Não mais do que de repente

Ainda o Instagram

E não é que o vaticínio que me soou risível pode mesmo fazer sentido? Minhas fotos voltaram à galeria. Estão lá, agora: 1014 publicações. A mágica aconteceu anteontem, logo após eu postar este registro de minha visita ao Museu Histórico Nacional:

Foto por Adriana Paiva

Exposição Nirvana: Taking Punk to The Masses. Deixei para ir depois de passado o ‘hype‘ e não poderia ter feito melhor opção. A mostra, que inaugurou em meados de junho, fica por lá até 22 de agosto. Neste registro, cenário emulando a gravação do ‘MTV Unplugged in New York‘, o primeiro álbum ao vivo da banda.

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Mobilidade por bicicleta

 

Os desafios enfrentados pelas mulheres de São Paulo

Uma pesquisa levada a cabo pela Ciclocidade

São Paulo SP

* Ciclovia da Paulista

 

Por que ainda são poucas as mulheres que se deslocam por meio de bicicleta na cidade de São Paulo? E de que maneira seria possível reverter esse quadro?
Estas foram algumas das questões sobre as quais se debruçaram, ao longo de um ano, as pesquisadoras do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo). Os resultados preliminares do levantamento – intitulado “Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo” – foram tornados públicos em 21 de setembro, véspera do Dia Mundial sem Carro, e compartilhados no canal da associação.

 

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* Fiz a foto acima em junho, quando estive em São Paulo e usei a ciclovia da Paulista pela primeira vez. *  Veja também: + Ciclistas e ciclovias >> Registros de minhas andanças, no Brasil e no exterior > * SP: Avenida PaulistaRua da Consolação * Em Brasília, Esplanada dos Ministérios  * Rio: Aterro do FlamengoAvenida Pasteur; Praia de Copacabana ; Leme ; Lagoa ; Ipanema ; Jardim Botânico ; Barra da Tijuca, Posto 4 * Europa: Sob o Rijksmuseum, na Museumpleim e na saída do Van Gogh Museum (
Amsterdã) * Praia de ScheveningenBuitenhof e Benoordenhout (Haia). Entrada do Markthal, Rotterdam. Centro de Delft. * Em Paris: Pont Royal,  Museu do Louvre *

 

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Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram & Foursquare

Grafite

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

Acervo MASP

Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier mauá Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

MAR
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
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Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

 

 

Mais da Rio 2016

 

Um pulo em Copacabana

15 de agosto – Via Instagram

 

Maratona aquática

Copacabana, Posto 6 (segunda-feira, 15/8) : Final da prova feminina de maratona aquática. Os minutos a mais de permanência das nadadoras por ali fizeram a alegria de um punhado de jornalistas e fotógrafos retardatários. No destaque, a americana Haley Anderson, quinta colocada na competição. Com a desclassificação da atleta francesa, o pódio ficou assim: em 3º lugar, com o bronze, Poliana Okimoto – primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha olímpica; em 2º, a italiana Rachele Bruni, e em 1º, a holandesa Sharon van Rouwendaal.

 

Copacabana na Rio 2016

 Coexistência em tempos de #Rio2016. Ou: Sobre Coturnos & Havaianas.

 

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São Paulo artística

 

Sobre mostras e murais grafitados

 

Junho em SP – Notas via Instagram

Ex Machina

Itaú Cultural: Exposição Arquivo Ex Machina – Identidade e Conflito na América Latina. Aberta à visitação até 7 de agosto.

Acervo MASP

MASP – Acervo em Transformação : Não recordo de já ter visto tantas crianças pequenas circulando pelo museu. Tocante testemunhar o esforço da professora para explicar a esses meninos e meninas, com idades em torno dos quatro anos, a cena pintada por Pierre-Auguste Renoir no quadro “A Banhista e o Cão Grifon” (Lise à Beira do Sena), de 1870.

MAR
Na quarta-feira em que estive na Pinacoteca, cheguei a presenciar parte dos preparativos finais da mostra “Fora da Ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear“, inaugurada no sábado (25/6). Àquela altura, já ocupavam o octógono as esculturas de ferro e espelho do português José Pedro Croft | Até 26/9.

