Incógnita nos céus

 

O dirigível que passou por aqui

Ao que parece, antes de ser derrubado pelo temporal que caiu sobre o Rio na Quarta-feira de Cinzas (14), o ADB 3-X01 não havia atraído grande atenção da imprensa local. Uma pena.
Na véspera, cheguei a publicar no meu perfil, no Instagram:

Voo entre o Mandala e o Novo Leblon - Foto de Adriana Paiva

ADB 3-X01 sobrevoa orla da Barra da Tijuca: No canto inferior esquerdo, a cobertura de um dos edifícios do Condomínio Mandala

Avistei-o, pela primeira vez, na quinta-feira (8), vindo da orla e voando na direção do Mandala, condomínio vizinho ao Novo Leblon, onde moro. Alguns dias depois, quando voltei a vê-lo, eu estava dentro do carro indo em direção ao Recreio.
Como o logotipo impresso em tamanho reduzido não permitia concluir do que se tratava, recorri ao Google. Diga lá, oráculo, o que há por trás do “dirigível sobrevoando a Barra da Tijuca”? Mistério solucionado. Trata-se de um dirigível de modelo ADB 3-X01 (da empresa AirShip do Brasil), a primeira aeronave desse tipo a ser construída no país.

Se a ideia do sobrevoo por tantas cidades entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo também é funcionar como um ‘teaser’, não apostaria que a estratégia venha, de fato, a surtir efeito. Mas, enfim, o dirigível cruza os céus do país em testes para a fabricação de outros maiores, que devem ter como funções monitoramento e transporte de cargas.

Foto de Adriana Paiva

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Rio, 29°C

Da Barra da Tijuca a Ipanema

Paraglider rumo ao Arpoador

Manhã de sexta-feira (2/2), no Leblon. Do quiosque da Mãe Terra, no Baixo Bebê, acompanhando o que, por alguns minutos, pareceram evoluções de um parapente desgovernado. A pessoa planava tão rente aos edifícios, em direção ao Arpoador, que, logo, uma pequena multidão de transeuntes apreensivos se formou por ali. Um speed fly (parapente de velocidade), até onde sei, não teria (nem deveria ter) como percurso esse trecho da orla.

Avenida Vieira Souto - Foto pde Adriana Paiva

 Naquela mesma sexta (2). Ipanema, Posto 10, por volta de 13h30

Como carioca nada afeita a passar calor, preciso registrar que estou exultando com esses dias, digamos, quase frescos.
Quando, meus senhores, nestas terras de São Sebastião do Rio de Janeiro, vimos temperaturas oscilando entre toleráveis 29°C e 31°C, em pleno verão? Se essa graça ocorreu, sinceramente, eu não lembro (ou, talvez, nem morasse no Rio). 

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Saí da praia rumo à Ataulfo de Paiva, pouco depois de meio-dia e meia. E sem saber, afinal, o destino do aventureiro do parapente. Como, mais tarde, não vi nada a respeito no noticiário, quero crer que ele chegou a salvo em solo.

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Na minha rota até a Casa de Cultura Laura Alvim,  em Ipanema, o dia, que começara com sol e céu azul,  estava assim:

Ipanema Dois Irmãos Foto de Adriana Paiva

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Rio, 19 de março de 2016

Tchau, verão

Lamento não poder dizer que sentirei sua falta

Vizinhança no Novo Leblon

Do Instagram: Na balsa do Novo Leblon, voltando para casa depois de longa caminhada

 

Evitando confrontos desnecessários

Da série ‘Pensamentos que não quiseram calar’

À espera do momento mais apropriado para dizer àquela pessoa com quem sempre mantive diálogos cordiais, mas sem profundidade, que, se houve alguma vez em que votei no PT,  crendo, firmemente, que fazia a melhor das opções, essa  única vez  foi quando meu voto ajudou a eleger Cristovam Buarque governador do Distrito Federal.

 

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Novas – Das galerias virtuais

Caindo na estrada

Updated: Em três tempos

Via Anhanguera

De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante. 

Do Instagram:

A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan

Gemeentemuseum Den Haag Nederland música músicos Jardin des Tuileries Pais França Europa europeus museu

Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.

Paris

Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.