Outras pedaladas

Fragmentos via  ‘Instagram Stories’

Rijksmuseum Fietsersbond Amsterdam bicycles racks foto Adriana Paiva ciclismo cyclists ponto de táxi museums streets Photo streetphoto street photography Musée d'Orsay franceses Museu de Orsay

foto de da Adriana Paiva fotos Velo-city 2018 cicloativismo BikeParade adrinascidades paulistanos foto jornalista Adriana Paiva

foto Adriana Paiva cyclist cyclists Benoordenhout bairros holandeses bicicletas de carga Haagse Bos ciclista fietser cargo bike periodista journalist jornalista Adriana Paiva

foto de Adriana Paiva bicicleta dobrável estações de trem train estations The Hague Den Haag Netherlands photo bike bikes fietsers europeia europeus Países Baixos Olimpíada Jogos Olímpicos periodista fotos da jornalista Adriana Paiva photos

foto de Adriana Paiva The Hague Nederland Centrum shopping centro comercial photo cyclist cyclists photo Bsb DF Plano Piloto fotos da jornalista Adriana Paiva photos

Os ciclistas, mundo afora:

* Amsterdã, imediações do Rijksmuseum >> Paris, entre o Rio Sena e o Museu d’Orsay * Pier Mauá (Velocity 2018) >> Avenida Paulista * Benoordenhout, Haia >> Ipanema, Posto 8 * Copacabana, Posto 5 (Rio 2016) >> Estação de trem Den Haag Centraal * De Passage, Haia >> Esplanada dos Ministérios, Brasília *

Links para as séries completas [ 1 ] [ 2 ]

* * *

#TBT sem filtro

Publicado, primeiro, em meu perfil no Instagram

Royal Dutch Gazelle throwbackthursday IG photos by bicycle manufacturer company in the Netherlands Gazelle factory in Dieren Nederland espaço urbano ciclista europeia holandeses europeus smartphones bikes holandesas fábrica holandesa  bicycles

Ciclista ao celular | Delft, Holanda: Flanando por entre canais em um dia chuvoso de primavera.

*

No blog | + Bikes, Ciclistas & Ciclovias

* Junho – Mês da Bicicleta * Europa sobre duas rodas * + Ciclismo no Instagram * Recortes da Rio 2016 * Pedalando pela Ciclovia da Paulista * Brasília: Eixão do LazerRio, Verão 2015 * Outubro/Novembro 2017 * Mobilidade por bicicleta | Desafios das ciclistas de SP * À beira do Rio Sena * Pedalando pela UrcaVelocity 2018 / BikeParade *

* * *

 

 

Itinerâncias

Chamados d’além-mar

Vovô ascendência descendência portuguesa europeia dupla nacionalidade cidadania bisavós bisavô bisavó bisnetos bisneta cidadã lusitana cidadãos portugueses lusitanos fotografias antigas estrangeiros álbum de família imigrantes europeus lusos Porto Concelho vila Nelas Beira Alta raízes lusitanas retratos antigos

Meu avô Edmundo, em registros feitos entre 1935 e 1944: Filho de portugueses que se conheceram no Brasil — tive a sorte de conviver com eles durante um bom período de minha infância. Quando eu me entendi por gente, vovô já não tinha cabelos


Já se vão alguns anos desde que meus primos André e Thiago, filhos do irmão de meu pai, adquiriram cidadania europeia e escolheram a Europa para viver. O fato de nossos pais serem netos de portugueses, é claro, trouxe facilidades ao processo.

Thiago, o caçula do meu tio, mudou-se para Düsseldorf em função de seu trabalho como diretor de arte em uma agência de publicidade. Foi na cidade alemã, aliás, que sua primeira filha veio ao mundo. Depois de um período vivendo nos Estados Unidos (Chicago), também por injunções profissionais, recentemente ele resolveu voltar para a Alemanha. André, o primogênito, fechou, no Rio, um escritório de advocacia para dedicar-se a uma paixão: o ‘skydiving’. Rumou para Portugal com esposa e filhos, comprou apartamento por lá e, segundo diz o titio, não pensa em, tão cedo, voltar a morar no Brasil.

primos de 1° grau primeiro primogênitos retratos fotografia descendentes de italianos e portugueses Paiva dupla nacionalidade europeus foto retratos cidadania herança europeia passaporte europeu prima irmãos familiares parentes da jornalista Adriana Paiva

André e Thiago em 2 tempos: o primogênito e o caçula de meu tio Edmundo

Essa facilidade em construir uma vida em cidades tão díspares é algo que, a despeito de minha própria experiência “cigana”, continua me causando admiração. No caso dos meus primos, me pergunto até que ponto o fato de eles também terem pai militar (como eu e minha irmã) não tornou as decisões ainda mais fáceis. Meu tio é oficial superior da Marinha, atualmente, na reserva.

fotos viagens viajantes Antonio Augusto pai cadete quase aspirante base aérea aviões avião Hércules 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado tio das Forças Armadas carreira vida militar militares cavalariano Rio Grande do Sul comando Marinha capitão de Mar e Guerra comandante Edmundo Paiva colégio naval oficiais navio Terra do Fogo

À esquerda: Meu pai, no 4° ano da AMAN, a caminho de São Borja (RS) ; final do curso de Cavalaria incluía partidas de polo na Argentina. Nas fotos ao lado, meu tio quando jovem oficial; navio de passagem pelo Estreito de Magalhães (Chile).

Há algum tempo experimentando a serenidade advinda de fincar raízes junto aos meus, depois de anos mudando de cidade — com mais frequência até que meus primos, enquanto titio esteve na ativa –, de repente, me vejo sondando possibilidades para algo além das fronteiras do Rio de Janeiro.

* * *

De minhas viagens à Amazônia

Fotos publicadas em meu site e nos meus perfis no Flickr e no Instagram

yanomamis povos indígenas endereço email e-mail contato do blog cão cachorro animal de estimação região Pico da Neblina Comando de Fronteira Rio Negro e 5º Batalhão de Infantaria de Selva Batalhão Forte Amazonia São Gabriel yaripo Venezuela terra indígena Funai Ministério da Justiça Alto Rio Negro Urihi terra-floresta indigenous people Amazon rainforest Sipam Sivam Amazonas photos periodista brasileña Fotos de Adriana Paiva

Menino yanomami e seu cãozinho. Aldeia de Maturacá, 2002

Várias das fotos que fiz em minhas viagens à região amazônica (a trabalho e a passeio) estão, há anos, na Internet. Adicionadas ao meu site, à minha galeria no Flickr e, mais recentemente, também ao meu perfil no Instagram – algumas, diga-se, amiúde reproduzidas sem minha autorização.
Aliás, se você vir por aí alguma dessas fotos sem o devido crédito acompanhando-a – ou, ainda, se tiver interesse em publicar meu material –, agradeceria que entrasse em contato (o e-mail do blog).

Há poucos dias, no calor da discussão sobre a possível extinção do Fundo Amazônia e do aumento do desmatamento na região, subi no IG uma pequena série de fotos de uma viagem que fiz em 2002. Abaixo, uma delas:

Região Norte Amazônia desmatamento queimadas voo sobrevoo Cabeça do Cachorro São Gabriel da Cachoeira tomada aérea SOS Fundo Amazônia Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Inpe Noruega Alemanha floresta amazônica clima aquecimento global aldeias árvores avião Fotos Amazon deforestation journalist photos press jornalista Adriana Paiva

Sobrevoando a reserva yanomami de Maturacá: Novembro de 2002

Depois de subir as (3) imagens, constatei que os desvios de cor ficaram bastante acentuados. Importante dizer que as fotos foram feitas com uma de minhas câmeras Nikon (analógicas) e, embora o filme tenha sido revelado e digitalizado em laboratório profissional, os problemas (que já vinham do registro original) ficaram ainda mais evidentes quando as imagens foram para o Instagram. Preciosista que continuo sendo, é possível que qualquer hora apague o post.