Graffiti

De uma das sacadas da Pinacoteca (22/6): Mural do artista Daniel Melim.

MAR
Rua da Consolação * Arte por Walter Nomura (a.k.a. Tinho)
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Nove - Digital Orgânico

Um giro à esquerda…e eis o mural do grafiteiro paulistano João Paulo Cobra – aka NOVE / #digitalorganico (…) Dando um tempo em mais esta série de #notaspaulistanas.

 

 

A semana em imagens

 

Da Barra da Tijuca ao Centro

Cdade das Artes

Mostra “Ocupação Urbana”, na Cidade das Artes. Domingo, 29 de maio.
Realizada em parceria com a GaleRio, plataforma voltada à arte de rua e coordenada pelo Instituto Eixo Rio, a exposição reúne obras de 14 artistas e fica por lá até 30 de junho.

 

Via Instagram

 

SP

Vista da Igreja da Candelária a partir da Casa França-Brasil. Escala para almoço no Crepe Nouveau, antes de seguir para a Caixa Cultural.

SP

Deixando as dependências da Caixa Cultural, na quarta-feira, 25.
O que me levou até lá foi a edição 2016 do World Press Photo. Neste ano, a mostra itinerante de fotojornalismo, que reúne imagens premiadas em nove categorias, vai passar por 100 cidades de 45 países. Na Galeria 4 da Caixa até 19 de junho.

São Paulo

Quanto tempo transcorre, em média, entre a pessoa postar-se diante de uma obra de arte e sacar do celular para tirar fotos? Ultimamente, tenho me dedicado a observar esses movimentos. Aí, em visita à exposição ComCiência, da australiana Patrícia Piccinini. A mostra, que já passou pelo CCBB de Brasília e pelo de São Paulo, fica na unidade carioca até 27/6.

Lagoa de Marapendi
Final de tarde na marina do condomínio Novo Leblon: Observando o movimento na Lagoa de Marapendi.

 

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Os Gêmeos

 

Preparativos para uma nova mostra

Na Fortes Vilaça, a partir de junho

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Os Gemeos - Instagram

Os artistas em açãoFoto publicada no Instagram dos grafiteiros


A primeira vez em que estive com os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo foi, exatamente, nas dependências da Galeria Fortes Vilaça (em junho de 2006) para entrevista sobre a estreia dos grafiteiros no circuito de galerias de arte de São Paulo, com a mostra O Peixe que Comia Estrelas Cadentes. Agora, os grafiteiros se preparam para uma volta à galeria com nova exposição. A abertura está programada para o final de junho.

 

A um Passo do Estrelato

 

Entre as boas do Festival do Rio

 

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Judith Hill entre Jo Lawry e Lisa Fischer: Carreira solo não é ambição de todas


Muito bem urdido documentário musical. Assisti ontem no Estação Ipanema, em uma sessão onde tudo funcionou. Dirigida por Morgan Neville, a homenagem ao papel das backing vocals dentro da música pop fez sua estreia no Sundance Festival deste ano. Não é de todo surpreendente ver quem são as donas das vozes poderosas por trás de grandes clássicos da história do rock. Contam-se entre elas cantoras do quilate de Merry Clayton, Darlene Love e Tata Vega (que alguns também devem lembrar da trilha sonora de ‘A Cor Púrpura’). Quase doce em seu desencanto, Claudia Lennear é quem, talvez, melhor resuma a importância comumente dada a essas profissionais. “Cantamos os refrãos”, ela diz a certa altura. “Olhando a história da música pop é isso o que as pessoas cantam. Conosco a maior parte do tempo”. Lennear, que hoje se sustenta dando aulas de espanhol, foi backing vocal de Joe Cocker, inspirou canções de David Bowie e dos Rolling Stones e chegou a ser tida como a mais sensual entre as cantoras de apoio do mega cafajeste Ike Turner – numa época em que até Tina Turner não passava de uma “Ikette”. Mas o documentário não deixa de mostrar que os astros, os maiores entre eles, também fazem questão de abrir espaço para momentos solo de suas backing vocals. Sting o fez inúmeras vezes para Lisa Fischer. E os Stones também. Vídeos com a cantora levando Gimme Shelter  surgem aos borbotões na rede. Difícil escolher a mais impressionante performance (aqui, uma das mais conhecidas: http://is.gd/Q3csLo). Parte da mostra “Midnight Music”, do Festival do Rio, o filme tem mais duas exibições programadas. A próxima, amanhã (domingo, 6), às 16h45, no Estação Rio 1.

