Dias de Pauliceia

 

Organizada e intensamente

Inaugurando junho na mais positiva das disposições

Fotos por Adriana Paiva

Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo

Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário, flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.

As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.

Oca Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho

Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.

Fotos por Adriana Paiva

Japan House:  A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão”  (até 9 de julho) 

Reserva Cultural

Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6

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Promessa de estação

 

Enquanto caem as águas de março

O outono começou em 20/3. Desde lá, contudo, em meio ao volume de chuvas e ao calor – incomuns para esta época do ano -, raros foram os dias tipicamente outonais. Os meteorologistas preveem que este quadro mude a partir da segunda quinzena de abril. Enquanto essa bênção não vem, um apanhado dos melhores momentos da estação…

Marina do Condomínio Novo Leblon

Sábado de regata na Lagoa de Marapendi: Vista da marina do Novo Leblon.

 

E do Instagram

fotos por Adriana Paiva

Aterro do Flamengo: A caminho do Santos Dumont com meu pai ao volante.

Entre Enseada de Botafogo e Aterro do Flamengo

Rua do Rosário: Entre visitas a exposições no centro da cidade. Sempre buscando uma brecha para espiar o céu.

Condomínio Novo Leblon

Novo Leblon:  Por do sol visto da varanda | Quinta-feira, 23 de março.

Esquina da Almirante BArroso

Mais cedo, naquela mesma quinta-feira (23/3), a caminho da Caixa Cultural.

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Na Barra como em Brasília

Reminiscências de uma caminhante contumaz

Mandala Barra da Tijuca

Barra da Tijuca

São Paulo SP

Condomínio Mandala, Barra da Tijuca

Quadra das Ilhas, Quadra das Brisas; são cinco quadras ao todo. Desde que meus pais moraram na Quadra das Enseadas, há alguns anos, nunca deixei de achar curiosa essa subdivisão (e me incomodar um pouco com a falta de ousadia na escolha dos nomes). Enfim, esses são recortes do que diviso durante minhas rotineiras caminhadas entre os condomínios Novo Leblon e Mandala. E, sim, com a sempre renovada sensação de estar circulando entre os blocos das quadras residenciais de Brasília. No Mandala, em especial, é frequente me sentir como que caminhando por certas superquadras 100/300 da Asa Sul. 

5 X Brasília

Sabedores de que uma recordação não tarda a ativar outras, vamos lá: nas cinco vezes em que moramos em Brasília, por períodos variáveis, entre 1975 e 1996, estes foram os nossos endereços (na exata sequência): SMU/QRO, 102 Norte, 209 Sul, SMU/QRO, 112 Sul e 103 Norte. Um conhecedor mediano da cidade não custaria a inferir por que, exatamente, residimos nessas áreas.
Poupo-lhes de mais elucubrações. Para que se compreenda a razão de parte de meus deslocamentos país afora e uma vez que eu só havia referido-me ao assunto nas entrelinhas (Marambaia, Forte São João, etc.), creio que caiba acrescentar: quando fomos a primeira vez para Brasília, na década de 1970, meu pai (hoje na reserva) era capitão (Exército/Cavalaria). Na última, coronel, voltando do comando de uma unidade militar em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

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Quando o verão dá uma trégua

 

Mais uma tarde na Urca

Pista Cláudio Coutinho

 

Pista Claudio Coutinho

Com entrada à esquerda da Praia Vermelha, a pista, também conhecida como Caminho do Bem-te-Vi, recebe muitos turistas e praticantes de atividades físicas, como trekking e escalada

 

Resolvi me aventurar a uma caminhada por lá porque não era tão intenso o calor àquela altura da tarde. Dado que minha disposição para atividades físicas ‘outdoor’, nessa época do ano, não é das mais constantes, quis aproveitar a rara combinação entre sol, vento e céu azul.

Há tempos, não encontrava a pista tão movimentada em um início de semana. O que em parte deve se explicar pelo fato de a cidade ainda vir recebendo muitos turistas em férias. Um pessoal que, quando visita o lugar, não raro quer conhecer a Trilha do Morro da Urca, uma subida de aproximadamente 900 metros de extensão, que conduz até o topo do morro, onde se encontram a 2ª e a 3ª estações do teleférico do Pão de Açúcar – entre nós, carinhosamente chamado de “bondinho”. Nessa tarde, vi alguns grupos de crianças acompanhadas de adultos, fazendo a descida pela trilha.

Ah, sim, convém lembrar que o portão de acesso à pista fica aberto, diariamente, entre 6h e 18h, e que ali é proibida a entrada de bicicletas, bem como vedado o uso de skates e patins.