Ainda Amazônia | Outras imagens

Reserva indígena crianças meninas ianomâmis arquitetura construção ianomâmi construções típicas aldeia aldeias Pico da Neblina Maturacá Ayrca Região Alto Rio Negro ICMBio fronteira Brasil Venezuela floresta

Menina yanomami: Aldeia de Maturacá, 2002

Urihi Terra-floresta casa povos originários maloca Yanomami taba aldeia povo indígena índios ianomâmis Fotos por Adriana Paiva

Reserva yanomami de Maturacá: Guiados pelas crianças da aldeia

blog da jornalista Adriana Paiva encontro dos rios Negro e Solimões Rio Negro safári amazônico encontro das águas parque ecológico Amazonas Porto de Manaus do Porto da Ceasa rainforest ecological park

Parque Ecológico Janauari: Iranduba (AM), 2003.

* * *

Patinetes elétricos na ordem do dia

Adesão maciça, regulamentação a caminho

transportes aplicativos compartilhados Grin Tembici Yellow Uber mulheres líderes políticas política Ipanema Beach Orla carioca 021 cariocas turistas Assembleia Legislativa do Estado do Rio blog da jornalista Adriana Paiva

Ipanema, Posto 8: Trecho de orla onde patinetes da Grin são tão numerosos quanto os da Yellow

Pelo que leio em veículos de imprensa, aqui e ali, a virada de mesa da prefeita de Paris não demorou a reverberar nas bandas de cá.

Na quinta-feira, 6 de junho, Anne Hidalgo anunciou, em uma coletiva de imprensa, medidas que visam ordenar o uso dos patinetes elétricos na capital francesa.
Na ausência de um quadro jurídico claro”, os patinetes na cidade se multiplicaram de “forma anárquica”, comunicava, no Twitter, o perfil da prefeita.  Em Paris, atualmente, 12 empresas operam nesse ramo e há cerca de 20 mil patinetes elétricos em circulação. O temor da prefeita era o de que, sem regras claras, no ano que vem esse número chegasse a 40 mil.
Além de ressaltar o fato de que o patinete elétrico é um modal que contribui para a redução do uso de veículos poluentes, Hidalgo escreveu na mesma rede social: “Não se trata de pregá-lo ao pelourinho. Mas é preciso ordem e regulamentação para garantir a segurança no trânsito e pacificar ruas e calçadas.”

Vamos lá, em caixa alta: SEGURANÇA no trânsito. PACIFICAR ruas e CALÇADAS.

Serei sempre uma ardorosa defensora dos transportes limpos. Mas espero que você que me lê aqui não saiba o que é estar andando tranquilamente pela calçada (lugar, lembremos o óbvio, onde a preferência é do pedestre) e quase ser atropelada por patinetes em alta velocidade. Pois eu sei. Por pouco, não aconteceu comigo. Em Ipanema e no centro da cidade.

fotos VLT patinetes scooters patinete Grin Orla Conde Blog da jornalista Adriana Paiva

Praça 15, Centro do Rio: Do meu Instagram

Verifica-se, no caso dos patinetes, algo semelhante ao ocorrido com outras inovações: elas chegam, conquistam hordas de adeptos, e, apenas algum tempo depois, a regulamentação acontece. Mas, também nesse caso, a sociedade começa a fazer pressão para que as regras sejam estabelecidas e de forma clara.

Reportagens veiculadas em abril passado já davam conta de que, no Rio, com o aumento exponencial do número de usuários de patinetes elétricos (a partir do final de 2018), também vinham se multiplicando os registros de acidentes – de atropelamentos de pedestres a colisões com outros veículos.
Por ora, as regras para o uso e trânsito de patinetes na capital fluminense têm caráter provisório e obedecem decreto publicado em 2018. Na ALERJ, entretanto, aumenta a pressão para que a regulamentação não demore mais a sair.

Na capital paulista, depois da decisão polêmica que resultou na retirada das ruas, no final de maio, de mais de 500 patinetes, a Grow, proprietária das marcas Grin e Yellow, anunciou, em 6 de junho, que voltava a operar normalmente, após efetuar o credenciamento da empresa junto à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.
Cabe lembrar: A Grow Mobility Inc. é resultado da fusão, anunciada em janeiro deste ano, da mexicana Grin, maior operadora de patinetes elétricos da América Latina, com a startup brasileira Yellow, que já liderava, por aqui, o negócio de bicicletas compartilhadas sem estação.

Outras cidades brasileiras também vêm discutindo como regular o uso do modal. Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura abriu uma consulta pública para coletar opiniões da população, não apenas acerca do serviço de patinetes compartilhados no esquema ‘dockless’ (sem estação fixa), mas também sobre o de bicicletas (elétricas e convencionais).

GYN Goiânia capital goiana Setor Bueno scooters cidades economia compartilhada veículos compartilhados adrinascidades micro-mobility blog environmentally friendly electric scooters mobility Instagram da jornalista Adriana Paiva

Goiânia, abril de 2019: Operação da Grin, na capital, começou no final de março

 

* * *

 

O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

GYN Família Adriana Paiva jornalista viajante Goiania Setor Marista skyline edifícios shopping Órion Complex Complexo Orion centro hospitalar centros cirúrgicos periquitos gabiroba guabiroba frutos Instituto Panamericano da Visão Parque Areião Vaca Brava macacos-prego museu Goiás esporte esportes scooters patinete Grin vista aérea Uber Lounge Aeroporto Santos Dumont outono 2019...Fotos por Adriana Paiva

Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo OrionSetor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

* * *

Recordações do MS

Campo Grande * Década de 1990

ateliê Arte do Pantanal animais tamanduá bandeira meu pai comandante comandou Antonio Augusto quarteis comando quartel Comando Militar do Oeste 18º Batalhão Logístico 18º B Log Exército Cavalaria militar general generais coronel coronéis oficial filho filhos filha oficiais militares de carreira época em que moramos no Mato Grosso do Sul jornalista Adriana Paiva

Ateliê Arte do Pantanal: De postais e camisetas, mimos com temática regional

Voltando a mexer em postais e fotos, me ocorreu verificar se estabelecimentos que eu frequentava quando moramos em Campo Grande (entre 1991 e início de 1993) ainda estão em funcionamento. Estariam em atividade, por exemplo, nos moldes em que os conheci, o Arte do Pantanal e o Bar Camaleão?

Sobre o Arte do Pantanal, é possível que, em algum grau, minha memória me traia, mas a imagem que me ficou desse período foi de adquirir uma grande variedade de souvenirs em uma lojinha situada na Avenida Afonso Pena – uma das principais da capital -, não muito distante de onde morávamos. Nossa casa ficava na rua Sargento Cecílio Yule – perpendicular à avenida — , em um trecho da vila militar reservado às residências de coronéis e generais. Nessa época, meu pai comandava o 18° Batalhão Logistico.

