Brasília carnavalesca

 

Mais uma dos arquivos

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Pacotão chega à W3 Sul

Why so serious? :  Bsb 90’s

 

De um Carnaval em que fui atrás do Pacotão, bloco fundado por jornalistas e um dos mais tradicionais de Brasília. A concentração acontecia em frente ao Bar do Chorão, próximo à quadra onde eu morava, na época.
No momento em que fiz a foto, devíamos estar nos aproximando do final do percurso, na W3 Sul. Creio que o ano era 1993.

 

Foto por Adriana Paiva © 

 

Aproximações marítmas

 

Janeiro de 2015

 

Via Instagram

 

Pão de Açúcar visto da Ilha de Villegagnon

Meio que sem querer, colecionando ângulos da Baía de Guanabara.
Aí, a caminho da Escola Naval, na Ilha de Villegagnon.

Baía de Guanabara - Ilha Fiscal

…Por um atalho pego equivocadamente, na saída do Aeroporto Santos Dumont, fomos parar aí, à beira da Baía de Guanabara, de onde se divisam a Ilha Fiscal e a Ponte Rio-Niterói.

Enseada de Botafogo

Enseada de Botafogo. A caminho do Santos Dumont.

Centro do Rio

Caminhamos sem pressa | Ipanema, Posto 8.

Barra, Posto 5

Praia da Barra da Tijuca, Posto 5.

 

 

Fotos por Adriana Paiva © 

Leitura em trânsito

 

#Tem mais gente lendo

 

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Do Metrô de SP: Para o Instagram

Gosto muito dessa série de flagrantes colhidos pelo jornalista Sergio Miguez, no Metrô de São Paulo. Frequentemente, penso nela quando ando de Metrô, aqui, no Rio. Entre estações do Centro, Botafogo e Ipanema, por onde mais circulo, é muito raro que eu veja pessoas lendo outra coisa que não as telas de seus celulares. Por que, nessas circunstâncias em especial, os paulistanos dedicam seu tempo ocioso à leitura de livros, mais do que o fazem os cariocas, é algo que há muito tempo me intriga.

Dos arquivos

 

Especial Arrumações de final de ano

Leituras dominicais d’antanho

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As Cobras LFV no JB

As Cobras: Luís Fernando Veríssimo para revista do JB


Eis que relembro da colecionadora contumaz que um dia fui. Fui, pretérito a fórceps, graças ao inevitável aprendizado de perdas, entre uma mudança e outra. Enfim, mas gostei muito de encontrar, em meio a dezenas de pastas, a minha pequena coleção de tirinhas “As Cobras”.
Em uma das fases em que morei em Brasília e vinha ao Rio passar férias na casa de meus avós, a revista Domingo, do Jornal do Brasil, esteve entre as publicações que eu mais ansiosamente aguardava. Quase tão esperadas quanto eram as tirinhas do Veríssimo, que eu cuidadosamente recortava (em geral, datando-as) e acondicionava em pastas. Já a minha coleção de programas e cartazes de teatro…não tenho a mais vaga ideia em qual mudança de casa/cidade eu a perdi.

 

Brasília em preto e branco

 

Via Instagram

 

Centro do Plano Piloto

Plataforma Rodoviária, o centro do Plano Piloto, e seus múltiplos apelos visuais. Lembro que meu primeiríssimo ensaio para uma disciplina de fotografia, na UnB, saiu desse pedaço da cidade. Tendo morado em duas quadras da Asa Norte (102 e 103) e em outras duas, na Asa Sul (112 e 209), fato é que quase nunca passei por aí indiferente ao que ocorria no entorno… #bsbnotas.

Museu Honestino Guimarães

E há essa Brasília que sempre me surpreende. Registro de viagem feita em 2011.

Museu Nacional

Para fechar mais uma série #bsbnotas. Supremo Tribunal Federal. Diante do prédio projetado por Oscar Niemeyer, “A Justiça”, escultura em granito de Alfredo Ceschiatti.

