Rio em preto e branco

 

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Recortes de julho a setembro

 

Cidade das Artes - Barra da Tijuca

Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.

 

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Praia da Barra - Posto 5

Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.

 

Barra - Posto 4

Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

Centro do Rio

Esquina da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Registro de setembro.

Outro #prontofalei

E o alvo, mais uma vez, a Barra da Tijuca

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Cidade das Artes: Músicos homenageiam Luiz Paulo Horta

Tantos eventos interessantes rolando ultimamente. E perto, mas tão ridiculamente perto de casa (2 km + ou – ), que é o fim da picada que chegar lá a pé seja tão complicado (para não dizer…letal). Sei que esse é um meu queixume recorrente, mas se algo na Barra da Tijuca me tira do sério (afora emergentes dados a ostentar aquisições), é que este seja um bairro tão pouco amigável a quem prefira locomover-se por meios outros que não os automotivos.

No Facebok, adendos meus em debate sobre o assunto:

De O Globo, em matéria sobre o Projeto Aquarius: “Kalil lembra que a Cidade Das Artes está diretamente ligada ao Terminal Rodoviário da Alvorada, por meio de uma passagem subterrânea que facilita o acesso de todos aqueles que decidirem usar o transporte público para chegar ao concerto”. Bacana, perfeito que a população em geral tenha acesso facilitado a eventos dessa natureza. Mas, vem cá, e os moradores da Barra? Para chegar lá, continuarão a ter que tirar seus veículos da garagem (ou, quem sabe, se aventurar a uma viagem de BRTrombada)?

Aí eu comparo a Barra da Tijuca com Brasília, e os brasilienses mais bairristas ficam chateados. Estando Lucio Costa por trás de ambos os projetos arquitetônicos, fazem todo o sentido as semelhanças. Sempre gostei de andar a pé. Mesmo em Brasília, fazia-o com grande prazer. Mas, sejamos honestos, tanto lá quanto aqui, é altamente sacrificante viver sem carro.

Sim, Helena, as superquadras daí parecem-se bastante com os condomínios daqui. Inclusive no que tange a serem providas de bons centros comerciais. A questão é: e como fica quem não quer viver circunscrito à própria vizinhança ? Não é nada fácil ser pedestre ou ciclista na Barra. Aliás, você já deve ter ouvido/lido a respeito dos atropelamentos ocasionados pelo BRT.

Foto: Divulgação

 

Com a deixa de uma reportagem

 

De um Rio aquém de medíocre

 

Cidade das Artes - Barra da Tijuca, bem perto do Novo Leblon

Cidade das Artes, na Barra: Registro de um domingo de “Encontro com o Autor”

Publicado no meu perfil, no Facebook:

Dez anos de São Paulo, quinze de Brasília e outras tantas escalas por aí me dão subsídios (diária e infelizmente) para corroborar: nasci e volto a morar nesse “Rio de serviços ruins”.

Acréscimos na área de comentários:

Comparar Rio com São Paulo, Luís Antônio? Pois é, essa é uma tentação inevitável. E tem consequências, não raro, problemáticas. A gente corre o risco, por exemplo, de angariar uma penca de desafetos. Sobretudo entre os cariocas mais bairristas. A bem da verdade, acho bairrismo uma grande besteira ; jamais me estressaria pelo fato de alguém apontar aspectos negativos da cidade onde nasci ou adotei como residência.

Um exemplo bem perto de mim: A Cidade das Artes. Já não era sem tempo de aquele aparelho estar funcionando a pleno vapor. Mas não. O acesso é uma quase completa incógnita. E ainda não antevejo como aqueles que não têm carro (ciclistas, pedestres) poderão chegar ali – bem, dirão alguns, mas esse é um problema de quase toda a Barra da Tijuca (além-condomínios). Várias áreas da estrutura, como algumas das rampas, são vedadas ao acesso do visitante, e nenhum funcionário sabe dizer por quê. Pelo menos no banheiro em que entrei, deparei com água escorrendo pelas paredes e no piso. No lugar onde está a “sala de leitura” (e onde ocorre o Cidade Literária) eu esperava encontrar uma estrutura mais semelhante a uma biblioteca. Mas não. É bonitinha, tem 3 ou 4 computadores e alguns livros de arte mas, no momento, parece-se mais àqueles espaços que algumas livrarias oferecem às crianças: um cantinho charmoso com ares de brinquedoteca. Enfim, falta muito ainda para aquela gigantesca construção se parecer com um centro cultural do nível de um CCSP, de um CCBB ou de um Memorial da América Latina.

No quesito ‘gastronomia’, aqui mesmo, na Barra, outro dia fui com meus pais na Dona Olinda, delicatessen inaugurada, há poucos meses, na Praia do Pepê. Por fora, uma graça de lugar, com varanda, mesas rústicas, plantas por todo o lado e, não menos interessante, vista para o mar. Mas um passeio pelo cardápio e lá vêm as primeiras decepções. Pedi um sanduíche e queria-o em pão de forma integral. Ao que me informa o garçom, depois de muitos minutos de espera: desculpe, mas o pão integral acabou. Meu pai queria um suco da ala “nortista” do cardápio; acho que era graviola. A resposta: ‘senhor, não temos nenhum desses sucos. Apenas os tradicionais’. Para fechar o festival de surpresas ruins, o croissant de chocolate que levei para casa tinha recheio endurecido, parecendo ter sido feito muito antes da antevéspera. Enfim, mas como eu sou brasileira, mantenho-me otimista. Não devo tardar a ir de novo ali. E espero, francamente, não voltar a me decepcionar.