 

Texto: Adriana Paiva. Foto: Divulgação.

 


Entre praias e museus, algo mais

Instagramadas do período

Casa França-Brasil

RIO : Recorte do prédio em estilo neoclássico projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, na segunda década do século 19, e que teve muitas funções antes de passar a abrigar a Casa França-Brasil, a partir de 1990.

Do meu Instagram

BRASÍLIA: Entrada do Museu Nacional Honestino Guimarães, um projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.

Luciana Whitaker e Clarice Falcão

Making of: Luciana Whitaker fotografa Clarice Falcão para a Revista da Cultura. Sairam dessa sessão as fotos que ilustram minha entrevista com a multiartista recifense radicada no Rio. Seu primeiro álbum de estúdio deve chegar às lojas entre abril e maio.

Praia do Pepê Barra da Tijuca

RIO, Barra da Tijuca : Outro cair de tarde na Praia do Pepê

Instagramadas do período

 

Seleção Outubro/Setembro

 

Copa - Stand up paddle

E no meio do mar, o garoto. Praticando a que, insinua-se, será a febre do próximo verão.

Stand up paddle visto do Forte de Copacabana.

 

Carlos Drummond de Andrade - 110 anos

À frente ou às costas do poeta, ecos de sua elegia carioca : “Rio diverso múltiplo. Desordenado sob tantos planos“… Drummond e, como ele mesmo escreveria, a cidade que o vive.

Texto e fotos por Adriana Paiva

Espelhos da cidade. Dentro do carro, a caminho do Armazém da Utopia, no Cais do Porto.

Por Adriana Paiva

Praia de Copacabana fervilhante, vista de uma das sacadas do Rio Othon Palace.

Foto Adri nas Cidades

Para fechar a série que fiz da sacada do Othon Palace. Giro um pouco meu pescoço à esquerda e ei-las, mais bonitas e robustas, as montanhas e as nuvens.

Cineencontro - Festival do Rio

No Armazém da Utopia, debate mediado por Pedro Butcher (Filme B) sobre o longa de animação “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi. Também presente na mesa, a cineasta Laís Bodanzky.

MNBA Italianos

A visitante em busca de informações. Mostra “Artistas Brasileiros na Itália”, no Museu Nacional de Belas Artes.


Fotos por Adriana Paiva ©

Festival do Rio

 

Penúltimas

 

Estação Sesc Rio

Estação Sesc Rio, em Botafogo: Público circula durante intervalos de sessões lotadas

Hoje, entramos na última semana de Festival do Rio. Perdi a conta dos filmes vistos, numa edição em que, mais do que nas anteriores, tenho me concentrado nos documentários e nas mostras voltadas às artes (Itinerários Únicos), música (Midnight Música) e meio ambiente.

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Festival do Rio

Armazém da Utopia, no Cais do Porto: Centro nervoso do festival

Ontem, aliás, estava na última sessão, dentro do festival, de “Trashed – Para Onde vai Nosso Lixo”, dirigido por Candida Brady (assista ao trailer). Foi a própria Ilda Santiago, diretora do evento, quem introduziu o filme, ao lado de Rose Ganguzza, uma das produtoras.

Já tinha visto gente (críticos, inclusive) reclamar do tom excessivamente professoral do documentário. Peraí. E quem mesmo vai para o cinema ver documentário esperando, sobretudo, diversão? O tema é difícil e o tom é de alerta máximo. “Não estamos falando de um futuro distante“, diz Irons a certa altura, “o chão sob nossos pés já está coberto de lixo“.
Se suas preocupações com o planeta ultrapassam modismos, não deixe de ver Trashed quando estrear em circuito comercial.


