Urca: A pé ou de bicicleta

Via Instagram

Urca Turismo

Avenida Portugal : Placa de sinalização turística próxima à famosa Mureta da Urca

Rio a pé pode ser bom. E Urca a pé, então? Seria um programa ainda mais aprazível se as calçadas não estivessem tão mal conservadas.
Como se pode depreender em uma exploração superficial deste meu IG, adoro flanar por lá. Mas também gosto muito de circular pelo bairro de bicicleta. Estações Bike Rio, a propósito, há várias. Retiro “laranjinhas”, com mais frequência, na estação da Praça General Tibúrcio e na da Avenida Pasteur / UNIRIO. Mas há outras. Se ainda não experimentou, fica aqui minha sugestão: deixe apenas passar a chuva.

 

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>  Eis aqui uma lista de estações Bike Rio nos arredores:

• Estação 56: Praça General Tibúrcio / Praia Vermelha ;
• Estação 57: UFRJ / Campus Praia Vermelha . Av. Venceslau Brás, 65 ;
• Estação 58: UNIRIO / Avenida Pasteur ;
• Estação 87: IED (Istituto Europeo di Design) : Avenida João Luiz Alves, 13.

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Mobilidade por bicicleta

 

Os desafios enfrentados pelas mulheres de São Paulo

Uma pesquisa levada a cabo pela Ciclocidade

São Paulo SP

* Ciclovia da Paulista

 

Por que ainda são poucas as mulheres que se deslocam por meio de bicicleta na cidade de São Paulo? E de que maneira seria possível reverter esse quadro?
Estas foram algumas das questões sobre as quais se debruçaram, ao longo de um ano, as pesquisadoras do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo). Os resultados preliminares do levantamento – intitulado “Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo” – foram tornados públicos em 21 de setembro, véspera do Dia Mundial sem Carro, e compartilhados no canal da associação.

 

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* Fiz a foto acima em junho, quando estive em São Paulo e usei a ciclovia da Paulista pela primeira vez. *  Veja também: + Ciclistas e ciclovias >> Registros de minhas andanças, no Brasil e no exterior > * SP: Avenida PaulistaRua da Consolação * Em Brasília, Esplanada dos Ministérios  * Rio: Aterro do FlamengoAvenida Pasteur; Praia de Copacabana ; Leme ; Lagoa ; Ipanema ; Jardim Botânico ; Barra da Tijuca, Posto 4 * Europa: Sob o Rijksmuseum, na Museumpleim e na saída do Van Gogh Museum (
Amsterdã) * Praia de ScheveningenBuitenhof e Benoordenhout (Haia). Entrada do Markthal, Rotterdam. Centro de Delft. * Em Paris: Pont Royal,  Museu do Louvre *

 

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São Paulo artística

 

Sobre mostras e murais grafitados

 

Junho em SP – Notas via Instagram

Ex Machina

Itaú Cultural: Exposição Arquivo Ex Machina – Identidade e Conflito na América Latina. Aberta à visitação até 7 de agosto.

Acervo MASP

MASP – Acervo em Transformação : Não recordo de já ter visto tantas crianças pequenas circulando pelo museu. Tocante testemunhar o esforço da professora para explicar a esses meninos e meninas, com idades em torno dos quatro anos, a cena pintada por Pierre-Auguste Renoir no quadro “A Banhista e o Cão Grifon” (Lise à Beira do Sena), de 1870.

MAR
Na quarta-feira em que estive na Pinacoteca, cheguei a presenciar parte dos preparativos finais da mostra “Fora da Ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear“, inaugurada no sábado (25/6). Àquela altura, já ocupavam o octógono as esculturas de ferro e espelho do português José Pedro Croft | Até 26/9.

Graffiti

De uma das sacadas da Pinacoteca (22/6): Mural do artista Daniel Melim.

MAR
Rua da Consolação * Arte por Walter Nomura (a.k.a. Tinho)
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Nove - Digital Orgânico

Um giro à esquerda…e eis o mural do grafiteiro paulistano João Paulo Cobra – aka NOVE / #digitalorganico (…) Dando um tempo em mais esta série de #notaspaulistanas.

 

 

Qual o destino?

