Um flagrante da Paralimpíada

 

Via Instagram

 

Rio 2016

Nós indo e eles vindo. Ness Murby, a atleta australiana que, nos Jogos Paralímpicos, representa o Canadá no lançamento de disco, e seu zeloso labrador retriever – que, eu soube depois, recebeu dela o curioso nome de Lexington Pão de Queijo. Quarta-feira (14), no Parque Olímpico.

 

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Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram & Foursquare

Grafite

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

Acervo MASP

Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier mauá Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

MAR
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
.

Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

 

 

Mais da Rio 2016

 

Um pulo em Copacabana

15 de agosto – Via Instagram

 

Maratona aquática

Copacabana, Posto 6 (segunda-feira, 15/8) : Final da prova feminina de maratona aquática. Os minutos a mais de permanência das nadadoras por ali fizeram a alegria de um punhado de jornalistas e fotógrafos retardatários. No destaque, a americana Haley Anderson, quinta colocada na competição. Com a desclassificação da atleta francesa, o pódio ficou assim: em 3º lugar, com o bronze, Poliana Okimoto – primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha olímpica; em 2º, a italiana Rachele Bruni, e em 1º, a holandesa Sharon van Rouwendaal.

 

Copacabana na Rio 2016

 Coexistência em tempos de #Rio2016. Ou: Sobre Coturnos & Havaianas.

 

 * * *

 

 

Recortes da Rio 2016

 

Ciclismo de estrada — Bem perto de casa

 

Domingo, 7 de agosto

 

Vizinhança no Novo Leblon

Do Instagram – Praia da Reserva: Passagem das atletas da prova feminina de ciclismo de estrada, cuja largada aconteceu no Forte de Copacabana, pouco depois do meio-dia. No sábado, com o dia ensolarado, o público que foi até a orla para assistir à prova masculina era consideravelmente maior.

 

Ainda na Praia da Reserva

 

Vizinhança no Novo Leblon

Homens da Força Nacional aguardando o retorno das ciclistas, que, nesse momento, aproximavam-se da Prainha.  Ao fundo, o condomínio onde moro, o Novo Leblon..

Vizinhança no Novo Leblon

Além de curiosos que passavam pela região, também aglomeraram-se por ali fiscais da prova, voluntários, e, no quiosque onde me posicionei para fazer fotos, alguns moradores dos condomínios vizinhos – vindos, entre outros,  do Novo Leblon, do Mandala e do Sundeck.

 

E lá vêm elas

 

Ciclismo feminino - Volta do Grumari

Instagram II : E aí as ciclistas voltando do Grumari em direção àquele mesmo ponto de largada, no Forte de Copacabana. No grupo, atletas da Suécia, Holanda, Austrália, do Azerbaijão e, representando o Brasil, a carioca Flavia Oliveira, que terminou a prova em sétimo lugar, marcando uma conquista inédita para o país.

 

 

 

Dias de ressaca

 

Sobrevivência no ‘Rio Olímpico’

 

Praia do Arpoador

Da mureta do Arpoador: O trecho interditado pela Defesa Civil na sexta-feira (29/4) continuava assim quando passei por lá na terça (3/5) pela manhã.

 

Os reflexos da frente fria que chegou ao Rio, há pouco mais de uma semana, ainda se fazem notar em vários pontos da orla. No Arpoador, depois que ondas de mais de 2.5 de altura tragaram a faixa de areia, atingindo o calçadão, a Defesa Civil decidiu interditar, no último dia 29, o trecho à beira-mar que vai do Posto 7 até a rampa de acesso à praia, localizada em frente ao Hotel Arpoador Inn.
Já na Barra da Tijuca, o mar agitado chegou a danificar a estrutura que estava sendo montada, no Posto 2, para o campeonato de surfe Oi Rio Pro  (que ocorre entre 10 e 21/5), fazendo com que o palco principal do evento tivesse que ser transferido para a Praia do Grumari.
Prevendo outras fortes ressacas ao longo do ano, o oceanógrafo David Zee divulgou, na semana passada, que apresentaria à Defesa Civil do Rio de Janeiro um plano de mapeamento, onde sugeriria a interdição das áreas mais vulneráveis à incidência de grandes ondas. Além das praias do Arpoador e da Barra, devem constar desse monitoramento diversos trechos de orla entre a Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes, e a Pista Cláudio Coutinho, na Urca.

