Paris e seus cães

 

Do meu perfil, no Instagram

Aqui, a foto sem cortes

Rue de Rivoli - Métro de Paris - França - Fotos por Adriana Paiva

Nas imediações do Louvre: Eu ando pelo mundo prestando atenção na bicharada. E aí, fisgada pelo Lulu, porque, sem coleira e mui pacientemente, ele esperava seu dono terminar uma conversa bem perto da entrada da estação de metrô.

 

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Antes de desativar seu perfil no Instagram…

Pense bem; não há garantia de que você reveja suas fotos

Aqui, um resumo do que ocorreu comigo: Em 24 de julho de 2017, desativei minha conta no Instagram. Ao reativar, no dia seguinte, constatei que cerca de 750 de minhas imagens haviam desaparecido. Embora os sucessivos contatos com o suporte da rede social, em momento algum, eu obtive retorno. Dado o espantoso volume de queixas semelhantes, partidas de outros usuários, qual não foi a minha decepção ao concluir que falta de feedback é praxe do Instagram

Museu Municipal de Haia - Foto pde Adriana Paiva

‘Hollands Deep’,  mostra do fotógrafo Anton Corbijn no Museu Municipal de Haia: Imagem (re)publicada no Instagram

 

Escrevi, em 26 de julho:

Sim, este é um ‘repost’. E um ‘repost’ em sinal de protesto. Pois que sigo inconformada com o sumiço de minhas fotos. M-I-N-H-A-S. Todos registros de minha autoria, convém enfatizar. Das mais de 1000 imagens publicadas, de 2013 para cá, restaram 250. Como assim? Por quê? Aonde foram parar? Entrei em contato com o suporte do Instagram, mas, como sói ocorrer nessas circunstâncias, não obtive nenhum retorno. Pesquisando na Internet, descobri que outros usuários passaram por situações semelhantes, ao desativarem seus perfis e reativarem algum tempo depois. Entre inúmeras reclamações e um e outro relato desesperado — de gente que, como eu, fez contatos infrutíferos com o suporte –, encontrei até quem relatasse ter perdido uma “galeria” inteira, ao desativar sua conta aqui. E aí?  Fica por isso mesmo?

Voltei ao assunto, quatro dias depois:

Roterdã Paris - Foto de Adriana Paiva

Ainda à espera de ter minhas fotos de volta. Li em queixumes por aí, entretanto, que, justamente quando menos se espera, é que as imagens costumam retornar à sua galeria (…)  No meu caso, que tenho usado o Instagram, sobretudo de forma lúdica, é certo que já não verei a mesma graça em continuar postando. Só não me aborreço mais porque tenho o backup de tudo o que já publiquei aqui. A exemplo deste registro, que fiz a bordo de um trem da Thalys, viajando de Rotterdam a Paris.
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Mobilidade por bicicleta

 

Os desafios enfrentados pelas mulheres de São Paulo

Uma pesquisa levada a cabo pela Ciclocidade

São Paulo SP

* Ciclovia da Paulista

 

Por que ainda são poucas as mulheres que se deslocam por meio de bicicleta na cidade de São Paulo? E de que maneira seria possível reverter esse quadro?
Estas foram algumas das questões sobre as quais se debruçaram, ao longo de um ano, as pesquisadoras do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo). Os resultados preliminares do levantamento – intitulado “Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo” – foram tornados públicos em 21 de setembro, véspera do Dia Mundial sem Carro, e compartilhados no canal da associação.

 

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* Fiz a foto acima em junho, quando estive em São Paulo e usei a ciclovia da Paulista pela primeira vez. *  Veja também: + Ciclistas e ciclovias >> Registros de minhas andanças, no Brasil e no exterior > * SP: Avenida PaulistaRua da Consolação * Em Brasília, Esplanada dos Ministérios  * Rio: Aterro do FlamengoAvenida Pasteur; Praia de Copacabana ; Leme ; Lagoa ; Ipanema ; Jardim Botânico ; Barra da Tijuca, Posto 4 * Europa: Sob o Rijksmuseum, na Museumpleim e na saída do Van Gogh Museum (
Amsterdã) * Praia de ScheveningenBuitenhof e Benoordenhout (Haia). Entrada do Markthal, Rotterdam. Centro de Delft. * Em Paris: Pont Royal,  Museu do Louvre *