Criatividade de nossos políticos …

 

Ou típico chiste carioca ?

Centro do Rio - Foto por Adriana Paiva

 

De um Rio de Janeiro que, quando não chega a me encher os olhos, me lembra que, há não muito tempo, passei a ter na cidade meu domicílio eleitoral. Registrei a cena, em agosto passado, enquanto visitava galerias e museus, no centro da cidade. De um lado, o botequim, onde o vereador mantém seu “gabinete de rua”. Do outro, um não menos suspeito “Cine Orly” (clique na imagem para vê-la ampliada).

A página do vereador, no site da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

 

No CCBB do Rio como no de Sampa

 

+Instagramadas

 

Corpos Presentes - CCBB Rio
Corpos Presentes (Still Being), primeira individual, no Brasil, do escultor britânico Antony Gormley se despede, hoje, da sede carioca do Centro Cultural Banco do Brasil, onde repetiu o sucesso de público de sua passagem por São Paulo. Que venham os impressionistas !

 

Foto por Adriana Paiva ©

 

Rio+20

 

Programa duplo na Cinelândia

 

Yann Arthus-Bertrand

A Terra Vista do Céu : Mostra é vizinha a festival de filmes sobre meio ambiente

Para lembrar que hoje, pertinho daí, no Cine Odeon, encerra-se o GoodPlanet Film Festival. Já as fotos de Yann Arthus-Bertrand (o idealizador do festival), reunidas na mostra “A Terra Vista do Céu”, ficam na Praça Floriano até 24/6. Entonces …por que não considerar passar pela expo e, de quebra, assistir a filmes com temática afim ? Às 21h30, após última sessão no Odeon, debate “Objetivos de Desenvolvimento para o Milênio”, com Luc Gnaccadja (UNCCD), Robert Lion (Agrisud) e Marcelo de Andrade, presidente do instituto Pro-Natura.



Sábado de Rio + 20

 

Passagem pelo Pier Mauá

 

Escala tão breve quanto a feita, ontem, na Cúpula dos Povos. Muita gente credenciada para trabalhar no local, mas pouca gente preparada para fornecer informações básicas — como, por exemplo, em que armazém acontece exposição “x” ou seminário “y”. Afora por meus interesses ali, fato é que fico sempre muito impressionada com a disposição do povo para usufruir do que lhe é oferecido gratuitamente. Que o digam as filas inacreditáveis para entrar no veleiro do Greenpeace, o “Rainbow Warrior III”, que fica atracado no Pier até o final do evento, em 22 de junho. Bacana mesmo foi ver que as mini-palestras, oferecidas por entusiasmados voluntários da ONG, também reuniam ouvintes aparentemente interessados. Vale, de todo modo, acompanhar a programação de feiras, oficinas e debates, montada nos armazéns : www.rio20.gov.br/eventos.


Pier Maua

Veleiro do Greenpeace atrai visitantes ao Pier: Rainbow Warrior III fica atracado até o final da Rio+20

Voluntária do Greenpeace

Amanda Eklund, voluntária sueca, fala a visitantes sobre ONG e rotina dentro do barco

Entre a Eco 92 e a Rio+20

 

Recortes das experiências desta jornalista

 

Quando, ainda estudante de jornalismo, vim cobrir a Rio 92, em quase todos os aspectos que se possa imaginar, o cenário era muito distinto do atual. E eram basicamente dois os locais onde trabalhávamos. No Aterro do Flamengo, onde hoje (15/6) inaugura-se a Cúpula dos Povos, tínhamos o Fórum Global.

Hospedávamo-nos no Forte de Copacabana, tendo um ônibus turístico à nossa disposição. Dadas as restrições para locomoção de vinte e poucos alunos, diariamente precisávamos nos decidir: ir cobrir os eventos tão mais “sisudos” do Rio Centro ou ir ver a farra polifônica e multicolorida do Fórum Global. Como me é típico desde criancinha, era diariamente também que eu sofria com o que me pareciam insolúveis dilemas. E pensar que entre meus colegas havia quem quisesse sobretudo pegar uma praia.

