Novas – Das galerias virtuais

 

Caindo na estrada

 

Updated: Em três tempos

Via Anhanguera

De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante. 

Do Instagram:

A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan

Jardin des Tuileries

Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.

Paris

Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.

Bicicletas, ciclistas e ciclovias

 

Capítulo: Europa 2015

Mais uma série nascida no Instagram

Le Pont Royal - Paris

De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.

 

Paris

Atravessando a Pont Royal.

 

Amsterdam Centraal

Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.

 

Le Pont Royal - Paris

Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

Rijksmuseum
E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.

 

Enseada de Botafogo

Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.

 

Centro do Rio

Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.

 

Barra, Posto 5

Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.

 

Barra, Posto 5

Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.

 

 

 

Thaís Gulin : Entre o ninho e a estrada

 

Revista da Cultura. Edição 84. Julho de 2014

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Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker

Fotos: Luciana Whitaker

 

Entrevistei a cantora Thaís Gulin para a edição de julho da Revista da Cultura. Entre um show e outro, a curitibana tenta concentrar energias na criação de canções de seu próximo disco. O álbum já tem alguns parceiros confirmados e a provável participação do músico Jorge Mautner, com quem a cantora volta a dividir palco em apresentações na Caixa Cultural Brasília, nos dias 24 e 25/7. Para ler a matéria na íntegra, >>clique aqui.

 

 

Ali, onde desembocam minhas zapeadas

 

Série musical na HBO

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Encuentros en Brasil - HBO

Kevin Johansen em escala por Fernando de Noronha: No restaurante O Pico, recebido pelo chef Alvaro Segundo


Acabo de ver que o Now já colocou no ar quatro dos episódios de Encuentros en Brasil. Tendo visto todos os seis, em suas exibições originais pela HBO, curioso notar como, ao contrário do que ocorreu com o uruguaio Jorge Drexler, o argentino Kevin Johansen e a chilena Francisca Valenzuela (donos de temperamentos mais extrovertidos), se beneficiam imensamente mais da passagem pelas cidades escolhidas pela produção.
Uma figuraça esse Johansen. Quase sempre com uma cuia de chimarrão a tiracolo, no Recife, como em Olinda ou em Fernando de Noronha — e antes, em cidades mineiras –, o músico, até aqui, foi quem melhor interagiu com os personagens locais.
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Por onde andará ?

 

Via meu perfil no Facebook

 

Péri no Sesc Pompeia

Péri em apresentação do show Samba Passarinho: Sesc Pompeia, 2005

 

Desses dias em que acordo nostálgica – e não são poucos, como bem o denuncia minha timeline. Hoje, não sei qual foi a deixa, quis saber: onde andará o Péri? Fui atrás e reencontrei-o aqui. Conheci o músico baiano na época em que fizemos assessoria de imprensa para projeto que o também músico Carlos Careqa levou ao CCBB de São Paulo. “Novo de Novo – O Brasil de Pixinguinha” reuniu no palco paulistano, em 2003, entre outros, feras como Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé, Belchior, Vitor Ramil e Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha.

A TV Cultura gravou os espetáculos e exibiu-os no programa Jazz & Cia. E aqui, a segunda parte, traz show e entrevista com o saudoso Itamar Assumpção.

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Foto: Divulgação.

Seleções dominicais

Lá no Deezer

Charly Garcia - Bilboard AR

Charly Garcia: Em agosto, o músico foi capa da edição de lançamento da Bilboard argentina

 

E porque o domingo também pode ser de incursões jurássico-musicais. Ouço, justamente, Los dinosaurios, do Charly Garcia. E lembro da primeira vez que vi sobre um palco essa que, então, me pareceu a mais estranha, tresloucada e interessante das figuras. Isso foi em 1989, durante uma das edições do FLAAC (Festival Latino-Americano de Arte e Cultura). Rara época em que, morando em Brasília, não desejei estar em outro lugar.

 

>> Mais de minhas playlists.

Outras plagas, outros tempos

 

Brasília e Campo Grande | Anos 90

 

Caetano

Adriana Calcanhotto: Recital em bar sul-matogrossense


Dias atrás, inesperadas deixas me levaram a compartilhar, no Facebook, caras experiências em duas das cidades onde morei. Primeiro, citando entrevista com a cantora Adriana Calcanhotto, publicada no jornal Valor Econômico, comentei (linkando a foto acima) : 

Lembro dessa Adriana (das reminiscências sobre apresentações na noite gaúcha), ainda no esquema ‘banquinho, violão & voz’, fazendo show no Camaleão, bar de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Estávamos aí no início dos anos 1990. Nessa época, o lugar era ponto de encontro de artistas e intelectuais e tinha como diretor cultural o artista plástico Humberto Espíndola, irmão de Tetê & Alzira.

 

Caetano

Das experiências acadêmicas: Caetano Veloso nos dá entrevista sobre Torquato Neto

Depois, remexendo em arquivos para atualizar a seção de imagens de meu site, tive o impulso de publicar no Facebook a foto acima. A ideia era dividí-la com um contato meu na rede social, a cineasta Adriana Vasconcelos, que foi minha colega na Universidade de Brasília.

Fiz o registro em 1990, no quarto do Hotel Nacional em que se hospedavam Caetano (que iniciava nova turnê em Brasília) e sua mulher na época, a Paula Lavigne. O músico concordara em participar do filme que rodávamos sobre o poeta piauiense Torquato Neto. Tratava-se de trabalho final para a diciplina “O Documentário”, ministrada pelo cineasta Vladimir Carvalho. Sergio Cobelo, nosso colega na matéria, era o diretor e eu e a Adriana éramos as produtoras.