Reminiscências em profusão

Quarentena | Dos meus arquivos para o Instagram

  • Aniversário de Brasília


Academia Torp crianças natação infantil Histórias de Brasília Bsb Asa Norte SQN 103

Brasília DF brasilienses Distrito Federal Instituto Goethe fotos por Adriana Paiva

Brasília 60 anos, fragmentos de uma compilação-homenagem. No alto, meus sobrinhos. Acima, vista da chegada à cidade; no Congresso Nacional, intervenção de alunos de workshop conduzido pelo alemão Kurt Buchwald. Link para a seleção completa[ + Mais Brasília ]

  • Pinacoteca do Estado de S.Paulo

arte escultores esculturas parque da Luz pintura óleo

museu Coletiva Portugal Novo portugueses pinadecasa Alfredo Ceschiatti Guanabara escultura em bronze‎

Pinacoteca de São Paulo, Parque da Luz & Estação Pinacoteca | Registros entre 2005 e 2016: Série 1 (9 fotos); Série 2 (8 fotos). | [ + Mais São Paulo ]

  • Arte de Rua

streetart urbanarts arte de rua grafite Luis Bueno Ornitol

Cine Belas Artes Petra

Arte de Rua: Rio, Brasília, São Paulo, Paris…Série 1 (21 fotos) ; Série 2 (9 fotos).

  • Dia do Rei – Haia

Netherlands Europe Kingsday tram urban Den Haag Nederland

27 de abril de 2015. Haia, Holanda | Link para a seleção de fotos ( 5 ) | [ + Mais Holanda ]

 

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O período em imagens

 

Via Instagram

Seleção | Março – Abril 2018

esporte esportes corrida kitesurfe kitesurf photo photos  Rio 92 Earth Summit Fotos por Adriana Paiva

 

* #TBT dos tempos de faculdade: Eco 92 * CCJF * Escadaria do Teatro Municipal (RJ)  *
* Marielle Franco: Presente!: Praça Floriano * Mês Internacional da Mulher * Cinelândia *
* Arpoador * Praia da Reserva * Orla Conde 
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 * Ipanema, Posto 8 * Kitesurfe na Praia do Pepê * Copacabana / Travessias *

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Nostálgica

Ecos do Planalto Central

Daqui a mês e pouco, Brasília aniversaria e, eu, nostálgica por antecipação, passeando pelo meu primeiro blog, relembro do post cujo excerto trago para cá:

Foto por Adriana Paiva - Apartamento SQS 112 Plano Piloto Asa Sul DF Residência funcional do EMFA Estado Maior das Forças Armadas história histórias de Brasília Bsb apartamento funcional filhos de militar - militares

Edição a partir de fotomontagem feita no meu antigo laboratório PB.  Junto a “Meu Tempo é Quando”, poema de Vinícius de Moraes (‘Poética’, Nova York, 1950), inseri imagem registrada em 1987, da janela do apartamento onde morávamos, na 112 Sul — época em que eu estudava Antropologia (na UnB) e meu pai trabalhava no EMFA (atual EMCFA).

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Bsb | Entre idas e voltas:

* Na Barra como em Brasília – Meus endereços na capital federal * UnB – Universidade de Brasília * Fase de fixação nipônica  * Brasília, 56 anos – Via Periplus  * Bsb: Um brinde aos 54 * Bsb faz 53 * Ao calouro, com amor * Recortes brasilienses | Em P&BErrantes desde pequenos | Notas do Clã * Arquivos de andanças * Por que 5 x Brasília? *

 

Da série: “Arquivos de Andanças”

Revendo trajetórias

“Pertence à ordem do amor para um filho, em primeiro lugar, que ele diga sim a seus pais como eles são”

(Bert Hellinger)

Se eu já era cuidadosa em relação aos meus backups, tornei-me três vezes mais depois de passar por uma (ainda não digerida) perda de arquivos fotográficos.
E eis que, no movimento de encontrar (e, aos poucos, reparar) imagens do Periplus, meu primeiro blog – até recentemente, hospedadas em um de meus domínios -, deparei com um post em que eu relatava um reencontro com colegas jornalistas, ocorrido em São Paulo, logo após eu me mudar para lá. Fez-se, então, a deixa perfeita para eu retomar o assunto aqui.

