Aquela promessa

As temperaturas têm estado amenas

Mas e os dias secos e de céu azulíssimo, cadê?

Marina do Condomínio Novo Leblon

Manhã da sexta-feira (19) : Dentro do carro, descendo a Avenida Niemeyer de volta à Barra da Tijuca; registro feito com o meu smartphone.


Tanto na ida para Copacabana, quanto na volta para o Novo Leblon, testemunhamos uma série de pequenos acidentes, a maioria em consequência das pistas molhadas. No primeiro, assim que saímos do condomínio, vimos um motociclista derrapar e cair na curva de acesso à pista em direção ao Recreio. Com o sinal fechado, ainda tivemos tempo de vê-lo de pé (aparentemente ileso), conversando com o motorista que ofereceu-lhe ajuda.
Tenho lido em jornais e sites, rede afora, que, em várias regiões do país, este vem sendo considerado o segundo outono consecutivo com volume de chuvas acima do normal. Até Brasília, que, como bem recordo, deveria estar em pleno período de estiagem, também vem registrando índices pluviométricos fora do comum.


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Promessa de estação

 

Enquanto caem as águas de março

O outono começou em 20/3. Desde lá, contudo, em meio ao volume de chuvas e ao calor – incomuns para esta época do ano -, raros foram os dias tipicamente outonais. Os meteorologistas preveem que este quadro mude a partir da segunda quinzena de abril. Enquanto essa bênção não vem, um apanhado dos melhores momentos da estação…

Marina do Condomínio Novo Leblon

Sábado de regata na Lagoa de Marapendi: Vista da marina do Novo Leblon.

 

E do Instagram

fotos por Adriana Paiva

Aterro do Flamengo: A caminho do Santos Dumont com meu pai ao volante.

Entre Enseada de Botafogo e Aterro do Flamengo

Rua do Rosário: Entre visitas a exposições no centro da cidade. Sempre buscando uma brecha para espiar o céu.

Condomínio Novo Leblon

Novo Leblon:  Por do sol visto da varanda | Quinta-feira, 23 de março.

Esquina da Almirante BArroso

Mais cedo, naquela mesma quinta-feira (23/3), a caminho da Caixa Cultural.

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Ainda clima e Notas do Clã

 

Updated

 

Praia do Arpoador

WhatsApp, 13/6: Minha irmã, recém-chegada de Curitiba, mandando um alô direto de Goiânia

As temperaturas pelo país andavam enlouquecidas assim quando minha mãe e minha irmã foram a Curitiba festejar o aniversário de meu sobrinho.
Vasculhada rápida em meu baú de reminiscências climáticas… Mais surreal do que 14°C em Goiânia? Peraí. Acho que apenas a visão de mulheres andando de cachecóis e polainas durante a estação de chuvas, em Belém, quando moramos lá em meados da década de 1980. Para nós, vindos, então, do Rio de Janeiro, a chuva em plagas paraenses em nada mitigava o calor “aderente” ao qual eu mesma nem cheguei a ter tempo de tentar me habituar. Moramos lá durante pouco mais do que um ano e meio.

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Tiago Brasília 193 Norte


Tiago, o garotinho fofo das fotos acima, em nosso antigo apartamento na 103 Norte, à semelhança desta tia que aqui escreve, também cedo se habituou a frequentes mudanças de cidade. Depois de algumas idas e vindas pelo Brasil, aos 11 anos, ele foi morar em Caracas, na Venezuela. Recentemente, aos 20 e poucos — lembrando algo de meus arroubos nessa idade –, deixou para trás a faculdade na UnB, para prosseguir com o curso de Engenharia da Computação na PUC de Curitiba. E, agora, se prepara para uma temporada de seis meses em Santiago do Chile. A  startup  que ele criou em parceria com colegas de curso foi selecionada para um “programa de aceleração” na cidade. Do lado de cá, orgulhosa por ele continuar trilhando caminhos nos quais acredita, desejo-lhe SORTE.

 

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Pauliceia, aí vou eu

 

Updated: Sim, Pauliceia, sem agudo no “e”.
Lembrados do acordo ortográfico?

Ponte-aérea

 

Organizando a agenda dos dias que passarei em São Paulo. Não poderiam ficar de fora Itaú Cultural, Pinacoteca, Casas das Rosas e Guilherme de Almeida e, sobrando algum tempo, algo da programação da Ecofalante.
Climatempo e o AccuWeather ativos no meu celular, sei que em minha mala não poderão faltar itens básicos para enfrentar frio acentuado e pancadas de chuva. A pergunta que não quer calar: haverá ensejo para pedalar pela Paulista?

 

 

Dias de ressaca

 

Sobrevivência no ‘Rio Olímpico’

 

Praia do Arpoador

Da mureta do Arpoador: O trecho interditado pela Defesa Civil na sexta-feira (29/4) continuava assim quando passei por lá na terça (3/5) pela manhã.