 

Rio de Janeiro, 1992

 

Forum Global

Personagem folclórico do Rio, Beijoqueiro em congraçamento com indianas, no Fórum Global

Repórteres da Rede Globo - Rio Centro

Representando a Rede Globo, no Rio Centro, os coleguinhas Alexandre Garcia e Valéria Monteiro

Iluminado, monge japonês no Rio Centro

Vindo do Japão para o evento, o monge zen-budista Kido Inoue também circulou por lá

Graffiti em Botafogo

Leonel Brizola, governador do Rio em 1992 : Depoimento para TV japonesa

Rio de Janeiro, vinte anos depois

Rio+20 – Quinta-feira, 14/6

Dia de palestras e visita a mostras e estandes de países e estados. Bastante proveitosa a ida ao estande do Japão onde, na esperança de encontrar o monge zen Kido Inoue (que conheci durante a Eco 92), acabei engatando ótimo papo com Yuki, representante da Asahi Glass Foundation, instituição japonesa que há vinte anos concede o “Blue Planet Prize” a pessoas que se destacam na área ambiental.

Algodão colorido - Estande da Embrapa

No Parque dos Atletas, o algodão produzido pela Embrapa: Colorido naturalmente

Projeto da Coppe - UFRJ

 O H2+2, ônibus híbrido a hidrogênio com tração elétrica: Projeto da Coppe/UFRJ

A Terra Vista do Céu

A Terra Vista do Céu : Exposição de Yann Arthus-Bertrand fica até 24/6 na Cinelândia



Caramella, um vizinho do Martinica

 

Café na 303 Norte

 

Caramella - Bsb SCLN 303

Mesas da cafeteria começam a lotar no final da tarde

A casa abriu no segundo semestre de 2011 e na ponta oposta àquela onde em meados dos anos 1990 fervia o Martinica Café. Não chega, ainda, a atrair o público deste último — na época em que fui assídua ali (e morava perto), o Martinica era ponto de encontro rotineiro com meus colegas da Universidade de Brasília (UnB) e um local bastante frequentado por artistas e intelectuais da cidade.

Se o Caramella virá um dia a herdar o público que lotava as mesas do vizinho é o que menos importa. Por ora, vale a visita para um café da manhã ou brunch (o bufê é renovado até às 14h) ou mesmo para o chá da tarde, servido em igual esquema até às 21h. Prefira as mesas externas.

Afora as diversas opções de pães, frios, sobremesas, frutas e bebidas, há ainda os bastante procurados waffles, preparados na hora e cobrados como parte do bufê. No que tange a atendimento, tanto os funcionários que recebem pedidos no balcão quanto os que vão às mesas são bastante atenciosos e ágeis.

A nota negativa vai para soluções com ares de improviso, típicas de casas recém-inauguradas. Cito a que vi quando estive lá há pouco mais de um mês (ou seja, bem depois de a casa começar a funcionar): a cobertura de alguns dos pratos com alimentos era feita com uma espécie de plástico-filme. Convenhamos, há modos bem mais eficazes de fazê-lo, após cada cliente se servir. Sem falar que nesse tipo de negócio apresentação é tudo.


Serviço

Caramella – Confeitaria e Cafeteria


Café da manhã – Horário: 7h30 às 14h | Chá da tarde: 14h às 21h
Valores: Seg a sex : R$ 16,50 | Sábados, domingos e feriados: R$19,90
Obs.: (Crianças até 4 anos não pagam. Crianças entre 5 e 8 anos pagam metade).
Endereço : SCLN 303 , bloco E, loja 20 . Fone: (61) 3326 8001.