Do bar Camaleão, já cheguei a falar aqui. Tocado pela família Espíndola, o lugar era um dos mais fervilhantes pontos de encontro de artistas e intelectuais, na capital sul-matogrossense. Quando fiz a foto (abaixo) do recital de Adriana Calcanhotto, aliás, o diretor cultural do bar era o artista plástico Humberto Espíndola, irmão mais velho das cantoras Alzira e Tetê.

show violão música cantora gaúcha jornalismo cultural cantores point cultural MS caderno 2 cultura foto por Adriana Paiva jornalista

Bom, como o Google não me pôde fornecer informações precisas sobre o bar e o ateliê, resolvi perguntar aos amigos Oscar e Mariliz, profundos conhecedores da ‘Cidade Morena‘.

Também jornalista (e, como eu, cobrindo área cultural), Oscar me disse que o bar esteve em atividade por algumas temporadas, na década de 1990, e depois fechou – e que a família Espíndola, desde então, não investiu mais nesse tipo de empreitada. Já o Arte do Pantanal, com aquele perfil que conheci, ao que parece, não existe mais.

 

Instagram e possibilidades

Recursos para contar histórias

Demorei a me render ao Instagram Stories.  Em 2016, quando lançaram o recurso, não me empolgava minimamente a ideia de publicar conteúdos que desapareceriam 24 horas após eu colocá-los online. Mesmo após anunciada a novidade de que essas publicações poderiam ser alçadas à condição de destaques, permanecendo no ar por tempo indeterminado, continuava a não me sentir suficientemente motivada a explorar a ferramenta.
Há pouco mais de uma semana, entretanto, deixei a má vontade de lado e resolvi experimentar. Enfrentando a instabilidade da plataforma (e vários ‘o Instagram parou’, entre uma publicação e outra), coloquei no ar três séries de fotos em torno de temas que me são caros: ‘ciclismo / mobilidade por bicicleta’ e ‘arte urbana’. Veremos o que se descortina a partir daí
.

fotos blog da jornalista Adriana Paiva Drixpaiva IG Insta Photos Brazilian Journalist journalists Cyclists around world and Street art travel traveler - Den Haag Albert Heijn B.V. supermarket Netherlands The Hague Amsterdam Europa experiência europeia holandesa Amsterdã holandês mercados supermercados holandeses europeu europeus Delft Países Baixos Paris France Europa

Sobre ciclismo e arte de rua:  Por ora, três séries com 8 a 9 fotos cada.

* * *

“Aulas de felicidade”

Na minha época de UnB era o SOU a apontar caminhos

A inclusão de uma disciplina na grade curricular da Universidade de Brasília (UnB) rendeu, na última semana, uma série de reportagens e posts redes afora. Inspirada na experiência das universidades americanas de Harvard e Yale, “Felicidade”, a matéria em questão, passará a ser oferecida a partir de agosto, e, por ora, apenas aos alunos do campus do Gama.
Com tantas chamadas apontando para o “inusitado” do fato, o que parece ter rendido menos comentários nas redes foi a real motivação da novidade curricular.

A preocupação com a saúde mental dos alunos da UnB foi o que, na verdade, levou à criação da disciplina. Precisamente depois que uma pesquisa demonstrou que um grande número de estudantes vinha apresentando sintomas de distúrbios como a depressão, quadro frente ao qual a universidade admitia não estar preparada para atuar.

John Lennon Beatles homenagem música músicos estátuas

O que é bom para a UnB é bom para o Brasil? : Doada à universidade em meados da década de 1990 (época em que fiz a foto), estátua de John Lennon, ainda hoje, é alvo de pichações

Quando vi a reportagem na Globo News, um dos pensamentos que me ocorreram foi que, nos meus tempos de UnB, o que tínhamos à disposição como suporte para nossas inquietações – crises vocacionais, inclusive – era o SOU – Serviço de Orientação ao Universitário http://www.deg.unb.br/sou — e que este foi-me bastante útil na época em que, tendo por volta dos meus 19, 20 anos, ainda não tinha firmeza sobre minhas escolhas profissionais — convém lembrar que entrei na universidade aos 17. Foi frequentando o SOU, aliás, que recebi apoio (e a indicação de uma terapeuta) para começar a fazer análise.

Há que ser sempre recebida com entusiasmo a oferta de disciplinas que tenham como meta a melhoria do bem-estar dos alunos. Entendo que a inserção no currículo acadêmico de aulas de “felicidade” é também uma forma de jogar luz sobre questões que, eventualmente, estejam a afligir os estudantes, e que fazê-lo em grupo, compartilhando experiências, é um bom começo. No entanto, se ao sentimento de inadequação também se somam sintomas de distúrbios mentais mais sérios, é óbvio que esses têm de ser tratados com a adequada orientação profissional.

OPTATIVAS

Uma olhada nos históricos escolares das universidades pelas quais passei atesta o quanto sempre fui adepta de incursões por matérias sem imediata ligação com o meu curso. Na UnB mesmo, na tentativa de descobrir qual seria minha real vocação, experimentei um bocado entre a Antropologia e o Cinema – um pouco menos, entretanto, quando me decidi pelo Jornalismo.

FAC história colegas UnB Expediente Câmpus jornal ensino superior faculdades estudei DF experiência brasiliense Repórteres e editores Adriana Paiva Veronica Goyzueta Nahima Maciel Renê Sampaio Professores David Renault Maria Luiza Dainesi professores telejornalismo - Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília

Expediente do jornal-laboratório Campus: Matéria obrigatória ; no meu segundo ingresso na UnB, em 1993, eu já estava decidida pelo Jornalismo

A lista de optativas cursadas (apenas na UnB) incluiu, entre outras: uma série de disciplinas nos departamentos de Literatura e Filosofia, uma efêmera incursão pela Psicologia (com PGE, uma de minhas mais atormentadas escolhas), além de experimentos em Letras, com alemão — que tranquei não muito tempo depois de começar a contar ‘eins, zwei, drei, vier’… – e língua japonesa, cuja aprendizagem busquei aprimorar em cursos fora da universidade.

Embora continue entusiasta de uma formação multidisciplinar, hoje reconheço que preferiria ter ingressado na universidade com menos dúvidas do que entrei, o que, é bem provável, me teria levado a cursar optativas com mais objetividade, isto é, buscando aquelas mais condizentes com minhas verdadeiras aptidões.

 

* * *

Uso da bicicleta em evidência

Data instituída pela ONU, encontro brasileiro de cicloativistas e conferência internacional sediada no Rio

Uma decisão aprovada em sessão da Assembleia Geral da ONU, em abril passado, estabeleceu 3 de junho como o Dia Mundial da Bicicleta. A resolução, adotada pelos 193 paises-membros, reconhece a singularidade da bicicleta como meio de transporte por suas características de veículo acessível, versátil, ambientalmente amigável e benéfico à saúde.
Efeméride nascida neste 2018, oportuno que seja celebrada no mesmo mês do  Bicicultura, encontro anual de cicloativistas (de 8 a 10/6), e da Velo-City, conferência internacional sobre mobilidade urbana em bicicleta, que acontece no Píer Mauá (entre 12 e 15/6), marcada pelo ineditismo de ser sediada por um país da América Latina.

Mais ciclismo | Via Instagram

Foto da jornalista Adriana Paiva

De colóquios à beira-mar: Praia de Ipanema, Posto 8 * Abril, 2018.

Paris França Europa ciclistas fotos europeus musées européens vélo bicis sightseeing europeia museu turistas european museums bike riding photos by Adriana Paiva

Gente que aprecia explorar Paris a bordo de uma bicicleta. A Bike About Tours  desta minha foto no Louvre, a propósito, vem, por anos seguidos, sendo considerada, por viajantes dos quatro cantos do mundo, uma das melhores experiências de visita guiada sobre duas rodas. #TBT

foto fotos fotografia photo by Adriana Paiva

Praia de Ipanema, Maio 2018.