 

Terrier Brasileiro

Do Instagram: Um tempo por ali, para ver o mar emoldurado e me hidratar. 

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Urca: A pé ou de bicicleta

Via Instagram

Urca Turismo

Avenida Portugal : Placa de sinalização turística próxima à famosa Mureta da Urca

Rio a pé pode ser bom. E Urca a pé, então? Seria um programa ainda mais aprazível se as calçadas não estivessem tão mal conservadas.
Como se pode depreender em uma exploração superficial deste meu IG, adoro flanar por lá. Mas também gosto muito de circular pelo bairro de bicicleta. Estações Bike Rio, a propósito, há várias. Retiro “laranjinhas”, com mais frequência, na estação da Praça General Tibúrcio e na da Avenida Pasteur / UNIRIO. Mas há outras. Se ainda não experimentou, fica aqui minha sugestão: deixe apenas passar a chuva.

 

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>  Eis aqui uma lista de estações Bike Rio nos arredores:

• Estação 56: Praça General Tibúrcio / Praia Vermelha ;
• Estação 57: UFRJ / Campus Praia Vermelha . Av. Venceslau Brás, 65 ;
• Estação 58: UNIRIO / Avenida Pasteur ;
• Estação 87: IED (Istituto Europeo di Design) : Avenida João Luiz Alves, 13.

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Sobretudo porque célere

Ainda o metrô

Lina Bo Bardi

Certos encantos da metrópole: Sair do MASP,  pegar o metrô até a Pinacoteca e voltar à Paulista com disposição para ainda flanar

Um leitor do blog fez a provocação e eu não me furtaria a responder: “Você fala tão bem do metrô porque não deve usar com frequência”. È vero, ultimamente, não. Ele ainda emendou: “E aposto que nunca entrou na Estação Sé perto de final de expediente”. Taí. Entrei. Pode ter sido por absoluta ignorância da multidão que encontraria em uma daquelas típicas tardes de temporal na capital paulistana. Mas entrei. Admito, é experiência para os fortes. Eu não a repetiria em sã consciência.

Sinto que minha relação com o metrô, hoje em dia, guarda certo laivo de minhas experiências de jovem universitária vindo ao Rio visitar meus avós. Com o sentido de urgência próprio de meus vinte e poucos anos, como não amar a ideia de sair de um sebo no centro da cidade, embarcar em uma estação próxima dali, e, minutos depois, já estar flanando por Botafogo? Quando vinha de férias, era principalmente meu avô quem costumava me deixar nos lugares onde eu desejava ir. Mas quando eu não podia contar com a carona dele, o metrô, frequentemente, me foi de grande serventia.

Já em São Paulo, de uns anos para cá, minhas melhores experiências com o meio de transporte têm se dado em dias em que, tendo uma agenda flexível, posso me deslocar sem muita pressa. Em uma dessas ocasiões, peguei o metrô na Paulista para ir até a Pinacoteca, dali até a Vila Madalena e, mais tarde, outro de volta à Paulista, aportando por lá com disposição para ainda flanar pelos arredores. A melhor maneira de visitar um número razoável de museus e galerias, em um mesmo dia, segue sendo essa. Mas, claro, evitando sempre os horários de rush.

A propósito ainda de ser conduzida aos locais que me interessam, com praticidade e rapidez, gostei bastante da experiência que tive, dia desses, de pegar um VLT na Parada dos Museus – ao lado do Museu de Arte do Rio -, para descer na Cinelândia, perto de onde, aliás, o ônibus exclusivo do Novo Leblon faz escala no percurso de retorno ao condomínio.

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Em tempo: A revista O Globo deste domingo traz especial sobre a Linha 4 do Metrô do Rio, com crônica de Arnaldo Bloch e ensaio fotográfico de Custódio Coimbra. Aqui: [=].

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Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram & Foursquare

Grafite

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

Acervo MASP

Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier mauá Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

MAR
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
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Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

 

 

São Paulo artística

 

Sobre mostras e murais grafitados

 

Junho em SP – Notas via Instagram

Ex Machina

Itaú Cultural: Exposição Arquivo Ex Machina – Identidade e Conflito na América Latina. Aberta à visitação até 7 de agosto.

Acervo MASP

MASP – Acervo em Transformação : Não recordo de já ter visto tantas crianças pequenas circulando pelo museu. Tocante testemunhar o esforço da professora para explicar a esses meninos e meninas, com idades em torno dos quatro anos, a cena pintada por Pierre-Auguste Renoir no quadro “A Banhista e o Cão Grifon” (Lise à Beira do Sena), de 1870.

