Um post para dizer de outro

Fox Paulistinha gatos poodles doglovers pets

 

A compilação de fotos dos animais de estimação da família apenas começou. Novos acréscimos hão de vir por aí.
Nessa primeira seleção, aparecem 1) três dos nossos poodles; 2) Apolo, o fox paulistinha que eu e minha mãe demos ao meu sobrinho, na véspera de ele se mudar para a Venezuela; 3) “Gatinho”, o pequeno felino que viveu conosco na 112 Sul; e 4) Mallu, a border collie que entrou este ano para o clã.

Até aqui, ficaram de fora: nosso perdigueiro Comanche, a vira-lata Pretinha, a lulu da Pomerânia Judy, a poodle Preta, as gatas Gaia e Mia e os pequineses dos meus avós, o Chang e a Suzuki.
À medida que encontrar outras fotos nos meus arquivos, nos álbuns dos meus pais, ou entre as fotos vindas da casa de meus avós, acrescentarei aos stories.
Do Comanche, a propósito, o perdigueiro que tivemos na época em que residimos na Restinga da Marambaia, encontrei uma pequena preciosidade, dia desses: uma foto onde ele aparece junto à minha irmã (pequenininha), meu pai e minha avó. Cheguei a digitalizá-la, mas como a original era pequena e, ainda por cima, sofreu um rasgo quando a removi do álbum, ela ainda precisará de edição.

À iminência do término de um ano que se revelou tão difícil, escolhi tangenciar assunto que ativa em mim os melhores sentimentos: os animais que passaram por minha vida — e os que vêm chegando por aí. 

Que 2021 venha mais leve e nos brinde com verdadeiros motivos para celebração. Paz, saúde e amor para todos nós.

 
 
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Paris e seus cães

 Do meu perfil, no Instagram

Aqui, a foto sem cortes

Apaixonados por cães zwergspitz spitz alemão doglovers pedestrians urban street photography chiens metrô mobilidade urbana franceses francesa parisienses Rue de Rivoli piétons mobilité urbaine quartiers des rues parisiennes Métro de Paris França Fotos por Adriana Paiva

Nas imediações do Louvre: Eu ando pelo mundo prestando atenção na bicharada. E aí, fisgada pelo Lulu, porque, sem coleira e mui pacientemente, ele esperava seu dono terminar uma conversa bem perto da entrada da estação de metrô.

 

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GYN * Dezembro de 2016

 Festas em família

Fotodiário

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Manhã de 24 de dezembro: Vista da varanda do apartamento da minha irmã. Apolo, o cão da família, ainda se espreguiça. Lá embaixo, a Praça Consciente e a vizinhança no Setor Marista.

 

Do Instagram

 raças de cão cães cachorros Terrier Brasileiro

Presente que eu e minha mãe demos ao Tiago (meu sobrinho mais velho), na véspera de ele se mudar para a Venezuela, Apolo está prestes a completar 15 anos; quase não creio. O aniversário é em abril e, a cumprirem-se os planos de Lu, a caçula de minha irmã, a festa do “debutante” deve ser de arromba.

Vizinhança no Novo Leblon

Sobre como podem ser belas as tardes no Planalto Central. Aí, minha sobrinha dando início à farra na piscina.

 

 

Façanhas pré-natalinas

Ou: Inventaram o Papai Noel mais antipatizado do Brasil

Cães passseiam

Passeador de cães no condomínio Mandala: Vizinhança com grande número de animais de estimação

Neste que, certamente é, entre os muitos endereços onde morei, o que tem mais cães e gatos por metro quadrado, que ideia infeliz fazer de uma prévia natalina o mais estrepitoso festival de fogos de artifício já ouvido – daqui até sabe-se lá que longínquo logradouro. E o suplício parece piorar a cada ano. Como também o comprova Bob, o poodle. O pobre animal rejeitou o passeio do meio-dia e, até agora, não se animou a sair de debaixo da cama.
A bandinha desafinada, tocando temas natalinos em looping, desde muito cedo, pode-se até relevar. Não esqueço que também eu já acreditei em Papai Noel.

E, aqui, outra nota edificante:

Como de (quase) todo mal se consegue extrair algo positivo, ter sido acordada neste sábado com tamanho alarido até que me encheu de ideias. Pensando em incluir, na minha lista de metas para 2017, uma reunião com os donos de “pets” do condomínio. Quem sabe se, unidos em nossa justificadíssima consternação, não logremos abolir uma “tradição” tão inconveniente? Pelo fim dos fogos de artifício !

 

 

 

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“Bom pra cachorro”

 

Pra quem mesmo, cara pálida ?!

 

Da série Os mais absurdos press-releases

Acima, imagem da série In Dog We Trust, da artista visual Sandra Birke.

Das sugestões de pauta ensandecidas que vêm dar (e adernar) na minha caixa postal. O ‘subject’ desta — “Carnaval Bom Pra Cachorro” — já dava ideia de que alguma bizarrice viria pela frente. O texto: “Fevereiro é tempo para muito samba, marchinhas e animação. Um momento onde todos esquecem a etiqueta (blá-blá-blá) e saem fantasiados do que quiserem para curtir até três noites sem pensar no amanhã. A regra é ser feliz!“. E, mais adiante, com muitas fotos de cachorrinhos fantasiados – tão empertigados, que parecem de pelúcia -, informa-se que seus cães podem “curtir o carnaval com você” caracterizados como Bat-dog, Branca de Neve, enfermeira, etc.. E que, para tanto, basta acessar o site da maior loja de produtos para pets … do Bra-sil !
A acrescentar sobre isso : gente que trata bichos como bonecas, prontas para serem vestidas e enfeitadas, não merece ter um cão ou gato.

|| Postado no meu perfil, no Facebook.

 

De Boos e de outros Lulus

Ou: Dos modismos nem tão inofensivos

Boo e seu cotidiano de muso das redes sociais

Boo tem perfil no Facebook: Gracinhas divididas com mais de 5 milhões de seguidores

Assim como tem gente que chama papagaio de pano de “Louro José”, também tem quem chame Lulu da Pomerânia de Boo. Ok, cada um chama seu bicho de estimação como bem o pretenda. E não vamos aqui discutir modismos. Mas convém que se dê aos bois, digo…às raças de cães, os seus nomes certos.

Eu e minha irmã tivemos uma Lulu da Pomerânia quando crianças — ganha, aliás, da tia de minha mãe que, durante anos, criou a raça em seu canil. O Facebook estendeu para além de seus domínios a crença de que Boo é uma raça “nova” de cachorro. E não é. Boo é o nome do Lulu da Pomerânia de uma funcionária da rede social. Em 2009, ela (nada inocentemente, ao que parece), criou, no FB, uma página para seu cão (bonitinho e de tosa diferente do habitual). Não levou muito tempo para que o perfil, naquele conhecido efeito ‘rastilho de pólvora’, recebesse milhões de seguidores, fazendo de Boo uma “figura pública” tão popular que, não bastasse ganhar réplica em pelúcia e ter sua vida contada em livro, alçou, por tabela, a raça Lulu da Pomerânia (também conhecida como Spitz Alemão) a uma das mais cobiçadas do planeta.

Enquanto isso, aqui, aqui e aqui…dezenas de cães aguardam ser levados para casa por alguém que veja neles mais do que fofura.

Foto: J.H.Lee / Divulgação