Sobre o Spotify

…e adesão a outras plataformas

  • Playlists novas e o período em escolhas musicais

Escolhas musicais por Adriana Paiva - Beck Jarvis Cocker

seleção musical por Adriana Paiva - Elvis Costello Marie Modiano Jarvis Cocker

 
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Não sei se mais por desejo de simplificar as coisas ou por pretender alguma originalidade, já que tenho conta em inúmeras redes sociais, acabei adotando assinaturas diferentes em algumas delas: AdriPaiva, no Spotify; Drixpaiva, no Instagram, por exemplo.
Tenho dúvidas, hoje, se essa foi a escolha mais acertada, se eu não deveria ter usado sempre minha assinatura profissional. Lembro que, no Instagram, quando entrei, não havia ninguém usando Adriana Paiva. Mas também preciso admitir que, em abril de 2012, quando abri minha conta, eu não tinha lá um grande apreço pela plataforma – principalmente em função da perda na qualidade das imagens.
Digamos que essa mesma falta de entusiasmo tenha se dado quando entrei no Spotify. Eu via aquilo ali como mais uma opção lúdica, entre as muitas que já me entretinham. Para quem chegou a ser considerada ‘early adopter’ (sim, e fui, de fato), hoje estou inclinada a reconhecer que me faltou visão ao aderir a essas plataformas.

Descoberta curiosa: A pessoa que escolheu Adriana Paiva como nome de usuário no Spotify tem um gosto musical em nada semelhante ao meu.

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Patinetes elétricos na ordem do dia

Adesão maciça, regulamentação a caminho

transportes aplicativos compartilhados Grin Tembici Yellow Uber mulheres líderes políticas política Ipanema Beach Orla carioca 021 cariocas turistas Assembleia Legislativa do Estado do Rio blog da jornalista Adriana Paiva

Ipanema, Posto 8: Trecho de orla onde patinetes da Grin são tão numerosos quanto os da Yellow

Pelo que leio em veículos de imprensa, aqui e ali, a virada de mesa da prefeita de Paris não demorou a reverberar nas bandas de cá.

Na quinta-feira, 6 de junho, Anne Hidalgo anunciou, em uma coletiva de imprensa, medidas que visam ordenar o uso dos patinetes elétricos na capital francesa.
Na ausência de um quadro jurídico claro”, os patinetes na cidade se multiplicaram de “forma anárquica”, comunicava, no Twitter, o perfil da prefeita.  Em Paris, atualmente, 12 empresas operam nesse ramo e há cerca de 20 mil patinetes elétricos em circulação. O temor da prefeita era o de que, sem regras claras, no ano que vem esse número chegasse a 40 mil.
Além de ressaltar o fato de que o patinete elétrico é um modal que contribui para a redução do uso de veículos poluentes, Hidalgo escreveu na mesma rede social: “Não se trata de pregá-lo ao pelourinho. Mas é preciso ordem e regulamentação para garantir a segurança no trânsito e pacificar ruas e calçadas.”

Vamos lá, em caixa alta: SEGURANÇA no trânsito. PACIFICAR ruas e CALÇADAS.

Serei sempre uma ardorosa defensora dos transportes limpos. Mas espero que você que me lê aqui não saiba o que é estar andando tranquilamente pela calçada (lugar, lembremos o óbvio, onde a preferência é do pedestre) e quase ser atropelada por patinetes em alta velocidade. Pois eu sei. Por pouco, não aconteceu comigo. Em Ipanema e no centro da cidade.

fotos VLT patinetes scooters patinete Grin questões urbanas mobilidade urbana Orla Conde Blog da jornalista Adriana Paiva

Praça 15, Centro do Rio: Do meu Instagram

Verifica-se, no caso dos patinetes, algo semelhante ao ocorrido com outras inovações: elas chegam, conquistam hordas de adeptos, e, apenas algum tempo depois, a regulamentação acontece. Mas, também nesse caso, a sociedade começa a fazer pressão para que as regras sejam estabelecidas e de forma clara.

Reportagens veiculadas em abril passado já davam conta de que, no Rio, com o aumento exponencial do número de usuários de patinetes elétricos (a partir do final de 2018), também vinham se multiplicando os registros de acidentes – de atropelamentos de pedestres a colisões com outros veículos.
Por ora, as regras para o uso e trânsito de patinetes na capital fluminense têm caráter provisório e obedecem decreto publicado em 2018. Na ALERJ, entretanto, aumenta a pressão para que a regulamentação não demore mais a sair.

Na capital paulista, depois da decisão polêmica que resultou na retirada das ruas, no final de maio, de mais de 500 patinetes, a Grow, proprietária das marcas Grin e Yellow, anunciou, em 6 de junho, que voltava a operar normalmente, após efetuar o credenciamento da empresa junto à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.
Cabe lembrar: A Grow Mobility Inc. é resultado da fusão, anunciada em janeiro deste ano, da mexicana Grin, maior operadora de patinetes elétricos da América Latina, com a startup brasileira Yellow, que já liderava, por aqui, o negócio de bicicletas compartilhadas sem estação.

Outras cidades brasileiras também vêm discutindo como regular o uso do modal. Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura abriu uma consulta pública para coletar opiniões da população, não apenas acerca do serviço de patinetes compartilhados no esquema ‘dockless’ (sem estação fixa), mas também sobre o de bicicletas (elétricas e convencionais).

GYN Goiânia capital goiana Setor Bueno scooters cidades economia compartilhada veículos compartilhados adrinascidades micro-mobility blog environmentally friendly electric scooters mobility Instagram da jornalista Adriana Paiva

Goiânia, abril de 2019: Operação da Grin, na capital, começou no final de março

 

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Qual o destino?