MAR
Na quarta-feira em que estive na Pinacoteca, cheguei a presenciar parte dos preparativos finais da mostra “Fora da Ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear“, inaugurada no sábado (25/6). Àquela altura, já ocupavam o octógono as esculturas de ferro e espelho do português José Pedro Croft | Até 26/9.

Graffiti

De uma das sacadas da Pinacoteca (22/6): Mural do artista Daniel Melim.

MAR
Rua da Consolação * Arte por Walter Nomura (a.k.a. Tinho)
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Nove - Digital Orgânico

Um giro à esquerda…e eis o mural do grafiteiro paulistano João Paulo Cobra – aka NOVE / #digitalorganico (…) Dando um tempo em mais esta série de #notaspaulistanas.

 

 

Outras notas paulistanas

 

Diário ilustrado

 

Junho de 2016 * Via Instagram

Bairro do Ibirapuera

Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela  APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).

Ciclovia da Paulista por Adriana Paiva

Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)

SP

Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).

Em Paris ou no Rio de Janeiro

 

Eu ando pelas ruas prestando atenção em tudo…ou quase

 

Atualizações via Flickr

Turistas

Turistas em frente ao d’Orsay: Segundo pude entender ao passar por ali, eram amigas e, com mapas e guias em mãos, discutiam as melhores maneiras de se deslocar pela cidade.

 

Place Cambronne

Contrastes do 15º arrondissement: Bons hotéis em vizinhança familiar e muitos pedintes a cada esquina.

 

Centro do Rio

Obras do VLT carioca: Início de abril, nas imediações da Caixa Cultural.

Outros recortes da Pauliceia II

 

Flickr + Instagram

 

E o mote? Aquele mesmo : #SP462anos

Saída do Aeroporto de Congonhas

Ponte-Aérea: Sobrevoando São Paulo com destino ao Rio. Agosto de 2010.

São Paulo

Museu da Língua Portuguesa. Junho de 2007. A essa altura, a instituição comemorava um ano de funcionamento. E a exposição que, naquele momento, atraía ao museu um grande público era “Clarice Lispector – A Hora da Estrela”, que ficou por lá entre os meses de abril e setembro.

SP

A história da língua portuguesa em um painel repleto de recursos interativos. Outro registro feito em 2007…#sp462anos.

SP

Free Jazz Festival 2000. Fernanda Lima e Luiz Thunderbird, então VJs da MTV Brasil, gravam chamada no estúdio móvel montado no Jockey Club de São Paulo… Saudade dessa que foi uma época fervilhante de minha vida na Pauliceia. Lembro, a propósito, que, nessa edição do festival, o Sonic Youth foi a banda que superou até as melhores de minhas expectativas. Showzaço… #recuerdosdesp.

Metrô
Metrô, Estação Sumaré (dezembro de 2008). Lá fora, a diversidade étnica da população paulistana representada na obra de Alex Flemming… #recuerdosdesp.

Moema SP

Tapume das obras do Metrô, em uma esquina da Avenida Ibirapuera, no bairro de Moema. Morei bem perto, na Rua Tuim, entre os anos de 1999 e 2005. Embora gostasse bastante de viver no bairro, sempre me ressenti de não dispor de uma estação de Metrô mais próxima. Depois que vendi o meu carro e, mais tarde, mudei-me para o Campo Belo (bairro vizinho), cheguei a acreditar que assistiria à inauguração da linha prevista para cobrir essa área da cidade. Enganei-me. Rotundamente. De lá para cá, foram tantas as estimativas não cumpridas, que até desanimei de me informar a respeito. Vejamos se esse trem sai antes de 2020…#desejosparasp.

Vila Mariana
Inaugurado em 1949, o Sistema Municipal de Trólebus de São Paulo tinha, então, mais do que os 50 anos que os dizeres informam na lateral do veículo desta minha foto. Afinal, estávamos em 2004. E eu já não lembro fazendo o que, pelos lados da Vila Mariana… #meusarquivos #saopaulo462anos.

Aérea II

Entre os tantos momentos de minha coleção de chegadas e partidas. E certa de que, breve, volto a revê-la…Parabéns, São Paulo!

 

Fotos por Adriana Paiva © : Flickr / Instagram

Temporada em São Paulo II

 

Março 2015 * Recortes

 

 

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Estação Trianon-MASP, às 13:16 de uma quarta-feira. Momento raro de poucos usuários na plataforma.

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Aeroporto de Congonhas.

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Em uma esquina qualquer da Avenida Paulista.

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A caminho do Itaú Cultural, para ver a Ocupação Hilda Hilst, esbarrei nos músicos canadenses do Street Meat. Ali mesmo, fiquei sabendo que eles fariam show no Epicentro Cultural.