Veja também

Conheça as outras filiais do Martinica Café



Em Brasília

Dias perfeitos para carros na garagem

Eixão do Lazer em Brasília - Foto Adriana Paiva

Eixão do Lazer na Sexta-feira da Paixão

O Eixão (pista central do chamado Eixo Rodoviário) que, nos dias úteis, é uma das mais movimentadas vias de Brasília, nos domingos e feriados nacionais, vira área de lazer  (entre 6h e 18h). Nas sete faixas que cobrem as asas Sul e Norte do Plano Piloto, perfazendo pouco mais de treze quilômetros, circulam todos os tipos de tribos.

Na manhã da sexta-feira santa, encontrei durante minha caminhada muitas famílias, dezenas de ciclistas (alguns, aparentemente, aprimorando performance), skatistas, pedestres acompanhados de seus cães e até um grupo de patinadoras ensaiando coreografias. A via não era fechada quando morei na 112 Sul, entre 1986 e o início de 1991. Mas circulei bastante por ali, quando voltei a Brasília e fui morar na 103 Norte.

Em maio próximo, o Eixão do Lazer completa 21 anos. Vida longa a essa que, possivelmente, é uma das áreas de lazer mais democráticas da cidade.

Do olho do vortex

 

Um resumo do período

 

Fevereiro, carnaval, maratona cinematográfica e resoluções, ainda, de início de ano. Depois, veio março e, conforme ironia corrente, o começo (à vera) do ano no Brasil.
Com o encerramento das férias para considerável parcela de brasileiros, vieram também novos interesses e projetos. No vórtice disso e de algo mais, fiquei o último mês sumida deste que diz pretender-se um blog
updated. Voltemos, pois. A seguir, destaques do período.


Forte de Copacabana - Fotos por Adriana Paiva

Café do Forte : Unidade da Confeitaria Colombo em Copacabana


Filial da tradicionalíssima Confeitaria Colombo, o Café do Forte funciona há onze anos dentro do Forte de Copacabana. 
Na minha ida mais recente ao Forte, resolvi entrar na loja de souvenirs e conversar um pouco com a gerente. Contou-me ela que a frequência do café e de sua loja crescem a cada ano, o que ela atribui, com razão, à maior evidência ganha pelo Rio de Janeiro em função dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo. Disse-me ela ainda que muitos entre seus amigos, moradores do bairro, desconheciam o local por um certo preconceito, no mais das vezes a ver com o fato de que ali também está instalado o Museu Histórico do Exército. E não apenas o museu mas, igualmente, algumas residências de oficiais dessa Força.

Fico contente por testemunhar também esses preconceitos serem aos poucos demolidos. Não deixa de ser interessante ver a colorida fauna de turistas circulando entre carros verde-oliva e rapazes fardados.

 

Forte de Copacabana - Fotos por Adriana Paiva

Área externa do Café do Forte : Vista para a praia de Copacabana e o Pão de Açúcar

Voltando ao Café do Forte. O que este não tem do glamour e da tradição da centenária matriz, fica aqui compensado pela vista de cartão postal. Se o dia estiver bonito como estava aí no meu registro, opte por mesa do lado de fora. Sempre recomendável, contudo, fazer sua reserva (tel.:21-2247-6168). Na minha ida lá, no início de março, fui de café da manhã (servido também na opção ‘light’ e até o meio-dia). De terça à sexta, o almoço à la carte (servido de 12h às 16h) traz boas opções de massas e omeletes. Eu, particularmente, gosto do Omelete do Bosque, recheado com champignons, provolone e ervas.

 

Ainda Copacabana


Galeria Movimento - Copacabana

Galeria no Shopping Cassino Atlântico: Grafiteiros representados

Gostei de ter contato com uma outra faceta do trabalho de Mateu Velasco e constatar que já conhecia seus traços, de andar pelas ruas do Rio. O artista plástico e grafiteiro é representado pela Movimento Arte Contemporânea, uma das galerias que visitei em março passado. A “Movimento” também representa Tomaz Viana, o Toz, outro artista cujos murais grafitados estão espalhados por vários pontos da cidade.

