Motivos para deixar o confinamento

Em busca de soluções no comércio do entorno

Entre o Millenium, o Shopping Novo Leblon e o Rio Design Barra

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blog da Adriana Paiva livrarias cariocas lançamentos Café Severino Argumento.

Os registros acima são da tarde de 7 de julho (uma terça-feira), quando fui ao Rio Design Barra – um dos três shoppings contíguos ao Novo Leblon –, à procura de artigos que não encontrei em outras lojas do comércio local. Aproveitei que não havia muita gente circulando por lá e subi ao último piso, para sondar em que condições estavam funcionando os estabelecimentos que costumo frequentar. Em frente ao Cinépolis (fechado), a Livraria Argumento acabava de prestar atendimento a um cliente.
No meu post do Instagram sobre o assunto, falei do Gula Gula e do Adegão Português (ambos abertos), mas não comentei a surpresa de ver a Casa Graviola, um de meus restaurantes naturais preferidos nas redondezas, de portas fechadas. Liguei para a unidade da Olegário Maciel em busca de informações e uma funcionária me disse que a filial do Rio Design Barra não voltará a abrir.
Na breve passagem pelo shopping, também pude notar as medidas em acordo com os protocolos de reabertura do comércio no Rio, como funcionários medindo a temperatura de quem entra e totens com álcool em gel distribuídos pelos três pisos. Além disso, as lojas que vi pelo caminho traziam afixados em suas vitrines cartazes indicando a capacidade máxima de clientes.
Embora as precauções por parte dos comerciantes, estou certa de que ainda não é o momento de voltar a flanar por esses lugares como eu fazia antes da Covid.

Falando em livrarias e pandemia, algumas aquisições do período

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Postei a foto acima nos meus ‘stories‘ do Instagram, em maio. Ao lado da máquina de escrever Underwood que herdei de meu avô – e da agenda que minha mãe trouxe para mim, de Buenos Aires -, os livros que eu acabara de comprar pelo site da Livraria da Travessa: O que Ela Sussurra, de Noemi Jaffe, e A Vida Pela Frente, de Romain Gary – sob o pseudônimo Émile Ajar. Em uma segunda imagem, acrescentei a observação de que a entrega dos exemplares, pela transportadora Total Express, se deu antes do que eu previra.

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De minhas viagens à Amazônia

Fotos publicadas em meu site e nos meus perfis no Flickr e no Instagram

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Menino yanomami e seu cãozinho. Aldeia de Maturacá, 2002

Várias das fotos que fiz em minhas viagens à região amazônica (a trabalho e a passeio) estão, há anos, na Internet. Adicionadas ao meu site, à minha galeria no Flickr e, mais recentemente, também ao meu perfil no Instagram – algumas, diga-se, amiúde reproduzidas sem minha autorização.
Aliás, se você vir por aí alguma dessas fotos sem o devido crédito acompanhando-a – ou, ainda, se tiver interesse em publicar meu material –, agradeceria que entrasse em contato (o e-mail do blog).

Há poucos dias, no calor da discussão sobre a possível extinção do Fundo Amazônia e do aumento do desmatamento na região, subi no IG uma pequena série de fotos de uma viagem que fiz em 2002. Abaixo, uma delas:

Região Norte Amazônia desmatamento queimadas voo sobrevoo Cabeça do Cachorro São Gabriel da Cachoeira tomada aérea ianomâmi ianomâmis SOS Fundo Amazônia Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Inpe Noruega Alemanha floresta amazônica clima aquecimento global aldeias árvores avião Fotos Amazon rainforest forest Norway deforestation periodistas brasileños prensa photos press jornalista Adriana Paiva

Sobrevoando a reserva yanomami de Maturacá: Novembro de 2002

Depois de subir as (3) imagens, constatei que os desvios de cor ficaram bastante acentuados. Importante dizer que as fotos foram feitas com uma de minhas câmeras Nikon (analógicas) e, embora o filme tenha sido revelado e digitalizado em laboratório profissional, os problemas (que já vinham do registro original) ficaram ainda mais evidentes quando as imagens foram para o Instagram. Preciosista que continuo sendo, é possível que qualquer hora apague o post.

Ainda Amazônia | Outras imagens

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Menina yanomami: Aldeia de Maturacá, 2002

Urihi Terra-floresta casa povos originários maloca Yanomami taba aldeia povo indígena índios ianomâmis Fotos por Adriana Paiva

Reserva yanomami de Maturacá: Guiados pelas crianças da aldeia

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Parque Ecológico Janauari: Iranduba (AM), 2003.

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À procura de uma agenda

Outra missão hercúlea

 

Livraria da Travessa

Livraria da Travessa no Barra Shopping: Véspera do réveillon

Por poucos, raros motivos, abdico de minha tranquilidade para enfrentar uma ida ao quase sempre cheio e tumultuado Barra Shopping. Se, normalmente, essa é tarefa que me soa hercúlea, que dirá em véspera de réveillon. Pois foi justamente o que fiz à iminência da virada para 2012. E por uma daquelas raras razões especiais: a Livraria da Travessa. Mas não fui lá, como de costume, em busca de lançamentos literários e sim decidida a encontrar uma agenda com a qual me identificasse.

Na véspera do Natal, havia procurado em filiais de Cantão, Colcci, Ellus e Osklen, na Barra e no Rio Sul  e…nada ! Várias das grifes que, habitualmente, lançavam suas agendas perto das comemorações de final de ano, neste 2011 não o fizeram. Sinal dos tempos ? Estarão as pessoas preferindo organizar seus dias em iPads, smartphones, netbooks? Eu não. Embora até tenha tentado, continuo a preferir os velhos e bons caderninhos, divididos por datas/horários — e, de preferência, com algo belo entremeado às informações essenciais.

Enfim, mas na minha ida à Travessa, igualmente, certa decepção. A gôndola reservada às agendas já estava um tanto reduzida quando resolvi vasculhá-la entre Keith Harings e Man Rays. Ao final e ao cabo, saí de lá sem uma agenda para pautar-me no novo ano.

Em tempo: Um excepcional 2012 aos que por aqui venham desaguar !