Museumplein Amsterdam amsterdammers Netherlands Amsterdã Países Baixos Holanda holandeses

Entre visitas ao Rijksmuseum e ao Van Gogh Museum, uma volta pela Museumplein, a praça dos museus de Amsterdã.

 

No blog | + Bikes, Ciclistas & Ciclovias:

* Urca: A pé ou de bicicletaEuropa sobre duas rodasCiclismo de estrada (recortes da Rio 2016)  * Pedalando pela Ciclovia da Paulista * Brasília: Eixão do LazerRio, verão 2015 * Outubro/Novembro 2017 * Mobilidade por bicicleta | Desafios das ciclistas de SP * À beira do Rio Sena *

* * *

O período em imagens

 

Via Instagram

Seleção | Março – Abril 2018

esporte esportes corrida kitesurfe kitesurf photo photos  Rio 92 Earth Summit Fotos por Adriana Paiva

 

* #TBT dos tempos de faculdade: Eco 92 * CCJF * Escadaria do Teatro Municipal (RJ)  *
* Marielle Franco: Presente!: Praça Floriano * Mês Internacional da Mulher * Cinelândia *
* Arpoador * Praia da Reserva * Orla Conde 
*
 * Ipanema, Posto 8 * Kitesurfe na Praia do Pepê * Copacabana / Travessias *

*

A UnB de nossos manifestos juvenis

[ Da série: ‘Arquivos Brasilienses’ ]

O ano em que, por pouco, não vimos uma viralata tornar-se reitora

histórias de Brasília Bsb história FAC comunicação Geni a cãdidata cães viralatas SRD

Campus da Universidade de Brasília (UnB): A mascote Geni “posa” ao lado do DCE. ‘Cãdidatura‘ da viralata à reitoria ganhou fôlego a partir dos centros acadêmicos 

 

Estávamos em 1993,  pouco tempo após o meu segundo ingresso na UnB (dessa vez, para cursar Jornalismo) e em época de eleições para a reitoria.

Não recordo das circunstâncias exatas que envolveram a iniciativa de lançar a viralata como candidata a reitora. Ouvi quem afirmasse que a ideia teria sido gestada dentro do DCE, mas também quem dissesse que teria partido do pessoal do CAFIS, o Centro Acadêmico do curso de Física.
Concebida para encarnar o voto de protesto – no mais galhofeiro estilo “macaco Tião” -,  fato é que a candidatura da cã bonachona deixou o campus em polvorosa, com as ações criativas promovidas pelo pessoal dos centros acadêmicos, vindo, inclusive, a ser destaque em vários veículos de imprensa.

Foto pde Adriana Paiva

*

Algum tempo depois de “concorrer” à reitoria, Geni também foi parar na capa do “Agnaldo”, suplemento cultural de nosso semestre de Campus (o jornal-laboratório do curso de jornalismo da FAC), ao lado de acontecimentos e personagens de destaque da cena brasiliense, como o Maskavo Roots  – em sua primeira formação; a que tinha como guitarrista o Carlos Pinduca, fundador da banda e meu colega na disciplina ‘História da Imprensa’ (ministrada pelo saudoso Carlos Chagas):

jornal bandas brasilienses de garagem capa do suplemento Agnaldo do Campus

*

Falando, ainda, em reitoria, informações que já quase me escapavam: Ao longo de meus dois ingressos na UnB, tivemos três diferentes reitores: Cristovam Buarque, Antônio Ibañez Ruiz (que chancelou minha mudança de curso, da Antropologia para o Cinema) e João Claudio Todorov (por dois mandatos).

*

| Outras notas brasilienses:

*  + Universidade de Brasília * Meus endereços na capital federal * Brasília, 56 anos  * Bsb: 54° aniversário * Brasília aos 53  * Recuerdos digitalizados  * Pelas mesmas ruas onde aprendi a dirigir * Retratos em preto e brancoNotas do Clã * Arquivos de andanças * Razões para retornar a Brasília *

* * *

Nostálgica

Ecos do Planalto Central

Daqui a mês e pouco, Brasília aniversaria e, eu, nostálgica por antecipação, passeando pelo meu primeiro blog, relembro do post cujo excerto trago para cá:

Foto por Adriana Paiva - Apartamento SQS 112 Plano Piloto Asa Sul DF Residência funcional do EMFA Estado Maior das Forças Armadas história histórias de Brasília Bsb apartamento funcional filhos de militar - militares

Edição a partir de fotomontagem feita no meu antigo laboratório PB.  Junto a “Meu Tempo é Quando”, poema de Vinícius de Moraes (‘Poética’, Nova York, 1950), inseri imagem registrada em 1987, da janela do apartamento onde morávamos, na 112 Sul — época em que eu estudava Antropologia (na UnB) e meu pai trabalhava no EMFA (atual EMCFA).

 * 

Bsb | Entre idas e voltas:

* Na Barra como em Brasília – Meus endereços na capital federal * UnB – Universidade de Brasília * Fase de fixação nipônica  * Brasília, 56 anos – Via Periplus  * Bsb: Um brinde aos 54 * Bsb faz 53 * Ao calouro, com amor * Recortes brasilienses | Em P&BErrantes desde pequenos | Notas do Clã * Arquivos de andanças * Por que 5 x Brasília? *

 

Incógnita nos céus

 

O dirigível que passou por aqui

Ao que parece, antes de ser derrubado pelo temporal que caiu sobre o Rio na Quarta-feira de Cinzas (14), o ADB 3-X01 não havia atraído grande atenção da imprensa local. Uma pena.
Na véspera, cheguei a publicar no meu perfil, no Instagram:

Voo entre o Mandala e o Novo Leblon - Foto de Adriana Paiva

ADB 3-X01 sobrevoa orla da Barra da Tijuca: No canto inferior esquerdo, a cobertura de um dos edifícios do Condomínio Mandala

Avistei-o, pela primeira vez, na quinta-feira (8), vindo da orla e voando na direção do Mandala, condomínio vizinho ao Novo Leblon, onde moro. Alguns dias depois, quando voltei a vê-lo, eu estava dentro do carro indo em direção ao Recreio.
Como o logotipo impresso em tamanho reduzido não permitia concluir do que se tratava, recorri ao Google. Diga lá, oráculo, o que há por trás do “dirigível sobrevoando a Barra da Tijuca”? Mistério solucionado. Trata-se de um dirigível de modelo ADB 3-X01 (da empresa AirShip do Brasil), a primeira aeronave desse tipo a ser construída no país.

Se a ideia do sobrevoo por tantas cidades entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo também é funcionar como um ‘teaser’, não apostaria que a estratégia venha, de fato, a surtir efeito. Mas, enfim, o dirigível cruza os céus do país em testes para a fabricação de outros maiores, que devem ter como funções monitoramento e transporte de cargas.

Foto de Adriana Paiva

* * *

Rio, 29°C

Da Barra da Tijuca a Ipanema

Paraglider rumo ao Arpoador

Manhã de sexta-feira (2/2), no Leblon. Do quiosque da Mãe Terra, no Baixo Bebê, acompanhando o que, por alguns minutos, pareceram evoluções de um parapente desgovernado. A pessoa planava tão rente aos edifícios, em direção ao Arpoador, que, logo, uma pequena multidão de transeuntes apreensivos se formou por ali. Um speed fly (parapente de velocidade), até onde sei, não teria (nem deveria ter) como percurso esse trecho da orla.