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De frente com Hilda e alguns de seus mais queridos. Ocupação Hilda Hilst no Itaú Cultural. Até 21 de abril.

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Beco do Batman. Personagens concebidos pelo grafiteiro Presto em mural que também traz interferências dos artistas Binho Ribeiro, Ciro Schu, Feik, Highraff, Marcelo Eco e Snek.

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Ah, as ciclovias de SP, essas incompreendidas. Ainda que mal traçadas ou feitas a toque de caixa, sejamos justos, antes elas a nenhuma. Fotografei as placas ao lado da ciclovia da Vila Madalena, na altura da movimentada esquina das ruas Dr. Virgilio Carvalho Pinto com Artur de Azevedo.

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Juliano Salgado chegou cedo à Reserva Cultural. “O Sal da Terra”, documentário que codirigiu com Wim Wenders, foi um dos destaques da IV Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e abriu o evento em sessão especial para convidados.

 

Notas Paulistanas

 

Mais uma série no Instagram

 

Ibirapuera

Tamanha a saudade da Pauliceia me bateu hoje, que resolvi reabrir os arquivos de meus agridoces (dez) anos de moradia na cidade. Inicio a série com esta feita de dentro do carro. Provavelmente a caminho de casa, em Moema. Lá fora, vestígios da chuva e o famoso Monumento às Bandeiras.

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Praça Coronel Fernandes de Lima

Com ares interioranos e nome de milico, essa praça é uma *gracinha, no coração de Moema. Gostava de incluí-la no meu trajeto de casa até o “Pé no Parque”, na Hélio Pellegrino com a Inhambu, onde, não raro, tomava café da manhã — àquela altura, um dos melhores da zona sul de SP.

 

Parque Ibirapuera

De domingos no parque. O Ibirapuera era um destino frequente, tanto na época em que morei em Moema quanto, anos mais tarde, na fase em que vivi no Campo Belo — ambos bairros vizinhos daí. E como esquecer a série “Pão Music”? Um dos primeiros shows a que assisti, tão logo me mudei para São Paulo, em 1998, foi o de Gal Costa.

 

Cow Parade

Arte ou o mais descartável entretenimento ? A polêmica fervia e mal desembarcara em São Paulo a primeira edição brasileira da #CowParade. Estávamos em 2005. No começo, foi mesmo divertido andar pela cidade e dar de cara com uma dessas multicoloridas vaquinhas. Customizada pela artista plástica Patrícia Golombek, a “Cowmen Miranda” ficava na Avenida Paulista, bem em frente ao prédio do @itaucultural.

 

Campo Belo

Outra de minha ex-vizinhança. Só que, agora, no Campo Belo. Onde mais teria-me sido possível saber que irmãs carmelitas são dadas a flanar em grupo? Certo dia, em que também saía a passeio, divisei-as subindo a Rua Princesa Isabel, do outro lado da calçada. Provavelmente, rumo ao convento, próximo daí. E o que me pareceu tão interessante quanto, uma delas carregava uma sacolinha da Kopenhagen.

 

Imã Foto Galeria

Encerro mais uma série de “notas paulistanas” com este registro de uma tarde na Imã Foto Galeria, onde participei, ao lado de outros jornalistas, de entrevista com Walter Firmo – especialmente gravada para o site do fotógrafo Claudio Versiani.

Ainda sobre deslocamentos

E do meu perfil, no Facebook

Moema Pássaros

Sampa, SP: De uma caminhada por minha antiga vizinhança, em Moema, onde morei entre 1999 e 2005.


Já que falávamos em trânsito (cada vez mais difícil) nas grandes cidades: perdi as contas das vezes em que fiquei engarrafada aí, dentro de táxis a caminho do Aeroporto de Congonhas (distante poucos quilômetros). Uma das principais vias do bairro, a Avenida Rouxinol fica na chamada rota dos aviões. Eu morava na Tuim, uma das tranversais.
Ainda sobre o assunto deslocar-se a pé. Não há como poder fazê-lo nos arredores de onde se mora. Não sei por que, mas também me veio à memória a época em que, residindo em Brasília, um de meus trajetos preferidos era sair do meu apartamento, na 112 Sul, e caminhar até o Templo Budista da Terra Pura, na 316. Cumprir longas distâncias a pé nunca me foi problema. Tanto quanto chegar a salvo aos meus destinos, sempre me importou poder me deter nos detalhes do que eu via pelo caminho.

