A um Passo do Estrelato

 

Entre as boas do Festival do Rio

 

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Judith Hill entre Jo Lawry e Lisa Fischer: Carreira solo não é ambição de todas


Muito bem urdido documentário musical. Assisti ontem no Estação Ipanema, em uma sessão onde tudo funcionou. Dirigida por Morgan Neville, a homenagem ao papel das backing vocals dentro da música pop fez sua estreia no Sundance Festival deste ano. Não é de todo surpreendente ver quem são as donas das vozes poderosas por trás de grandes clássicos da história do rock. Contam-se entre elas cantoras do quilate de Merry Clayton, Darlene Love e Tata Vega (que alguns também devem lembrar da trilha sonora de ‘A Cor Púrpura’). Quase doce em seu desencanto, Claudia Lennear é quem, talvez, melhor resuma a importância comumente dada a essas profissionais. “Cantamos os refrãos”, ela diz a certa altura. “Olhando a história da música pop é isso o que as pessoas cantam. Conosco a maior parte do tempo”. Lennear, que hoje se sustenta dando aulas de espanhol, foi backing vocal de Joe Cocker, inspirou canções de David Bowie e dos Rolling Stones e chegou a ser tida como a mais sensual entre as cantoras de apoio do mega cafajeste Ike Turner – numa época em que até Tina Turner não passava de uma “Ikette”. Mas o documentário não deixa de mostrar que os astros, os maiores entre eles, também fazem questão de abrir espaço para momentos solo de suas backing vocals. Sting o fez inúmeras vezes para Lisa Fischer. E os Stones também. Vídeos com a cantora levando Gimme Shelter  surgem aos borbotões na rede. Difícil escolher a mais impressionante performance (aqui, uma das mais conhecidas: http://is.gd/Q3csLo). Parte da mostra “Midnight Music”, do Festival do Rio, o filme tem mais duas exibições programadas. A próxima, amanhã (domingo, 6), às 16h45, no Estação Rio 1.

 

Texto: Adriana Paiva. Foto: Divulgação.

 


Rock in Rio

Recortes de uma outra edição

 

De uma vinda de São Paulo para participar da cobertura jornalística da edição de 2001 do festival

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Sheryl Crow. Coletiva durante RIR 3

Sheryl Crow posa para fotógrafos ao final da coletiva de imprensa que aconteceu no Hotel InterContinental, em São Conrado.

 

Cidade do Rock. Rock in Rio III

Chegando à Cidade do Rock, durante o Rock in Rio 3, em janeiro de 2001.

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Rock in Rio 3 - Janeiro 2001

 Não lembro quem é o esfuziante rapaz, mas o motivo da animação devia estar ali, a metros de nós, no palco da “Tenda Raízes”.

 

Cidade do Rock. O repouso do ambulante

Nas costas do ambulante, os valore$ praticados naquele verão de 2001.

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Rock in Rio 3 - Iron Maiden

Publico esta, mas não poderia me abster de igualmente registrar: não gosto de Iron Maiden. Na verdade, nunca gostei de heavy-metal. Entretanto, ainda sendo muito justa, adorei a experiência de fazer fotos de um show tão bem produzido e cheio de efeitos como o realizado durante o Rock in Rio por Bruce Dickinson e seus companheiros de banda. Eu, que já vinha fotografando espetáculos desde a adolescência, saí dali convicta de que a energia e a presença de palco do pequenino Dickinson são capazes de arrebatar o mais indiferente dos espectadores.

 

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