 

Eis aqui uma força para os seus deslocamentos em SP

 

Aplicativos - Leve-me - Otima aplicativo


Vinha subindo a Abílio Soares em direção à Paulista, quando vi a propaganda do aplicativo em um backlight. Baixei o Leve-me no meu smartphone por pura curiosidade e acabei descobrindo mais utilidade do que imaginara. Soube, mais tarde, que havia sido lançado menos de um mês antes.
Desenvolvido pela Otima, empresa responsável pela instalação e pela gestão publicitária dos abrigos de ônibus da cidade de São Paulo, o app tem como função relacionar as melhores opções de rotas, com base em diversos modais de transporte – do ônibus ao metrô, do táxi à bicicleta.
Uma vez preenchidos os campos ‘Origem’ e ‘Destino’, surgem, pormenorizados, os itinerários possíveis e, de quebra, o valor aproximado, em reais, para que se cumpra o percurso de táxi. Basta, então, escolher entre a rota mais rápida, a mais confortável ou a mais saudável. Eis a funcionalidade do Leve-me que, àquela altura, mais me interessou, já que essa última opção privilegia o deslocamento por meio de bicicleta.
Voltei ao Rio antes de explorar todo o potencial do aplicativo, mas quem estiver em São Paulo e tiver interesse em testá-lo, o download é gratuito e está disponível para os sistemas Android e iOS. Mais informações no site: http://www.leve-me.com/

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Desconectados. Com muito prazer

Matéria de minha autoria. Para a Revista da Cultura

Edição 99 / Outubro de 2015

 

matéria texto escrita por reportagem da jornalista Adriana Paiva matérias jornalismo ilustrações reportagens

Reportagem e texto por Adriana Paiva. Ilustrações de João Montanaro.

Eles ficam tão bem longe de seus telefones celulares e sem internet que é comum serem vistos como excêntricos. Mas, atentos às consequências da hiperconectividade, o que eles buscam é o uso consciente das vantagens do mundo digital.  Para ler a reportagem na íntegra >> clique aqui.

Instagram – Fotodiário

 
Acessório para registros nas cidades

 
Barra da Tijuca

Praia da Barra da Tijuca com feições de antanho: Primeiras inscursões

 

Nunca pensei que me renderia ao Instagram. Considerando-se o fato de que antes de ser jornalista (e quase antropóloga), cheguei a pensar que faria carreira como fotógrafa, é de se esperar que o brinquedinho não entusiasme assim, logo de cara. Para que se entenda, faço um ligeiro retrospecto: fotografo regularmente desde os 17 anos. Ou seja, desde que fiz um curso na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e (por ter passado no vestibular) ganhei de meu pai e de minha avó um laboratório PB e uma câmera Canon semi-profissional. A partir daí e entre uma bolsa do CNPq de pesquisa em antropologia visual e o estágio como fotógrafa em dois jornais, não parei mais de fotografar. Apenas a compreensão de que não quereria fazê-lo profissionalmente é que demorou a acontecer.

Voltando ao Instagram : assumindo-se, de um lado, o que há de diletante no uso de uma câmera de celular e, de outro, enxergando-se seu valor como ferramenta cheia de limitações, a pergunta que se coloca é: por que não ?
Assim, a partir de agora, usarei o aplicativo como acessório adicional ao que aqui já funciona como um “diário fotográfico”. Para quem pretenda me seguir também por lá minha ID é @ drixpaiva.

 

+ Instagramadas

 

graffiti em Ipanema by Marcelo Ment e cia.

Grafite na Farme de Amoedo: Arte por Marcelo Ment, Ottis, entre outros.

Praia do Pepe - Barra

Na Praia do Pepê, aproveitando breve aparição do sol.

Praia da Barra - Outono 2012
A luz vespertina dos dias outonais é ótima, a propósito, para explorar texturas.

Sábado no Leblon Botafogo

Na Delfim Moreira, celular em punho: Ousando aproximações.


Fotos por Adriana Paiva ©

 

 

À procura de uma agenda

Outra missão hercúlea

 

Livraria da Travessa

Livraria da Travessa no Barra Shopping: Véspera do réveillon

Por poucos, raros motivos, abdico de minha tranquilidade para enfrentar uma ida ao quase sempre cheio e tumultuado Barra Shopping. Se, normalmente, essa é tarefa que me soa hercúlea, que dirá em véspera de réveillon. Pois foi justamente o que fiz à iminência da virada para 2012. E por uma daquelas raras razões especiais: a Livraria da Travessa. Mas não fui lá, como de costume, em busca de lançamentos literários e sim decidida a encontrar uma agenda com a qual me identificasse.

Na véspera do Natal, havia procurado em filiais de Cantão, Colcci, Ellus e Osklen, na Barra e no Rio Sul  e…nada ! Várias das grifes que, habitualmente, lançavam suas agendas perto das comemorações de final de ano, neste 2011 não o fizeram. Sinal dos tempos ? Estarão as pessoas preferindo organizar seus dias em iPads, smartphones, netbooks? Eu não. Embora até tenha tentado, continuo a preferir os velhos e bons caderninhos, divididos por datas/horários — e, de preferência, com algo belo entremeado às informações essenciais.

Enfim, mas na minha ida à Travessa, igualmente, certa decepção. A gôndola reservada às agendas já estava um tanto reduzida quando resolvi vasculhá-la entre Keith Harings e Man Rays. Ao final e ao cabo, saí de lá sem uma agenda para pautar-me no novo ano.

Em tempo: Um excepcional 2012 aos que por aqui venham desaguar !