 

Eis aqui uma força para os seus deslocamentos em SP

 

Leve-me - Otima


Vinha subindo a Abílio Soares em direção à Paulista, quando vi a propaganda do aplicativo em um backlight. Baixei o Leve-me no meu smartphone por pura curiosidade e acabei descobrindo mais utilidade do que imaginara. Soube, mais tarde, que havia sido lançado menos de um mês antes.
Desenvolvido pela Otima, empresa responsável pela instalação e pela gestão publicitária dos abrigos de ônibus da cidade de São Paulo, o app tem como função relacionar as melhores opções de rotas, com base em diversos modais de transporte – do ônibus ao metrô, do táxi à bicicleta.
Uma vez preenchidos os campos ‘Origem’ e ‘Destino’, surgem, pormenorizados, os itinerários possíveis e, de quebra, o valor aproximado, em reais, para que se cumpra o percurso de táxi. Basta, então, escolher entre a rota mais rápida, a mais confortável ou a mais saudável. Eis a funcionalidade do Leve-me que, àquela altura, mais me interessou, já que essa última opção privilegia o deslocamento por meio de bicicleta.
Voltei ao Rio antes de explorar todo o potencial do aplicativo, mas quem estiver em São Paulo e tiver interesse em testá-lo, o download é gratuito e está disponível para os sistemas Android e iOS. Mais informações no site: http://www.leve-me.com/

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Outras notas paulistanas

 

Diário ilustrado

 

Junho de 2016 * Via Instagram

Bairro do Ibirapuera

Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela  APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).

Ciclovia da Paulista por Adriana Paiva

Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)

SP

Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).

Em Paris ou no Rio de Janeiro

 

Eu ando pelas ruas prestando atenção em tudo…ou quase

 

Atualizações via Flickr

Turistas

Turistas em frente ao d’Orsay: Segundo pude entender ao passar por ali, eram amigas e, com mapas e guias em mãos, discutiam as melhores maneiras de se deslocar pela cidade.

 

Place Cambronne

Contrastes do 15º arrondissement: Bons hotéis em vizinhança familiar e muitos pedintes a cada esquina.

 

Centro do Rio

Obras do VLT carioca: Início de abril, nas imediações da Caixa Cultural.

Com a deixa do aniversário

 

#SP462anos

 

De volta à polêmica: Grafite X Pichação

2015 BestNine

A “deferência” que chamou a atenção do grafiteiro argentino Tec (http://arte.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/sp-462anos/), chamou também a minha, em diversas ocasiões, ao caminhar pelas ruas São Paulo, quando ainda morava lá – como comprovam as fotos, feitas em diferentes momentos do ano de 2005. Na advertência afixada às janelas de um prédio do Centro, por exemplo, quase tanto quanto o tom cerimonioso, saltava aos meus olhos a grafia incorreta com que eram referidos a ação e seus respectivos autores.

Nesse mesmo especial da Folha, entre as razões para amar SP, o tópico anterior destaca: “Quando havia uma tendência de repelir a arte de rua, São Paulo foi na contramão e aceitou os desenhos em seus muros”…

Interessante pensar a respeito. Inclusive porque, se aprendi a apreciar “graffiti”, isso se deu, justamente, nos anos em que morei em São Paulo. Mas foi preciso cultivar em mim uma disposição para tal. É claro que contei, inicialmente, com uma ajuda decisiva nesse sentido: quando ainda trabalhava como assessora de imprensa, minha empresa atendeu uma ONG com diversos projetos na área.

Mas, continuei, depois, a sair pela cidade, com uma câmera em punho, pelo simples prazer da exploração. Guiada pela intenção de descobrir novos artistas, passei a fotografar muros grafitados, do Cambuci (bairro de origem d’Osgemeos) à Vila Madalena. Até então, preciso admitir, tinha uma profunda má vontade em relação à arte urbana que se fazia no Brasil. E, principalmente, um olhar muito contaminado por tudo o que a escola do “pixo” representava em São Paulo.
Do aspecto da demarcação de território àqueles mais óbvios (destruição de patrimônio público, poluição visual), continuo não encontrando senão motivos para deplorar as ações dos “senhores pichadores”. Diferentemente, ao que parece, do francês citado no especial. O documentário “Pixo” (dirigido pelo fotógrafo João Wainer), a propósito, só veio a reforçar essa minha postura refratária.

 

Rumo aos 50°C

Quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Ipanema

Avenida Vieira Souto, altura da Casa de Cultura Laura Alvim

Escala em Ipanema antes de seguir para compromissos no centro da cidade. 10:36, momento exato em que desisti de atravessar a rua para beber uma água de coco em um dos quiosques do outro lado da avenida. A essa altura, ainda não passáramos dos 35°C. À tarde, alguns bairros chegaram a registrar temperaturas acima de 42°C.

Rio em preto e branco

 

Via Instagram

 

Recortes de julho a setembro

 

Cidade das Artes - Barra da Tijuca

Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.