Avenida Vieira Souto - Foto pde Adriana Paiva

 Naquela mesma sexta (2). Ipanema, Posto 10, por volta de 13h30

Como carioca nada afeita a passar calor, preciso registrar que estou exultando com esses dias, digamos, quase frescos.
Quando, meus senhores, nestas terras de São Sebastião do Rio de Janeiro, vimos temperaturas oscilando entre toleráveis 29°C e 31°C, em pleno verão? Se essa graça ocorreu, sinceramente, eu não lembro (ou, talvez, nem morasse no Rio). 

*

Saí da praia rumo à Ataulfo de Paiva, pouco depois de meio-dia e meia. E sem saber, afinal, o destino do aventureiro do parapente. Como, mais tarde, não vi nada a respeito no noticiário, quero crer que ele chegou a salvo em solo.

*

Na minha rota até a Casa de Cultura Laura Alvim,  em Ipanema, o dia, que começara com sol e céu azul,  estava assim:

Ipanema Dois Irmãos Foto de Adriana Paiva

* * *

Antes de desativar seu perfil no Instagram…

Pense bem; não há garantia de que você reveja suas fotos

Aqui, um resumo do que ocorreu comigo: Em 24 de julho de 2017, desativei minha conta no Instagram. Ao reativar, no dia seguinte, constatei que cerca de 750 de minhas imagens haviam desaparecido. Embora os sucessivos contatos com o suporte da rede social, em momento algum, eu obtive retorno. Dado o espantoso volume de queixas semelhantes, partidas de outros usuários, qual não foi a minha decepção ao concluir que falta de feedback é praxe do Instagram

Museu Municipal de Haia - Foto pde Adriana Paiva

‘Hollands Deep’,  mostra do fotógrafo Anton Corbijn no Museu Municipal de Haia: Imagem (re)publicada no Instagram

 

Escrevi, em 26 de julho:

Sim, este é um ‘repost’. E um ‘repost’ em sinal de protesto. Pois que sigo inconformada com o sumiço de minhas fotos. M-I-N-H-A-S. Todos registros de minha autoria, convém enfatizar. Das mais de 1000 imagens publicadas, de 2013 para cá, restaram 250. Como assim? Por quê? Aonde foram parar? Entrei em contato com o suporte do Instagram, mas, como sói ocorrer nessas circunstâncias, não obtive nenhum retorno. Pesquisando na Internet, descobri que outros usuários passaram por situações semelhantes, ao desativarem seus perfis e reativarem algum tempo depois. Entre inúmeras reclamações e um e outro relato desesperado — de gente que, como eu, fez contatos infrutíferos com o suporte –, encontrei até quem relatasse ter perdido uma “galeria” inteira, ao desativar sua conta aqui. E aí?  Fica por isso mesmo?

Voltei ao assunto, quatro dias depois:

Roterdã Paris - Foto de Adriana Paiva

Ainda à espera de ter minhas fotos de volta. Li em queixumes por aí, entretanto, que, justamente quando menos se espera, é que as imagens costumam retornar à sua galeria (…)  No meu caso, que tenho usado o Instagram, sobretudo de forma lúdica, é certo que já não verei a mesma graça em continuar postando. Só não me aborreço mais porque tenho o backup de tudo o que já publiquei aqui. A exemplo deste registro, que fiz a bordo de um trem da Thalys, viajando de Rotterdam a Paris.
* * *

Dias de Pauliceia

 

Organizada e intensamente

Inaugurando junho na mais positiva das disposições

Fotos por Adriana Paiva

Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo

Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário. Flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.

As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.

Oca Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho

Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.

Fotos por Adriana Paiva

Japan House:  A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão”  (até 9 de julho) 

Reserva Cultural

Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6

*

|  + SÃO PAULO:  No blog e no Instagram – pela hashtag #adrinascidades  | 

* * *

Da série: “Arquivos de Andanças”

Revendo trajetórias

“Pertence à ordem do amor para um filho, em primeiro lugar, que ele diga sim a seus pais como eles são”

(Bert Hellinger)

Se eu já era cuidadosa em relação aos meus backups, tornei-me três vezes mais depois de passar por uma (ainda não digerida) perda de arquivos fotográficos.
E eis que, no movimento de encontrar (e, aos poucos, reparar) imagens do Periplus, meu primeiro blog – até recentemente, hospedadas em um de meus domínios -, deparei com um post em que eu relatava um reencontro com colegas jornalistas, ocorrido em São Paulo, logo após eu me mudar para lá. Fez-se, então, a deixa perfeita para eu retomar o assunto aqui.

Banner do Periplus - Colégios estudos onde estudei Colégio Eduardo Guimarães Segundo Grau Escola Eduardo Guimarães La Salle Integral faculdades Universidade de Brasília Em japonês das aulas de Alice Tamie Alice Joko UnB - hiragana e katakana - Nihongo Adoriana Paiba
Comentando o “deslize” cometido por uma das pessoas presentes àquela reunião, escrevi em certa altura: “Não era-lhe de conhecimento o fato de que soldados não chegam a coronéis. Dado aparentemente irrelevante. Mas, num país onde o alistamento militar é obrigatório, não seria duplamente imperativo que nosso repórter estivesse a par de questões como essa?
Então. Imaginem ter de explicar para um jornalista, com idade perto dos 30, o que significa, para essa carreira em especial, o seu pai ter cursado AMAN. Logo eu! Difícil de acreditar, mas eu precisei fornecer tais explicações para um cara que chegou a frequentar festa na casa da minha família, em Campo Grande (MS), justo na época em que meu pai, então coronel, comandava um quartel na capital. O mesmo indivíduo que, algum tempo depois do comentário jamais explicado, eu soube estar frilando para um jornal de São Paulo.

Papai como Coronel Paiva Antonio Augusto pai de Adriana Paiva - ECEME Escola de Comando e Estado-Maior do Exército Condecorado em 1995 durante governo FHC, Colégio Militar, Prova de salto na AMAN Academia Militar das Agulhas Negras Resende portugueses descendentes descendente avós avô avó general generais Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais EsAO  Comandos Paiva 3° Esquadrão Cmec 3° Esquadrão de Cavalaria Mecanizada - O 18º Batalhão Logístico 18º B Log comunicação história Campo Grande MS militares pai da jornalista Adriana Paiva filha filhos de militar

Meu pai em 3 tempos: A partir do alto, no sentido horário: Em 1958, com 12 para 13 anos, aluno do Colégio Militar de Belo Horizonte ; em 1967, participando, como cadete, de uma prova de salto na AMAN; e em 1995, aos 50 anos, condecorado, como coronel, na mesma cerimônia em que, coincidentemente, meu ex-professor de História da Imprensa (FAC/UnB), o jornalista Carlos Chagas (na 2.ª fileira), também era homenageado.

Pouco converso sobre o assunto, mas não teria como ignorá-lo. Afinal, trata-se de minha filiação. Meu pai chegou ao topo da carreira, tendo cumprido, com honrarias, todo o percurso a partir do Colégio Militar: entrou na AMAN – Academia Militar das Agulhas Negras (o equivalente, em termos civis, a uma universidade), fez EsAO, ECEME, comandou quartéis, como major e, depois, como coronel…
Ou o coleguinha, lá atrás, era pouco informado sobre o meio (do que duvido muito) ou agia de má-fé, opção que reputo como a mais provável. Bem, mas essa é uma outra história. Não faz sentido ocupar o espaço do meu blog com considerações sobre a motivação (e os complexos) de quem eu mal conheço.