 

Os reflexos da frente fria que chegou ao Rio, há pouco mais de uma semana, ainda se fazem notar em vários pontos da orla. No Arpoador, depois que ondas de mais de 2.5 de altura tragaram a faixa de areia, atingindo o calçadão, a Defesa Civil decidiu interditar, no último dia 29, o trecho à beira-mar que vai do Posto 7 até a rampa de acesso à praia, localizada em frente ao Hotel Arpoador Inn.
Já na Barra da Tijuca, o mar agitado chegou a danificar a estrutura que estava sendo montada, no Posto 2, para o campeonato de surfe Oi Rio Pro  (que ocorre entre 10 e 21/5), fazendo com que o palco principal do evento tivesse que ser transferido para a Praia do Grumari.
Prevendo outras fortes ressacas ao longo do ano, o oceanógrafo David Zee divulgou, na semana passada, que apresentaria à Defesa Civil do Rio de Janeiro um plano de mapeamento, onde sugeriria a interdição das áreas mais vulneráveis à incidência de grandes ondas. Além das praias do Arpoador e da Barra, devem constar desse monitoramento diversos trechos de orla entre a Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes, e a Pista Cláudio Coutinho, na Urca.

 

MNBA Por Adriana Paiva

Praia da Barra da Tijuca, feriado de 1° de maio: Quebra-mar é um dos pontos constantes do mapeamento de ressacas idealizado pelo oceanógrafo David Zee 

 

Ações preventivas

 

Quem vive no Rio e em outras cidades litorâneas certamente concorda que essas deveriam ser precauções habituais. O que mais comumente se observa, entretanto (aqui, como em outras regiões do país), é a ausência de um bem urdido plano de ações preventivas e tais cuidados só passarem a existir após a ocorrência de uma grande tragédia.
A tragédia da vez não poderia ter sido mais arrasadora no que tange à negligência e coincidências. No dia em que, na Grécia, era acesa a tocha olímpica, no Rio, cidade-sede da Olimpíada de 2016, recebíamos, aturdidos, a notícia de que um trecho da ciclovia Tim Maia – parte do alardeado legado olímpico — desabava na Avenida Niemeyer, ocasionando a morte de duas pessoas.

Creio que todos os que vibraram com a construção de uma ciclovia em área tão privilegiada jamais suporiam que uma obra costeira daquelas dimensões pudesse ter sido concebida sem que se previsse a ação de um fenômeno natural tão conhecido por aqueles que aqui vivem – exceto, conforme soubemos, pelo secretário municipal de Governo do Rio. Dado nosso extenso histórico de desacertos na área, deveríamos ter suspeitado.

Desde então, o que vinham sendo dias de forte ressaca, passaram a ser, também, de desencanto. No meu caso, que sempre me julguei uma carioca atípica, mas, que, há alguns anos, tenho tentado não mais viver às turras com a cidade onde nasci, de um pouco mais de desalento.

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Não cheguei a pedalar pela ciclovia Tim Maia, no trecho de São Conrado onde ocorreu o acidente. Mas fiz inúmeras fotos em minhas rotineiras passagens pela região. Uma delas, publiquei no Instagram, no dia 7 de fevereiro, poucas semanas após sua inauguração:

Ciclovia da Niemeyer

Dentro do carro, descendo a Avenida Niemeyer em direção ao Leblon. Lá fora, o guri, todo compenetrado, conduzindo sua bike pela recém-inaugurada ciclovia Tim Maia. Uma alegria ver tantas famílias pedalando por aí.

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Rio, 19 de março de 2016

Tchau, verão

Lamento não poder dizer que sentirei sua falta

Vizinhança no Novo Leblon

Do Instagram: Na balsa do Novo Leblon, voltando para casa depois de longa caminhada

 

Evitando confrontos desnecessários

Da série ‘Pensamentos que não quiseram calar’

À espera do momento mais apropriado para dizer àquela pessoa com quem sempre mantive diálogos cordiais, mas sem profundidade, que, se houve alguma vez em que votei no PT,  crendo, firmemente, que fazia a melhor das opções, essa  única vez  foi quando meu voto ajudou a eleger Cristovam Buarque governador do Distrito Federal.

 

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Rumo aos 50°C

Quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Ipanema

Avenida Vieira Souto, altura da Casa de Cultura Laura Alvim

Escala em Ipanema antes de seguir para compromissos no centro da cidade. 10:36, momento exato em que desisti de atravessar a rua para beber uma água de coco em um dos quiosques do outro lado da avenida. A essa altura, ainda não passáramos dos 35°C. À tarde, alguns bairros chegaram a registrar temperaturas acima de 42°C.

Outras do inverno carioca

 

E de um domingo que se pretendia preguiçoso

Via meu perfil no Facebook

Condomínio Novo Leblon

Vista da varanda de casa: Clube do condomínio, Lagoa de Marapendi e o mar

Agora, deste lado da cidade, temos sol, céu limpo e estupefacientes 27°C. Mais cedo, à beira-mar, eram 18°C !
O vento gélido destas manhãs ensolaradas quase sempre me lembra uma certa fase de minha infância em Brasília, época em que ainda era possível dizer que se sentia frio no inverno. Frequentemente, aquele tipo de frio energético, que entra pelas narinas espantando o sono e que, mal bate na pele, o sol logo amorna. E, hoje, que meus planos de ficar mais tempo na cama foram cedo detonados por Bob, o poodle, esse solzinho matinal veio bastante a calhar. #invernocarioca

Os sempre surpreendentes dias invernais no RJ, inspiram, a propósito, reportagem de capa da revista O Globo.