 

 

Para grandes apetites matutinos

 

…em passeio pelo Rio

La Fiorentina, no Leme

Boemio célebre : Estátua de Ary Barroso, em frente ao La Fiorentina

Sabe um daqueles meus 238 queixumes sobre o Rio de Janeiro ? Refresco sua memória: não haver aqui, por exemplo, muitas opções de café da manhã ao estilo pródigo de um Pé no Parque ou de uma Dona Deôla (entre dezenas de outras alternativas paulistanas). Lembro das quantas vezes, ainda morando em São Paulo (ou recebendo, aqui, amigos de fora), rodei o Rio, atrás de um lugar em que, tendo-se saido tarde de uma balada, ou acordado muito cedo, se pudesse tomar um café da manhã mais que trivial e, especificamente, no sistema de bufê.
Parece que, a partir de hoje, terei menos motivos para lamentar . O restaurante La Fiorentina, no Leme, tradicionalíssimo ponto de encontro de artistas e intelectuais cariocas, passará a funcionar 24 horas e a servir bufê de café da manhã, entre as 6h30 e as 10h.

 

E já que falei da Pauliceia …

 

Pé no Parque - Fotos por Adriana Paiva

A metros do Parque do Ibirapuera: Café da manhã saudável e fartamente servido

Dona Deôla na Pompeia

Dona Deôla, na Pompeia e em 3 outros endereços : Bufê para gostos os mais diversos

Hélio Oiticica em Brasília

  

Últimas semanas

  

Obra de Oiticica em museu de Brasília por Adriana Paiva

Em Brasília, a terceira escala da mostra “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo”

 

Fiz o registro acima quando visitei a mostra “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo”, no Museu Nacional de Brasília, em janeiro passado. Essa que é a maior retrospectiva da obra do artista realizada até hoje, também já passou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo e fica na capital federal até 20/2. Estão em exibição alguns de seus Penetráveis, Bólides, Parangolés e Metaesquemas, além de dois dos filmes dirigidos por Oiticica — “Agripina é Roma Manhattan” e “Brasil Jorge – Homenagem a Jorge Salomão”.
 
Serviço

Museu Nacional de Brasília

Endereço: Esplanada dos Ministérios

Horário: Terça a domingo , das 9h às 18h.

Entrada gratuita

 

 

Wi-fi in Rio

 

Se estiver no Leblon

  

Shopping Leblon - Clientes acessam Internet

No Shopping Leblon, área de acesso a Internet sem fio: Ao lado da Starbucks

 

De férias no Rio e passeando pelo Leblon ? É possível que você seja um desses turistas cautelosos que, andando por estas nem sempre seguras plagas, sequer aventaria a hipótese de sair à rua com o seu notebook na mochila. Supondo, entretanto, que num rasgo de ousadia você se decida a fazê-lo, eis acima uma boa opção de acesso gratuito à Internet sem fio. Ali, no andar térreo do Shopping Leblon, bem pertinho da Starbucks.

No caso de também pretender almoçar nas dependências do shopping, há interessantes opções na Praça de Alimentação. Meus preferidos, variando segundo intenções e companhias, são Bibi Sucos, Botequim Informal, Ráscal e Viena. Para adoçar a boca depois da refeição vale ainda uma passada na sorveteria Mil Frutas, cuja variedade de sabores — à base, inclusive, de frutos originários das regiões norte e nordeste do Brasil –, me leva à inevitável comparação com a nortista Santa Marta, que conheci quando morei em Belém, em meados da década de 1980. Foi lá, a propósito, que experimentei, pela primeira vez (na forma de sorvete), algumas frutas típicas da região amazônica, como o açaí e o bacuri . Bem, volto a falar de sabores da Amazônia em outra oportunidade. Retornemos ao Leblon.

Na linha, ainda, de diversão além da praia e a temperaturas mais confortáveis (hoje os termômetros bateram na casa dos 40° C ), o shopping dispõe de quatro salas de cinema e de um teatro, o Oi Casa Grande, onde, no momento, está em cartaz o musical Hair, em versão de Claudio Botelho e com direção geral de Charles Möeller. Veja horários.

Shopping Leblon – Endereço : Av. Afrânio de Melo Franco, 290. Fone: 21 2430 5122