 

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Como na Era Pré-Facebook

 

Ainda as notícias do clã

E, dessa feita, sobre dois de seus mais irrequietos integrantes

Família

Álbuns de família: Tiago, meu sobrinho, no auge de sua paixão por escalada. Thiago, meu primo, surfando na Indonésia

De um lado, Tiago L. de Paiva D. da Fonseca, meu sobrinho-afilhado – filho mais velho de minha única irmã. De outro, Thiago Di Gregorio Paiva, o filho mais novo do irmão de meu pai – meu primo de primeiro grau, portanto.
Com o espaço de mais ou menos quinze dias, entre um evento e outro, fiquei sabendo que meu primo, diretor de arte da BBDO Proximity, em Düsseldorf (onde mora, atualmente), faturava dois Leões de Prata no Festival de Publicidade de Cannes, e que meu sobrinho, recém-chegado em Santiago para o Start-up Chile, recebia, juntamente com colegas de faculdade, as boas-vindas de Luís Céspedes, Ministro de Economía, Fomento y Turismo, na cerimônia de abertura do programa, na Universidad de San Sebastián. E vibrei, ainda mais, com a notícia de que Tiago, não só já encontrara apartamento para morar, como já vinha deslocando-se para as reuniões de trabalho por meio de bicicleta.
Curioso o modo como, por eu estar fora do Facebook há meses – e por ainda ser um tanto reticente em relação ao WhatsApp – passei a receber (e, sobretudo, a curtir) as notícias referentes à minha família. Sensação de resgate de um certo sabor na comunicação que os excessos típicos das redes sociais já me tinham feito esquecer.

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Chile


Em tempo: Sobre o Start-up Chile, programa do qual meu sobrinho Tiago, estudante de Engenharia da Computação na PUCPR, participa com a UNiO, empresa criada com colegas de faculdade, reportagem publicada em 18/7, no jornal chileno La Tercera. 

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Em Paris ou no Rio de Janeiro

 

Eu ando pelas ruas prestando atenção em tudo…ou quase

 

Atualizações via Flickr

Turistas

Turistas em frente ao d’Orsay: Segundo pude entender ao passar por ali, eram amigas e, com mapas e guias em mãos, discutiam as melhores maneiras de se deslocar pela cidade.

 

Place Cambronne

Contrastes do 15º arrondissement: Bons hotéis em vizinhança familiar e muitos pedintes a cada esquina.

 

Centro do Rio

Obras do VLT carioca: Início de abril, nas imediações da Caixa Cultural.

Novas – Das galerias virtuais

 

Caindo na estrada

 

Updated: Em três tempos

Via Anhanguera

De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante. 

Do Instagram:

A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan

Jardin des Tuileries

Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.

Paris

Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.

Aqui e ali

 

Publicações Julho/Agosto

Via Flickr e Instagram

Museu do Louvre - Paris

Do Flickr:  Sessão fotográfica com ares de editorial de moda.
Pavilhão Colbert, Museu do Louvre.

Praia Vermelha - Urca

Do Instagram: Irmã e sobrinha nos últimos dias de férias em plagas cariocas e a vontade era matar saudades da Urca, bairro onde elas também moraram. Já os tão acalentados planos de subida ao Pão de Açúcar, dessa vez, não poderão ser satisfeitos. Ao contrário do que insinuava-se hoje cedo, com um sol que até prometia praia, o tempo voltou a fechar no início da tarde… #invernocarioca.

 

Bicicletas, ciclistas e ciclovias

 

Capítulo: Europa 2015

Mais uma série nascida no Instagram

Le Pont Royal - Paris

De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.

 

Paris

Atravessando a Pont Royal.

 

Amsterdam Centraal

Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.

 

Le Pont Royal - Paris

Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

Rijksmuseum
E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.

 

Enseada de Botafogo

Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.

 

Centro do Rio

Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.

 

Barra, Posto 5

Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.

 

Barra, Posto 5

Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.