 

MNBA Por Adriana Paiva

Praia da Barra da Tijuca, feriado de 1° de maio: Quebra-mar é um dos pontos constantes do mapeamento de ressacas idealizado pelo oceanógrafo David Zee 

 

Ações preventivas

 

Quem vive no Rio e em outras cidades litorâneas certamente concorda que essas deveriam ser precauções habituais. O que mais comumente se observa, entretanto (aqui, como em outras regiões do país), é a ausência de um bem urdido plano de ações preventivas e tais cuidados só passarem a existir após a ocorrência de uma grande tragédia.
A tragédia da vez não poderia ter sido mais arrasadora no que tange à negligência e coincidências. No dia em que, na Grécia, era acesa a tocha olímpica, no Rio, cidade-sede da Olimpíada de 2016, recebíamos, aturdidos, a notícia de que um trecho da ciclovia Tim Maia – parte do alardeado legado olímpico — desabava na Avenida Niemeyer, ocasionando a morte de duas pessoas.

Creio que todos os que vibraram com a construção de uma ciclovia em área tão privilegiada jamais suporiam que uma obra costeira daquelas dimensões pudesse ter sido concebida sem que se previsse a ação de um fenômeno natural tão conhecido por aqueles que aqui vivem – exceto, conforme soubemos, pelo secretário municipal de Governo do Rio. Dado nosso extenso histórico de desacertos na área, deveríamos ter suspeitado.

Desde então, o que vinham sendo dias de forte ressaca, passaram a ser, também, de desencanto. No meu caso, que sempre me julguei uma carioca atípica, mas, que, há alguns anos, tenho tentado não mais viver às turras com a cidade onde nasci, de um pouco mais de desalento.

***

Não cheguei a pedalar pela ciclovia Tim Maia, no trecho de São Conrado onde ocorreu o acidente. Mas fiz inúmeras fotos em minhas rotineiras passagens pela região. Uma delas, publiquei no Instagram, no dia 7 de fevereiro, poucas semanas após sua inauguração:

Ciclovia da Niemeyer

Dentro do carro, descendo a Avenida Niemeyer em direção ao Leblon. Lá fora, o guri, todo compenetrado, conduzindo sua bike pela recém-inaugurada ciclovia Tim Maia. Uma alegria ver tantas famílias pedalando por aí.

***

 

 

“Em manutenção”

 

O Rio das vocações irrealizadas

 

MNBA Por Adriana Paiva

Atrás da balaustrada em reparos, parte do quadro “Invocação à Virgem”, óleo sobre tela de Victor Meirelles, concluído em 1898.

 

O exemplo aparentemente simples e a interrogação inevitável: e o que, neste Rio de Janeiro, não se encontra em manutenção ou com o prazo de realização vencido?
Fui ao MNBA, a propósito, esperando ver a exposição Testemunhos da Fé: Olhares sobre o Sagrado, cuja abertura era estimada para ontem (6/4). Depois de pagar a entrada, fiquei sabendo que, não apenas a mostra ainda estava sendo montada, como o sistema de refrigeração, em algumas das salas expositivas, não estava funcionando. Também nada dos adesivos que costumam ser usados para identificar o visitante, nem sequer material informativo sobre a instituição ou as exposições em cartaz. Convém ressaltar que algumas dessas situações seguem idênticas ao que eram em abril de 2013, período em que o museu voltou a cobrar ingresso

 

Corredor cultural

 

Centro do Rio em PB

Setembro/Outubro – Via Instagram

Paço Imperial

Peça do escultor suíço Not Vital – e o coadjuvante inesperado | Paço Imperial.

Praça Mauá

Dos giros pela Praça Mauá. Para os turistas, o Museu do Amanhã como fundo. Para mim, a Ponte Rio-Niterói. Setembro de 2015.

Praça Mauá vista do MAR

Museu de Arte do Rio (MAR). Outubro, 2015.

Kurt Klagsbrunn

A foto da foto da foto da foto… Estendendo minhas horas no centro da cidade, com mais uma visita à mostra Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940 – 1960). Tarde no #MAR.

MAR
Daquela mesma quarta-feira no #MAR. Exposição Ângulos da Notícia – 90 Anos de Fotojornalismo de O Globo.

Teatro Municipal

Do topo da escadaria do Teatro Municipal.

 

 

Porque hoje ela faz aniversário

Do meu perfil no Facebook

 

Em seu 447º verão, meus parabéns a essa que há muito figura na lista de meus afetos mais ambíguos. Com votos de uma sempre melhor convivência, parabéns à cidade maravilha mutante, o Rio de cidades misturadas, berço do samba e das lindas canções, a capital do sangue quente do Brasil. PARABÉNS, Rio de Janeiro !