 

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Praia da Barra - Posto 5

Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.

 

Barra - Posto 4

Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

Centro do Rio

Esquina da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Registro de setembro.

Sobre um quase-assalto

Post publicado em meu perfil, no Facebook, em 6/2/2014

Campo de Santana

Indiferença: Diante de onde se desenrolou a tentativa de assalto, os típicos bancos de praça estavam quase todos ocupados

Hoje, no Rio de Janeiro, eu tive medo. E de um jeito que, há muito tempo, não.
Dia estressante trazendo um pouco mais de dissabor a uma semana que não começou nada tranquila. Saí do Arquivo Nacional, onde estive para ver uma exposição, e resolvi ir até o Campo de Santana, bem perto dali. A par de que a entrada do parque fecha às 17h, me apressei. Devia faltar meia hora para o portão ser trancado, quando eu entrei. O movimento de pessoas no local parecia ser o costumeiro. Fui lá para ver os gatos, sempre numerosos quando os fotografei em outras ocasiões, nos últimos três anos. Nesta tarde, não vi muitos. Em contrapartida, divisei vários patos e cotias pelo caminho. Parei um pouco para fotografar a sede da Fundação Parques e Jardins. Quando olhei para o lado, notei que havia um homem corpulento e de barba fazendo fotos dessa mesma edificação com o seu celular. Isso, de alguma maneira, me tranquilizou.

Voltei a circular e, dessa vez, mais perto das árvores e arbustos que cercam um lago alguns metros mais abaixo. Vi de novo o tal homem corpulento. Agora, sentado em um banco e, aparentemente, teclando ao celular. Mais uma vez caí na esparrela de achar que a presença dele ali era motivo para eu me tranquilizar.

Andei mais alguns passos em direção aos arbustos, encostei-me a uma árvore e fiquei espiando as cotias através da objetiva de minha Nikon. No que olho para o lado, ouço apenas: Me entrega. Não grita. Senão morre. Frases vindas de um negro alto e magro, que tirara algo de dentro da roupa e se pusera a centímetros de mim. Ainda consegui reparar que ele tinha bigode, mas não tive o ímpeto de olhar para suas mãos. Sei lá o que me deu desse momento em diante. Só sei que gritei e muito alto – agora, lembrando, soa um pouco mais ridículo. Eu gritei socorro. E, depois, mais alto ainda, “ladrão”. Sem entregar a máquina e ainda gritando (já nem lembro o que), avancei alguns passos arbustos adentro. Tudo isso sob sol brilhante e os olhares de pelo menos uma dezena de testemunhas. Quando voltei para a parte cimentada do parque, ainda pude ver o homem sair, em passadas muito rápidas, pelo outro lado. Uns senhores se aproximaram e me perguntaram o que ele tinha levado. Disse-lhes que nada. Porque, no susto, eu corri e não entreguei o que ele queria. Já me dirigindo à saída principal, comentei com o guarda que vinha em minha direção que tinha um ladrão agindo ali dentro e que ele quase me assaltara. O homem, atarracado e de cabelos brancos, fez o que me pareceu a expressão de pouco caso de quem testemunha situações como aquela muitas vezes ao dia (se é que não faz vista grossa quando as vê) ; no que estava falando ao celular, assim continuou.

Acho que em nenhuma outra ocasião, desde que voltei a morar no Rio, no final de 2008, senti o medo que eu senti hoje. Todas as minhas ações nesta tarde dentro do Campo de Santana, percebi tão logo a adrenalina baixou, foram tomadas no susto.

 

 

Ainda turistas

 

Flanando pelo Centro do Rio

 

catedral Metropolitana do Rio de janeiro

Catedral Metropolitana: Um olho no personagem, outro na geometria

 

Quando cheguei à Caixa Cultural para ver a mostra de gravuras de Beatriz Milhazes, na manhã da quinta-feira (23), encontrei o local fechado e a entrada ocupada por manifestantes do MNLM (Movimento Nacional de Luta Pela Moradia). Mas não perdi a viagem. O centro da cidade, com seus contrastes e apelos multicores, sempre me exerceu fascínio. Daí que, saindo da Caixa, peguei o rumo do Largo da Carioca, espécie de palco para manifestações as mais diversas — de causas políticas à pregação de evangélicos. E de lá segui, passando pelos prédios da Petrobras e do BNDES, pelo Teatro Nelson Rodrigues e pela Catedral Metropolitana, onde fiquei por alguns minutos observando grupos de turistas que iam e vinham e onde encontrei, desgarrado do seu grupo, o senhor aí da foto.