Percursos dos pais, escolhas dos filhos

Lembro da primeira vez em que me senti constrangida por ser filha de militar. Eu era adolescente e cursava a primeira série do Segundo Grau numa escola particular de linha progressista, em Botafogo. A situação não poderia ser mais banal: minha carteira de identidade caiu no chão da sala de aula. O garoto que sentava-se ao meu lado viu e pegou-a, às gargalhadas e com um comentário mais ou menos nestes termos: ‘Olha só, gente, ela é filha de major!‘ — o RG emitido pelo então Ministério do Exército trazia impressa a patente do pai do portador.  Embora perdoado, o bullying continuou reverberando muito tempo depois. Mas foi ali, naquela escola da zona sul carioca, em meio a aulas de Sociologia da Educação e práticas artísticas, com professores por quem eu nutria enorme fascínio, que eu comecei a ter a real dimensão da triste herança deixada pelo regime militar. Daí porque, alguns anos depois, tenha ingressado na universidade esperando que esse viesse a ser um assunto particularmente incômodo. Chegava a antever os dedos em riste. Mas não foi o que ocorreu. Pelo menos não em minhas duas passagens pela UnB. Talvez tenha pesado o fato de que éramos ali, em um grande número, alunos vindos de outras cidades, vivendo em Brasília sobretudo em função das profissões de nossos pais. E por que mesmo interessaria saber a profissão dos progenitores dos seus colegas de turma?

Mas se eu, a partir da adolescência, passei a me sentir desconfortável com o fato de ser filha de militar, de lá para cá, tenho conhecido pessoas que relacionam-se com a sua filiação de maneira bem mais serena – gente, inclusive, com quem compartilho semelhantes ideais progressistas.

Nesse grupo, ouso incluir o fotógrafo Luis Humberto, de quem fui aluna na UnB. Conheci-o na época em que eu estava pleiteando mudança de curso, de Antropologia para Comunicação. Não demorou a que eu descobrisse que ele também era filho de militar. Antes e depois de meu ingresso na FAC, chegamos a conversar, muito abertamente, sobre as implicações de ter pai “milico” e de como essa nossa origem se refletia em nossas escolhas – para o bem e para o mal. Eu concluía ali que, para lá das diferenças geracionais (meu pai nasceu em 1945) e das trajetórias dentro das Forças Armadas, nossos pais tinham muito em comum. Em termos de formação intelectual e cultural, mas, sobretudo, no que dizia respeito a aceitarem as opções que fazíamos, por mais heterodoxas que pudessem se revelar. Entendia, então, que éramos ambos filhos de homens em nada parecidos com a imagem (ainda hoje) bastante difundida do militar inculto e reacionário.

* * *

Promessa de estação

 

Enquanto caem as águas de março

O outono começou em 20/3. Desde lá, contudo, em meio ao volume de chuvas e ao calor – incomuns para esta época do ano -, raros foram os dias tipicamente outonais. Os meteorologistas preveem que este quadro mude a partir da segunda quinzena de abril. Enquanto essa bênção não vem, um apanhado dos melhores momentos da estação…

Marina do Condomínio Novo Leblon

Sábado de regata na Lagoa de Marapendi: Vista da marina do Novo Leblon.

 

E do Instagram

fotos por Adriana Paiva

Aterro do Flamengo: A caminho do Santos Dumont com meu pai ao volante.

Entre Enseada de Botafogo e Aterro do Flamengo

Rua do Rosário: Entre visitas a exposições no centro da cidade. Sempre buscando uma brecha para espiar o céu.

Condomínio Novo Leblon

Novo Leblon:  Por do sol visto da varanda | Quinta-feira, 23 de março.

Esquina da Almirante BArroso

Mais cedo, naquela mesma quinta-feira (23/3), a caminho da Caixa Cultural.

* * *

Quando o verão dá uma trégua

 

Mais uma tarde na Urca

Pista Cláudio Coutinho

 

Pista Claudio Coutinho

Com entrada à esquerda da Praia Vermelha, a pista, também conhecida como Caminho do Bem-te-Vi, recebe muitos turistas e praticantes de atividades físicas, como trekking e escalada

 

Resolvi me aventurar a uma caminhada por lá porque não era tão intenso o calor àquela altura da tarde. Dado que minha disposição para atividades físicas ‘outdoor’, nessa época do ano, não é das mais constantes, quis aproveitar a rara combinação entre sol, vento e céu azul.

Há tempos, não encontrava a pista tão movimentada em um início de semana. O que em parte deve se explicar pelo fato de a cidade ainda vir recebendo muitos turistas em férias. Um pessoal que, quando visita o lugar, não raro quer conhecer a Trilha do Morro da Urca, uma subida de aproximadamente 900 metros de extensão, que conduz até o topo do morro, onde se encontram a 2ª e a 3ª estações do teleférico do Pão de Açúcar – entre nós, carinhosamente chamado de “bondinho”. Nessa tarde, vi alguns grupos de crianças acompanhadas de adultos, fazendo a descida pela trilha.

Ah, sim, convém lembrar que o portão de acesso à pista fica aberto, diariamente, entre 6h e 18h, e que ali é proibida a entrada de bicicletas, bem como vedado o uso de skates e patins.

 

Terrier Brasileiro

Do Instagram: Um tempo por ali, para ver o mar emoldurado e me hidratar. 

 * * *

 

GYN * Dezembro de 2016

 Festas em família

Fotodiário

Apartamento endereço moradia lar familiares bichos Fox paulistinha mais amado GYN Goiânia

Manhã de 24 de dezembro: Vista da varanda do apartamento da minha irmã. Apolo, o cão da família, ainda se espreguiça. Lá embaixo, a Praça Consciente e a vizinhança no Setor Marista.

 

Do Instagram

 raças de cão cães cachorros Terrier Brasileiro

Presente que eu e minha mãe demos ao Tiago (meu sobrinho mais velho), na véspera de ele se mudar para a Venezuela, Apolo está prestes a completar 15 anos; quase não creio. O aniversário é em abril e, a cumprirem-se os planos de Lu, a caçula de minha irmã, a festa do “debutante” deve ser de arromba.

Vizinhança no Novo Leblon

Sobre como podem ser belas as tardes no Planalto Central. Aí, minha sobrinha dando início à farra na piscina.

 

 

Urca: A pé ou de bicicleta

Via Instagram

bairros cariocas transporte ativo blog da jornalista Adriana Paiva Urca Turismo

Avenida Portugal : Placa de sinalização turística próxima à famosa Mureta da Urca

Rio a pé pode ser bom. E Urca a pé, então? Seria um programa ainda mais aprazível se as calçadas não estivessem tão mal conservadas.
Como se pode depreender em uma exploração superficial deste meu IG, adoro flanar por lá. Mas também gosto muito de circular pelo bairro de bicicleta. Estações Bike Rio, a propósito, há várias. Retiro “laranjinhas”, com mais frequência, na estação da Praça General Tibúrcio e na da Avenida Pasteur / UNIRIO. Mas há outras. Se ainda não experimentou, fica aqui minha sugestão: deixe apenas passar a chuva.

*

>  Eis aqui uma lista de estações Bike Rio nos arredores:

• Estação 56: Praça General Tibúrcio / Praia Vermelha ;
• Estação 57: UFRJ / Campus Praia Vermelha . Av. Venceslau Brás, 65 ;
• Estação 58: UNIRIO / Avenida Pasteur ;
• Estação 87: IED (Istituto Europeo di Design) : Avenida João Luiz Alves, 13.

