Da série: Revirando as gavetas

 Um alemão na Praça dos Três Poderes

Postado, originalmente, no Facebook

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Kurt Buchwald:  Sob lentes de fotógrafos de Brasília e olhares de passantes

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Ao fundo, professor e alunos durante intervenção “Proibido fotografar”

O fotógrafo alemão Kurt Buchwald, figura curiosíssima que conheci quando fiz o workshop que ele foi ministrar na Fundação Athos Bulcão, em Brasília, a convite do Instituto Goethe. Aí, na Praça dos Três Poderes, posando para repórteres do Correio Braziliense e do Jornal de Brasília. Estávamos em 1995. Mas a julgar pela cintura alta das calças, poderia-se facilmente afirmar que o registro é de alguns anos antes.

Outro dado curioso sobre esse workshop é que todas as fotos que fizemos em aula foram reveladas e ampliadas no laboratório do falecido U.Dettmar (perto de minha casa, na época), fotógrafo com grande experiência de cobertura dos meandros políticos de Brasília.

Convite para entrar no jogo

 

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Teatro Nacional por Jorg Diehl

Fachada do Teatro Nacional recebe reparos em foto de Jorge Diehl

 

Este é um jogo para manter viva a arte“. Eu cliquei em ‘curtir’ e foi-me atribuído um artista. Maria Hirszman escolheu para mim Athos Bulcão.
Que outra escolha seria tão apropriada ? Athos Bulcão inclui-se naquela categoria de artistas múltiplos, indelevelmente inscritos em minha memória visual. Afinal, passei quinze anos de minha existência morando em Brasília, cidade que Athos viu ser construída – em estreita colaboração com Oscar Niemeyer – e que deu provas de amar até o fim de sua vida. Dos muitos Athos que vi e revi em cada palmo da capital federal, desde que fui morar lá pela primeira vez, em 1975, este é um dos que me são mais caros: o painel de blocos de concreto na parte externa do Teatro Nacional. É incrível a experiência de passar por ali algumas vezes ao longo do dia e ver os efeitos ocasionados pelas variações da luz solar.