Primavera entre Haia e Paris

 

Via Instagram

Recortes de um diário visual

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Na volta à casa de nossos anfitriões, em Haia, a espera pelo trem que nos levaria a Rotterdam… #Thalys #garedunord.

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A caminho do d’Orsay…

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Na ida para Paris, a escala em Bruxelas. Desembarcamos uns cinco minutos antes do que registra o relógio da plataforma. E seguimos viagem, conforme previsto, às 10:13. Pontualidade que não se repetiu no trajeto inverso…#BruxellesMidi #Thalys.

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Dia do Rei. Centro histórico de Haia (27/4) … #koningsdag2015 #denhaag #nederland.

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Domingo em Delft. As senhorinhas não demoraram a embarcar na proposta de um aquecimento para o “Dia do Rei”, comemorado amanhã (27), feriado nacional na Holanda…#koningsdag2015.

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Sábado à tarde, em Rotterdam, na entrada do Markthal.

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Chegando ao Rijksmuseum para ver “Late Rembrandt”. Sexta-feira (24).

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“Anton Corbijn – Hollands Deep”, no Gemeentemuseum. Haia, 23/5.

Holland Pass. Clique sobre a imagem para ampliá-la

Holland Pass em mãos, a única dúvida é saber por onde iniciaremos nossa maratona de visitas a museus.

Fotos por Adriana Paiva ©

Sobre o cinza dos dias

 

De uma escala no Instagram

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Clima Praia da Barra - Posto 8 - HBO

Barra da Tijuca, Posto 8.


Eu e minha família deixamos o Rio em 1985 e fomos morar em Belém. Entre aquela mudança e as muitas escalas que a ela se seguiram (de Campo Grande a Brasília, passando por Olinda e SP), até minha volta a terras cariocas, em 2008, já tive tempo suficiente para ver sedimentada uma certeza: o cinza daquelas plagas não me afeta como o de cá. Com que força detesto esses dias mormacentos que abrem a primavera e se impõem sobre outubro.
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Outono, até mais ver

 

Seleção | Instagram

Porque minha mais inspiradora estação se despede, ficam as notas de dias tipicamente outonais

Call me Helium

Passando pelo “corredor cultural”, dia desses. O balão no céu lembra que a mostra Call me Helium, colaboração artística entre Helio Oiticica e os irmãos Andreas e Thomas Valentin fica no Centro Cultural Correios até 13/7.

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Praia da Barra - Posto 5

No Posto 5. Um raro sábado outonal a superar a mais otimista de minhas projeções.
Registro de 31 de maio.

Barra - Posto 4

A cada outono essa mesma vontade de me encontrar na imensidão | Praia da Barra, Posto 4.

Muro da Unirio

Enquanto segue vacilante o outono, outro dia, na Urca, os muros da Unirio disputavam minha atenção com um céu estonteantemente azul.

Descida da Niemeyer

Descendo a Niemeyer, em algum momento do início de abril…

Brasília sempre presente

 

Outro aniversário lembrado no Instagram

 

Ibirapuera

(…) Começo aqui uma série em homenagem à cidade. E o faço com registro de uma daquelas tardes de céu dramático, típicas de quando recomeça o período de chuvas. Aí um dos muitos skatistas que costumam lotar a ampla área que circunda o Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. #bsb54.

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Bsb - vista aérea

Primeira visão de Brasília eu a tive do alto, aos sete anos de idade, quando eu e minha família fomos morar na cidade.O estranhamento infantil diante da terra vermelha a perder de vista continua entre minhas melhores lembranças dos dias de chegada.
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Seca em Brasília

Mesmo em plena seca, há quem mantenha inalterado o hábito das longas caminhadas. O casal eu fotografei, há não muito tempo, na altura da 103 Norte.

 

Bsb, fim da estiagem

Fiz essa foto logo após um período histórico de seca em Brasília. Tinham sido quatro meses sem chuvas. E quando elas voltaram, vi pelas ruas do Plano Piloto o mesmo milagre da multiplicação de ambulantes vendendo guarda-chuvas, que eu me acostumara a ver no centro de SP. Algo que, nesse dia, não deixou de ser uma forma de redenção.

 

A caminho do Teatro Nacional

Sob o imponente céu. A meio caminho entre o CNB e o Teatro Nacional Claudio Santoro.

 

Pontão do Lago Sul

O homem e seu lar sobre rodas. Esplanada dos Ministérios, abril de 2010 — véspera do 50° aniversário de Brasília.

 

Vista do Coco Bambu

Fechando a série #bsbnotas : Canoagem no Lago Paranoá. Registro feito da varanda do restaurante Coco Bambu.