* * *

Mobilidade por bicicleta

 

Os desafios enfrentados pelas mulheres de São Paulo

Uma pesquisa levada a cabo pela Ciclocidade

paulistas paulistanos mulheres paulistanas modais transporte ativo São Paulo SP

* Ciclovia da Paulista

Por que ainda são poucas as mulheres que se deslocam por meio de bicicleta na cidade de São Paulo? E de que maneira seria possível reverter esse quadro?
Estas foram algumas das questões sobre as quais se debruçaram, ao longo de um ano, as pesquisadoras do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo). Os resultados preliminares do levantamento – intitulado “Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo” – foram tornados públicos em 21 de setembro, véspera do Dia Mundial sem Carro, e compartilhados no canal da associação.

 

 * * *


* Fiz a foto acima em junho, quando estive em São Paulo e usei a ciclovia da Paulista pela primeira vez. *  Veja também: + Ciclistas e ciclovias >> Registros de minhas andanças, no Brasil e no exterior > * SP: Avenida PaulistaRua da Consolação * Em Brasília, Esplanada dos Ministérios  * Rio: Aterro do FlamengoAvenida Pasteur; Praia de Copacabana ; Leme ; Lagoa ; Ipanema ; Jardim Botânico ; Barra da Tijuca, Posto 4 * Europa: Sob o Rijksmuseum, na Museumplein e na saída do Van Gogh Museum (
Amsterdã) * Praia de ScheveningenBuitenhof e Benoordenhout (Haia). Entrada do Markthal, Rotterdam. Centro de Delft. * Em Paris: Pont Royal,  Museu do Louvre *

 

*

Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram & Foursquare

Grafite

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

Acervo MASP

Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier mauá Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

MAR
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
.

Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

 

 

Mais da Rio 2016

 

Um pulo em Copacabana

15 de agosto – Via Instagram

 

esportistas maratona nadadores nadadoras atletas aquática natação esporte esportes aquáticos 2016 Summer Olympics Games

Copacabana, Posto 6 (segunda-feira, 15/8) : Final da prova feminina de maratona aquática. Os minutos a mais de permanência das nadadoras por ali fizeram a alegria de um punhado de jornalistas e fotógrafos retardatários. No destaque, a americana Haley Anderson, quinta colocada na competição. Com a desclassificação da atleta francesa, o pódio ficou assim: em 3º lugar, com o bronze, Poliana Okimoto – primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha olímpica; em 2º, a italiana Rachele Bruni, e em 1º, a holandesa Sharon van Rouwendaal.

 

Copacabana na Rio 2016

 Coexistência em tempos de #Rio2016. Ou: Sobre Coturnos & Havaianas.

 

 * * *

 

 

Outras notas paulistanas

 

Diário ilustrado

Junho de 2016 * Via Instagram

Bairro do Ibirapuera foto Adriana Paiva fotos bairros paulistanos

Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela  APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).

Ciclovia da Paulista Foto por Adriana Paiva

Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)

SP

Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).

Ainda clima e Notas do Clã

Updated

Praia do Arpoador

WhatsApp, 13/6: Minha irmã, recém-chegada de Curitiba, mandando um alô direto de Goiânia

As temperaturas pelo país andavam enlouquecidas assim quando minha mãe e minha irmã foram a Curitiba festejar o aniversário de meu sobrinho.
Vasculhada rápida em meu baú de reminiscências climáticas… Mais surreal do que 14°C em Goiânia? Peraí. Acho que apenas a visão de mulheres andando de cachecóis e polainas durante a estação de chuvas, em Belém, quando moramos lá em meados da década de 1980. Para nós, vindos, então, do Rio de Janeiro, a chuva em plagas paraenses em nada mitigava o calor “aderente” ao qual eu mesma nem cheguei a ter tempo de tentar me habituar. Moramos lá durante pouco mais do que um ano e meio.

*

fotos preto e branco Tiago retratos SQN 103 Norte Brasília Rio Caracas Curitiba


Tiago, o garotinho fofo das fotos acima (em nosso antigo apartamento na 103 Norte), à semelhança desta tia que aqui escreve, também cedo se habituou a frequentes mudanças de cidade. Depois de algumas idas e vindas pelo Brasil, aos 11 anos, ele foi morar em Caracas, na Venezuela. Recentemente, aos 20 e poucos — lembrando algo de meus arroubos nessa idade –, deixou para trás a faculdade na UnB, para prosseguir com o curso de Engenharia da Computação na PUC de Curitiba. E, agora, se prepara para uma temporada de seis meses em Santiago do Chile. A  startup  que ele criou em parceria com colegas de curso foi selecionada para um “programa de aceleração” na cidade. Do lado de cá, orgulhosa por ele continuar trilhando caminhos nos quais acredita, desejo-lhe SORTE.

 * * *

Pauliceia, aí vou eu

 

Updated: Sim, Pauliceia, sem agudo no “e”.
Lembrados do acordo ortográfico?

Ponte-aérea

 

Organizando a agenda dos dias que passarei em São Paulo. Não poderiam ficar de fora Itaú Cultural, Pinacoteca, Casas das Rosas e Guilherme de Almeida e, sobrando algum tempo, algo da programação da Ecofalante.
Climatempo e o AccuWeather ativos no meu celular, sei que em minha mala não poderão faltar itens básicos para enfrentar frio acentuado e pancadas de chuva. A pergunta que não quer calar: haverá ensejo para pedalar pela Paulista?

 

 

Brasília: 56 anos

 

Minha homenagem

Com trechos de post publicado em 2002,  no meu 1° blog,  o Periplus 

Mudanças de cidade - filha filhos de militar militares do RCG Cavalaria Dragões da Independência superquadras brasilienses DF oficiais Exército Brasília macrobiótica e vegetariana estilo vegetariano Hare Krishna comunicação Revista Transe

Privilégio de ter vivido o lado mais “cidade” da capital da República.

Estávamos no início dos anos 2000 e eu me pegava revolvendo lembranças da década e meia em que, entre idas e voltas, morei na cidade : 

“(…)  O primeiro sobrevoo pelo ocre saturado do Planalto Central. As chuvas perfumando tudo depois dos duros meses de estiagem. O céu azul-púrpura e o horizonte amplo. A arquitetura de arestas. As vastas galerias e avenidas. Aprender a dirigir por essas ruas. A tentação da velocidade…
Nossa “secreta”, a baiana Joana. Seus quitutes pontuais. Judy, minha Lulu da Pomerânia. Preta, a vira-lata do coração. As ‘creonças’ aprendendo a cavalgar no RCG. Detestar as aulas. Ver meu pai jogar pólo. Fazer natação no Círculo. Os arraiais de São João. As visitas de meus avós durante as férias. O casamento da Cris, minha irmã. O nascimento de meu sobrinho Tiago.

Webster, meu professor de violão, e Verinha, sua namorada. Martín, Go, Leda, André, Carla, amigos e conselheiros. Valéria Velasco, mãe da Usha e minha primeira editora no Jornal da Comunidade.
As festas que organizávamos no Park Way. Fechar todos os bares da 108 / 109 sul, em cantorias desatinadas com a turma da FAC.

Deixar de comer carne, aos 15 anos. Ir ao Jegue Elétrico para comprar a “Transe” e os discos do pessoal do “Lira Paulistana”. Domingo de ‘prasada’ no Hare da 508. Fim de tarde no Café Martinica, a metros da minha casa. O pão de queijo e o bolo “peteleco” do “Furão ” (fechado há anos), na 102 norte. As tortas da Praliné e da Francesa.
Ir a todos os espetáculos no Teatro Nacional. Encontrar a Sala Villa-Lobos sempre lotada. Conseguir lugar nas primeiras filas. 
Devorar quadrinhos na gibiteca da 508 Sul. Expor na Athos Bulcão .

