Recordações do MS

Campo Grande * Década de 1990

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Ateliê Arte do Pantanal: De postais e camisetas, mimos com temática regional

Voltando a mexer em postais e fotos, me ocorreu verificar se estabelecimentos que eu frequentava quando moramos em Campo Grande (entre 1991 e início de 1993) ainda estão em funcionamento. Estariam em atividade, por exemplo, nos moldes em que os conheci, o Arte do Pantanal e o Bar Camaleão?

Sobre o Arte do Pantanal, é possível que, em algum grau, minha memória me traia, mas a imagem que me ficou desse período foi de adquirir uma grande variedade de souvenirs em uma lojinha situada na Avenida Afonso Pena – uma das principais da capital -, não muito distante de onde morávamos. Nossa casa ficava na rua Sargento Cecílio Yule – perpendicular à avenida — , em um trecho da vila militar reservado às residências de coronéis e generais. Nessa época, meu pai comandava o 18° Batalhão Logistico.

Do bar Camaleão, já cheguei a falar aqui. Tocado pela família Espíndola, o lugar era um dos mais fervilhantes pontos de encontro de artistas e intelectuais, na capital sul-matogrossense. Quando fiz a foto (abaixo) do recital de Adriana Calcanhotto, aliás, o diretor cultural do bar era o artista plástico Humberto Espíndola, irmão mais velho das cantoras Alzira e Tetê.

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Bom, como o Google não me pôde fornecer informações precisas sobre o bar e o ateliê, resolvi perguntar aos amigos Oscar e Mariliz, profundos conhecedores da ‘Cidade Morena‘.

Também jornalista (e, como eu, cobrindo área cultural), Oscar me disse que o bar esteve em atividade por algumas temporadas, na década de 1990, e depois fechou – e que a família Espíndola, desde então, não investiu mais nesse tipo de empreitada. Já o Arte do Pantanal, com aquele perfil que conheci, ao que parece, não existe mais.

Brasília carnavalesca

Mais uma dos arquivos

 

Plano Piloto Asa Norte superquadras entrequadras Histórias de Bsb Brasília entrequadra Asa Sul Momo DF Carnaval imprensa jornalistas bloco carnavalesco Pacotão chega à W3 Sul - Jornalista Adriana Paiva brasilienses Imagem também publicada no Campus UnB

Why so serious? :  Bsb 90’s

De um Carnaval em que fui atrás do Pacotão, bloco fundado por jornalistas e um dos mais tradicionais de Brasília. A concentração acontecia em frente ao Bar do Chorão, próximo à quadra onde eu morava, na época.
No momento em que fiz a foto, devíamos estar nos aproximando do final do percurso, na W3 Sul. Creio que o ano era 1993.

Foto por Adriana Paiva © 

Encontro com o poeta

Postado, originalmente, no Instagram

 

blog da Adriana Paiva jornalista jornalismo cultural Cidade Morena sulmatogrossense

Manoel de Barros: Conversa com futuras jornalistas

Campo Grande (MS). Maio de 1992. De uma tarde na casa de Manoel de Barros, em companhia de amigas – estudantes de jornalismo, como também eu àquela altura. A qualidade da foto original é sofrível. Os negativos e as ampliações das outras imagens que registrei na ocasião, lamentavelmente, perderam-se em uma de minhas muitas mudanças. Guardo este registro, entretanto, como uma vívida lembrança de horas de animada conversa com o poeta.

Da série: Revirando as gavetas

 Um alemão na Praça dos Três Poderes

Postado, originalmente, no Facebook

Fotos Goethe-Zentrum Brasília Distrito Federal - Goethe-Institut alemães alemão Alemanha repórteres Jornal de Brasília Correio Braziliense Bsb
GoetheZBsb

Kurt Buchwald:  Sob lentes de fotógrafos de Brasília e olhares de passantes

 ICBA - instituto cultural brasil alemanha Palácio do Planalto Praça dos 3 Três Poderes Esplanada dos Ministérios Goethe-Zentrum workshop Fundathos Goethe-Institut Brasilien workshops

Ao fundo, professor e alunos durante intervenção “Proibido fotografar”

O fotógrafo alemão Kurt Buchwald, figura curiosíssima que conheci quando fiz o workshop que ele foi ministrar na Fundação Athos Bulcão, em Brasília, a convite do Instituto Goethe. Aí, na Praça dos Três Poderes, posando para repórteres do Correio Braziliense e do Jornal de Brasília. Estávamos em 1995. Mas a julgar pela cintura alta das calças, poderia-se facilmente afirmar que o registro é de alguns anos antes.

Outro dado curioso sobre esse workshop é que todas as fotos que fizemos em aula foram reveladas e ampliadas no laboratório do falecido U.Dettmar (perto de minha casa, na época), fotógrafo com grande experiência de cobertura dos meandros políticos de Brasília.

Outros vinte

 

Acabo de publicar no meu perfil do Facebook

juventude estudantes secundaristas universitários ruas protestos manifestações
“Fora, Collor”: Manifestação de estudantes no centro da capital sul-matogrossense

Lembrando que, há exatos vinte anos e um dia, em 29/9/1992, tinha início o processo que culminaria no impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello. E eu estava lá, entre os caras-pintadas, jovenzinha e transbordante de otimismo.

 

 

Outras plagas, outros tempos

Brasília e Campo Grande | Anos 90

 

Caetano
Adriana Calcanhotto: Recital em bar sul-matogrossense


Dias atrás, inesperadas deixas me levaram a compartilhar, no Facebook, caras experiências em duas das cidades onde morei. Primeiro, citando entrevista com a cantora Adriana Calcanhotto, publicada no jornal Valor Econômico, comentei (linkando a foto acima) : 

“Lembro dessa Adriana (das reminiscências sobre apresentações na noite gaúcha), ainda no esquema ‘banquinho, violão & voz’, fazendo show no Camaleão, bar de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Estávamos aí no início dos anos 1990. Nessa época, o lugar era ponto de encontro de artistas e intelectuais e tinha como diretor cultural o artista plástico Humberto Espíndola, irmão de Tetê & Alzira.”

 

Caetano

“O Documentário”: Caetano Veloso nos dá entrevista sobre Torquato Neto

Depois, remexendo em arquivos para atualizar a seção de imagens de meu site, tive o impulso de publicar no Facebook a foto acima. A ideia era dividí-la com um contato meu na rede social, a cineasta Adriana Vasconcelos, que foi minha colega na Universidade de Brasília.

Fiz o registro em 1990, no quarto do Hotel Nacional em que se hospedavam Caetano (que iniciava nova turnê em Brasília) e sua mulher na época, a Paula Lavigne. O músico concordara em participar do filme que rodávamos sobre o poeta piauiense Torquato Neto. Tratava-se de trabalho final para a disciplina “O Documentário”, ministrada pelo cineasta Vladimir Carvalho. Sergio Cobelo, nosso colega na matéria, era o diretor e eu e a Adriana éramos as produtoras.

 

 

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