Banner do Periplus Colégios estudos onde estudei Colégio Eduardo Guimarães Segundo Grau Escola La Salle Integral brasilienses japoneses faculdades Universidade de Brasília Em japonês das aulas de Alice Tamie Joko UnB hiragana katakana Nihongo Adoriana Paiba
Comentando o “deslize” cometido por uma das pessoas presentes àquela reunião, escrevi em certa altura: “Não era-lhe de conhecimento o fato de que soldados não chegam a coronéis. Dado aparentemente irrelevante. Mas, num país onde o alistamento militar é obrigatório, não seria duplamente imperativo que nosso repórter estivesse a par de questões como essa?
Então. Imaginem ter de explicar para um jornalista, com idade perto dos 30, o que significa, para essa carreira em especial, o seu pai ter cursado AMAN. Logo eu! Difícil de acreditar, mas eu precisei fornecer tais explicações para um cara que chegou a frequentar festa na casa da minha família, em Campo Grande (MS), justo na época em que meu pai, então coronel, comandava um quartel na capital. O mesmo indivíduo que, algum tempo depois do comentário jamais explicado, eu soube estar frilando para um jornal de São Paulo.

Papai como Coronel Paiva Antonio Augusto pai de Adriana Paiva - ECEME Escola de Comando e Estado-Maior do Exército Condecorado em 1995 durante governo FHC QG do Exército SMU Setor Urbano Colégio Militar Prova de salto na AMAN Academia Militar das Agulhas Negras Resende portugueses descendentes descendente avós avô avó general generais Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais EsAO Comandos Paiva 3° Esquadrão Cmec 3° Esquadrão de Cavalaria Mecanizada - O 18º Batalhão Logístico 18º B Log comunicação história Campo Grande MS militares pai da jornalista Adriana Paiva filha filhos de militar Q.G.

Meu pai em 3 tempos: A partir do alto, no sentido horário: Em 1958, com 12 para 13 anos, aluno do Colégio Militar de Belo Horizonte; em 1967, participando, como cadete, de uma prova de salto na AMAN; e em 1995, aos 50 anos, condecorado, como coronel, na mesma cerimônia em que, coincidentemente, meu ex-professor de História da Imprensa (FAC/UnB), o jornalista Carlos Chagas (na 2.ª fileira), também era homenageado.

Pouco converso sobre o assunto, mas não teria como ignorá-lo. Afinal, trata-se de minha filiação. Meu pai chegou ao topo da carreira, tendo cumprido, com honrarias, todo o percurso a partir do Colégio Militar: entrou na AMAN – Academia Militar das Agulhas Negras (o equivalente, em termos civis, a uma universidade), fez EsAO, ECEME, comandou quartéis, como major e, depois, como coronel…
Ou o coleguinha, lá atrás, era pouco informado sobre o meio (do que duvido muito) ou agia de má-fé, opção que reputo como a mais provável. Bem, mas essa é uma outra história. Não faz sentido ocupar o espaço do meu blog com considerações sobre a motivação (e os complexos) de quem eu mal conheço.