UnB : Os amigos de faculdades. Usha, amiga desde “Fotografia e Iluminação 1”, com o David Pennington. A primeira moviola. As aulas de “Direção do Filme”, com o Pedro Jorge Pinto. Gravar em um circo, nas proximidades de Bsb, uma adaptação do “Artista da Fome” ( conto do Kafka), para a disciplina do Pedro Jorge. Ir com coleguinhas à primeira expo do Salgado — no DF, claro. Os Ladrões de Alma. Viajar para Pirenópolis no ônibus ferrado da FUB, para fazer o ensaio final em “Introdução à Fotografia”. Jeová, criatura santa que trabalhava como laboratorista na FAC. “Seu Tonho”, servente nota 10, alegrando a galera retardatária no final de semestre.
Alice Tamie Joko (Arice Sensei), minha primeira professora de japonês. Cantar no Tanoshii Tori. As aulas de “Cultura Japonesa”, com o Marcos Vinícius. Aprender ikebana e sumi-e, no NEA(SIA) . As farras do Enecom. Os shows de Célia Cruz, Fito Páez, Cássia Eller, etc., no FLAAC.
As horas infindáveis devorando todas as edições da “Graphis”, mais a obra do Borges e do Kafka, na BCE. Os 6 ou 7 livros emprestados semanalmente na biblioteca .
Ir praguejando até o C.O. para fazer PD1 e PD2. Encontrar corujinhas nas árvores do caminho.

Os inesquecíveis interlocutores. Os múltiplos gozos intelectuais. Ver e ouvir: Adélia Prado, Washington Novaes, o bispo Desmond Tuto, Ferreira Gullar, Roberto Freire ( os 2 :-) Receber os toques do mestre das artes gráficas, Wagner Rizzo . Fazer o still daquele documentário sobre o Torquato Neto. A entrevista que o Caetano Veloso  nos concedeu no Hotel Nacional. Aprender a fazer roteiro para cinema. Ter alguns guardados na gaveta.
Ter sido aluna, também, de: Vladimir Carvalho (O Documentário), Carlos Chagas (História da Imprensa), Roque Laraia  (Antropologia 3),  Susana Dobal (Introd. à Fotografia ), Cristina (Inglês 1 e 2), Maria Auxiliadora (Linguística), Ferreirinha (Teoria da Literatura), Esther, Maria Rita Leal, Luís Humberto, Climério Ferreira… Adoraria rever todos vocês. Ouví-los, abraçá-los. Saudade.”

Brasília DF Espaço Renato Russo 508 Sul Clodo Climério Clésio Carla e Luciana Giles Antunez de Mayolo departamento história TV telejornalismo comunicação FAC jornalista Adriana Paiva

+ Ainda Brasília – Celebrações outras: O aniversário de 54 anos e o de 53.  

Em Paris ou no Rio de Janeiro

 Eu ando pelas ruas prestando atenção em tudo…ou quase

Atualizações via Flickr

Turistas europeias museu museus europeus

Turistas em frente ao d’Orsay: Segundo pude entender ao passar por ali, eram amigas e, com mapas e guias em mãos, discutiam as melhores maneiras de se deslocar pela cidade.

viagem França Europa Place Cambronne franceses europeus europeias mulheres francesas bairros parisienses bairro rua parisiense europeu

Contrastes do 15º arrondissement: Bons hotéis em vizinhança familiar e muitos pedintes a cada esquina.

Centro do Rio

Obras do VLT carioca: Início de abril, nas imediações da Caixa Cultural.

Outros recortes da Pauliceia II

 

Flickr + Instagram

E o mote? Aquele mesmo : #SP462anos

Saída do Aeroporto de Congonhas

Ponte-Aérea: Sobrevoando São Paulo com destino ao Rio. Agosto de 2010.

São Paulo

Museu da Língua Portuguesa. Junho de 2007. A essa altura, a instituição comemorava um ano de funcionamento. E a exposição que, naquele momento, atraía ao museu um grande público era “Clarice Lispector – A Hora da Estrela”, que ficou por lá entre os meses de abril e setembro.

SP

A história da língua portuguesa em um painel repleto de recursos interativos. Outro registro feito em 2007…#sp462anos.

SP

Free Jazz Festival 2000. Fernanda Lima e Luiz Thunderbird, então VJs da MTV Brasil, gravam chamada no estúdio móvel montado no Jockey Club de São Paulo… Saudade dessa que foi uma época fervilhante de minha vida na Pauliceia. Lembro, a propósito, que, nessa edição do festival, o Sonic Youth foi a banda que superou até as melhores de minhas expectativas. Showzaço… #recuerdosdesp.

Metrô
Metrô, Estação Sumaré (dezembro de 2008). Lá fora, a diversidade étnica da população paulistana representada na obra de Alex Flemming… #recuerdosdesp.

Moema SP

Tapume das obras do Metrô, em uma esquina da Avenida Ibirapuera, no bairro de Moema. Morei bem perto, na Rua Tuim, entre os anos de 1999 e 2005. Embora gostasse bastante de viver no bairro, sempre me ressenti de não dispor de uma estação de Metrô mais próxima. Depois que vendi o meu carro e, mais tarde, mudei-me para o Campo Belo (bairro vizinho), cheguei a acreditar que assistiria à inauguração da linha prevista para cobrir essa área da cidade. Enganei-me. Rotundamente. De lá para cá, foram tantas as estimativas não cumpridas, que até desanimei de me informar a respeito. Vejamos se esse trem sai antes de 2020…#desejosparasp.

Vila Mariana
Inaugurado em 1949, o Sistema Municipal de Trólebus de São Paulo tinha, então, mais do que os 50 anos que os dizeres informam na lateral do veículo desta minha foto. Afinal, estávamos em 2004. E eu já não lembro fazendo o que, pelos lados da Vila Mariana… #meusarquivos #saopaulo462anos.

Aérea II

Entre os tantos momentos de minha coleção de chegadas e partidas. E certa de que, breve, volto a revê-la…Parabéns, São Paulo!

Fotos por Adriana Paiva © : Flickr / Instagram

Photo Invasion

 O livro

Do meu Facebook

Photo Invasion

O pacote com o * livro chegou na terça-feira de Londres, onde o artista gráfico gaúcho Lucas Levitan mora desde 2005.
Minha galeria do Instagram teve uma foto “surrupiada” por ele, em algum momento de 2014. E, agora, essa “parceria” pode ser vista no livro, ao lado de interferências criativas sobre imagens produzidas por gente das mais diversas áreas profissionais. “Photo Invasion é uma história em quadrinho. Sim, no singular, porque a minha criação acontece dentro do quadro de uma fotografia”, o artista escreve na orelha do livro. “Sou um caçador de imagens. ‘Roubo’ a foto que me inspira e acrescento meu toque de ilustração, mudando o curso da narrativa original. Seguidores e amigos das redes sociais se multiplicam diariamente e me incentivam a continuar com esse projeto que, em 2014, começou como uma brincadeira. E segue sendo”.

| O Tumblr do projeto : http://photoinvasion.tumblr.com/ |

Cenas de Bsb. Parceria Adriana Paiva e Lucas Levitan

Brasília

Releituras: Reproduzida do livro, minha foto com a interferência do Lucas Levitan ; a primeira versão (ligeiramente distinta) e a imagem original.

. . . . .

* MAIS : E o livro, à venda no site da Amazon [=] 

Novas – Das galerias virtuais

Caindo na estrada

Updated: Em três tempos

Via Anhanguera

De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante. 

Do Instagram:

A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan

Gemeentemuseum Den Haag Nederland Jardin des Tuileries Pais França Europa europeus museu

Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.

Paris

Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.