Outros recortes da Pauliceia

De revisitas
 

*”…O errante voyeurístico que descobre a cidade como uma paisagem de extremos voluptuosos. Adepto das alegrias da observação, connoisseur da empatia, o flâneur acha o mundo ‘pitoresco’ “

Avenida Paulista por Adriana Paiva

Rasgos de amor na São Paulo da garoa. Beijos apaixonados em plena Avenida Paulista.

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Moema Pássaros. São Paulo

De uma volta pela minha antiga vizinhança, em Moema. Flores crescendo, teimosa e harmoniosamente, para além dos domínios de edifício na Avenida Macuco, próxima à Tuim, outra rua com nome de pássaro e onde morei entre 1999 e 2005.

Susan Sontag em Sobre Fotografia, Companhia das Letras, 1983.

 

Fotos por Adriana Paiva ©


Mas ela é carioca …

 

Das consequências de deixar de ser turista na própria cidade

 

Placas no entorno do Largo da Carioca

Explorações citadinas: Placas no entorno do Largo da Carioca

Agora, que no Rio tenho usado Metrô com uma certa regularidade, volta e meia esbarro nesse tipo de problema.
Outro dia, quis sair do Centro rumo à Tijuca e só fiquei sabendo que no mesmo lado da plataforma passavam trens com destinos diferentes quando já me dava por perdida em estação nada a ver com a pretendida.
Graças a um desses solícitos conterrâneos pude saber que a informação que me interessava encontrava-se num luminoso acima da porta dos trens. 
Imagine por que agruras não passam aqueles que dominam pouco mais que os rudimentos do nosso idioma.

É possível que eu ainda me perca assim por pautar-me pela época em que vinha passar férias na casa de meus avós, nos idos dos 90. Com menos linhas e trens era tudo, obviamente, mais simples para uma forasteira sazonal, como eu até há pouco tempo fui.

 

Arte urbana

 

Das intervenções que tenho visto por aí

 

A deixa para a presente compilação vem lá do Facebook. Mais especificamente, do grupo “Street Photographer” que, reunindo mais de 1900 membros, entre fotógrafos, artistas visuais e aficionados por fotografia em geral, tem trazido à luz trabalhos interessantes tanto de amadores como de profissionais consagrados. A cada semana, os participantes elegem um tema. E o escolhido na sexta passada foi, justamente, “street art”. Abaixo, intervenções artísticas que tenho registrado em minhas andanças pelo Rio, por Brasília e São Paulo.

 

Rio de Janeiro

 

graffiti by Marcelo Ment

Muro da UNIRIO, na Urca : A arte de Marcelo Ment e Duda substituiu o mural abaixo.

graffiti by Marcelo Ment

No mesmo muro da UNIRIO : Rita Lee por Marcelo Ment.

graffiti by Marcelo Ment

Ainda Marcelo Ment : Esquina da Farme de Amoedo com a Avenida Vieira Souto, em Ipanema.

Graffiti em Botafogo

Muro em Botafogo : Arte pelo grafiteiro Acme. Registro de 2009.

São Paulo

 

graffiti by

Grafite dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (Osgemeos): Em 2007, Lei Cidade Limpa cobriu de cinza.

Osgemeos na Vila Madalena

Osgemeos em sua estreia na Galeria Fortes Vilaça. E a minha entrevista com eles.

graffiti by Titi Freak

Fachada do Studio SP, na Vila Madalena (2006): Arte de Titi Freak.

graffiti SP 2011

“Buraco da Paulista” : Homenagem ao centenário da imigração japonesa (2007) teve aval da Prefeitura.

Acesso ao buraco da Paulista - graffiti de Rui Amaral

Entrada do túnel José R. Fanganiello Melhem, na Avenida Paulista (2011): Arte de Rui Amaral.

 

Brasília

 

Bsb - Graffiti by Soneka & Shock

Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul: Paredes grafitadas pelos artistas Soneka e Shock.

 

Fotos por Adriana Paiva ©


Meus álbuns no Facebook

Outros links

 

 

De caminhadas pela orla carioca

Observando modos e manias

 

Copacabana - Posto 6

Praia do Pepe - Barra da Tijuca

Barra da Tijuca

Urca

 

Nas fotos  — de cima para baixo : 1 – A inevitável indagação: conseguiria a moça aproveitamento razoável de sua leitura com o sol já quase a pino ? (Copacabana, Posto 6. Primavera 2011). 2 – Reunião de fim de tarde (Praia do Pepê, Barra da Tijuca). 3 – Ainda Barra da Tijuca. 4 – Com esta talvez inaugurasse uma série com o pomposo título “Quando os observadores tímidos saem a passeio”. O subtítulo seria “Eles detêm-se sem invadir”. (Urca, Avenida Portugal). Fotos por Adriana Paiva ©.