Percursos dos pais, escolhas dos filhos

Lembro da primeira vez em que me senti constrangida por ser filha de militar. Eu era adolescente e cursava a primeira série do Segundo Grau numa escola particular de linha progressista, em Botafogo. A situação não poderia ser mais banal: minha carteira de identidade caiu no chão da sala de aula. O garoto que sentava-se ao meu lado viu e pegou-a, às gargalhadas e com um comentário mais ou menos nestes termos: ‘Olha só, gente, ela é filha de major!‘ — o RG emitido pelo então Ministério do Exército trazia impressa a patente do pai do portador.  Embora perdoado, o bullying continuou reverberando muito tempo depois. Mas foi ali, naquela escola da zona sul carioca, em meio a aulas de Sociologia da Educação e práticas artísticas, com professores por quem eu nutria enorme fascínio, que eu comecei a ter a real dimensão da triste herança deixada pelo regime militar. Daí porque, alguns anos depois, tenha ingressado na universidade esperando que esse viesse a ser um assunto particularmente incômodo. Chegava a antever os dedos em riste. Mas não foi o que ocorreu. Pelo menos não em minhas duas passagens pela UnB. Talvez tenha pesado o fato de que éramos ali, em um grande número, alunos vindos de outras cidades, vivendo em Brasília sobretudo em função das profissões de nossos pais. E por que mesmo interessaria saber a profissão dos progenitores dos seus colegas de turma?

Mas se eu, a partir da adolescência, passei a me sentir desconfortável com o fato de ser filha de militar, de lá para cá, tenho conhecido pessoas que relacionam-se com a sua filiação de maneira bem mais serena – gente, inclusive, com quem compartilho semelhantes ideais progressistas.

Nesse grupo, ouso incluir o fotógrafo Luis Humberto, de quem fui aluna na UnB. Conheci-o na época em que eu estava pleiteando mudança de curso, de Antropologia para Comunicação. Não demorou a que eu descobrisse que ele também era filho de militar. Antes e depois de meu ingresso na FAC, chegamos a conversar, muito abertamente, sobre as implicações de ter pai “milico” e de como essa nossa origem se refletia em nossas escolhas – para o bem e para o mal. Eu concluía ali que, para lá das diferenças geracionais (meu pai nasceu em 1945) e das trajetórias dentro das Forças Armadas, nossos pais tinham muito em comum. Em termos de formação intelectual e cultural, mas, sobretudo, no que dizia respeito a aceitarem as opções que fazíamos, por mais heterodoxas que pudessem se revelar. Entendia, então, que éramos ambos filhos de homens em nada parecidos com a imagem (ainda hoje) bastante difundida do militar inculto e reacionário.

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Brasília carnavalesca

Mais uma dos arquivos

 

Plano Piloto Asa Norte superquadras entrequadras Histórias de Bsb Brasília entrequadra Asa Sul Momo DF Carnaval imprensa jornalistas bloco carnavalesco Pacotão chega à W3 Sul - Jornalista Adriana Paiva brasilienses Imagem também publicada no Campus UnB

Why so serious? :  Bsb 90’s

De um Carnaval em que fui atrás do Pacotão, bloco fundado por jornalistas e um dos mais tradicionais de Brasília. A concentração acontecia em frente ao Bar do Chorão, próximo à quadra onde eu morava, na época.
No momento em que fiz a foto, devíamos estar nos aproximando do final do percurso, na W3 Sul. Creio que o ano era 1993.

Foto por Adriana Paiva © 

Porque hoje é Dia das Crianças

 Recorte do álbum de família

Via escala no Facebook

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Nana e Tininha: Dois de nossos apelidos

Eu e minha irmã, duas “creonças pegando fogo no clube” — para tirar do baú expressões com que se referiam a nós naquela época. Foi numa dessas piscinas que eu aprendi a nadar. A foto foi feita em algum momento anterior à nossa primeira mudança para Brasília, em 1975. Depois dessa, foram mais quatro as vezes em que fomos morar na capital federal.

Parque Lage

 

Via Instagram

 

Jardins do Parque Lage

Entre a EAV e os jardins do parque: Lembranças de infância

Sempre delicioso andar por aqui e lembrar de quando minha mãe vinha ter aulas na EAV e eu e minha irmã fazíamos desses jardins a extensão da nossa casa. A essa altura, já tinhamos morado em Brasília e eu já sabia bem o que era ser embriagada pelos verdes e seus aromas.

Foto por Adriana Paiva ©