 

Fotos por Adriana Paiva © 

Encontro com o poeta

 

Postado, originalmente, no Instagram

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Manoel de Barros : Conversa com futuras jornalistas

Campo Grande (MS). Maio de 1992. De uma tarde na casa de Manoel de Barros, em companhia de amigas – estudantes de jornalismo, como também eu àquela altura. A qualidade da foto original é sofrível. Os negativos e as ampliações das outras imagens que registrei na ocasião, lamentavelmente, perderam-se em uma de minhas muitas mudanças. Guardo este registro, entretanto, como uma vívida lembrança de horas de animada conversa com o poeta.

Memória expandida

 

Na edição de novembro da Revista da Cultura

Artistas e coletivos de fotógrafos encontram na passagem do tempo matéria e desafio para a criação de projetos que extrapolam os suportes tradicionais e, não raro, vão parar nas ruas

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Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker

Foto do projeto O Olhar no Tempo, de Usha Velasco

 

De Brasília e de Belo Horizonte, mas com atuação também fora de suas cidades de origem (e, inclusive, do país), esses grupos de artistas e fotógrafos têm em comum o fato de encontrarem na passagem do tempo matéria para a criação. Seja pelo resgate da história dos indivíduos retratados, seja pelo uso de métodos próprios da arqueologia ou mesmo enquanto desafio para continuar produzindo coletivamente. Outra linha costura o trabalho de todos: vai longe a época em que eles libertaram a fotografia dos suportes convencionais, levando-a para fora das galerias, e, amiúde, imbricada com outras linguagens.. Para ler a matéria na íntegra, >> clique aqui.

Da série: Revirando as gavetas

 

Um alemão na Praça dos Três Poderes

Postado, originalmente, no Facebook

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Kurt Buchwald:  Sob lentes de fotógrafos de Brasília e olhares de passantes

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Ao fundo, professor e alunos durante intervenção “Proibido fotografar”

O fotógrafo alemão Kurt Buchwald, figura curiosíssima que conheci quando fiz o workshop que ele foi ministrar na Fundação Athos Bulcão, em Brasília, a convite do Instituto Goethe. Aí, na Praça dos Três Poderes, posando para repórteres do Correio Braziliense e do Jornal de Brasília. Estávamos em 1995. Mas a julgar pela cintura alta das calças, poderia-se facilmente afirmar que o registro é de alguns anos antes.

Outro dado curioso sobre esse workshop é que todas as fotos que fizemos em aula foram reveladas e ampliadas no laboratório do falecido U.Dettmar (perto de minha casa, na época), fotógrafo com grande experiência de cobertura dos meandros políticos de Brasília.

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Rio em preto e branco – Ed. II

 

Via Instagram

Recortes de setembro e outubro

Praia do Pepê - Barra da Tijuca

Amanhecer na Praia do Pepê.

Praia da Barra - Posto 5

Centro Cultural Banco do Brasil.

Theatro Municipal

Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Centro do Rio

De turistas e de transeuntes. A caminho do Paço Imperial.

Copa - Posto6

De quando se tem tempo para os prazeres da contemplação. Ou: A ensimesmada do Posto 6.

Fotos por Adriana Paiva © 

Saudade das correspondências manuscritas

 

Lembranças de amigos que fiz país afora

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De Belém. Pelos Correios

De Belém para Brasília. Pelos Correios.


Encontrei, há algum tempo, em meio à minha papelada afetiva e achei que fazia sentido escanear. Carta e cartão postal vindos de Belém, em dois momentos daquele 1987, ano em que eu voltava a morar em Brasília.
No cartão, os dizeres: “Ainda não houve tempo para ver a exposição, mas são eles a expressão atual da fotografia paraense.” Impressos os nomes : Abdias Pinheiro, Ana Catarina, Elza Lima, Jorane Castro, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Octávio Cardoso, Patrick Pardini, Paulo Ribeiro, Rosário Lima.
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Sobre o cinza dos dias

 

De uma escala no Instagram

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Praia da Barra - Posto 8 - HBO

Barra da Tijuca, Posto 8.


Eu e minha família deixamos o Rio em 1985 e fomos morar em Belém. Entre aquela mudança e as muitas escalas que a ela se seguiram (de Campo Grande a Brasília, passando por Olinda e SP), até minha volta a terras cariocas, em 2008, já tive tempo suficiente para ver sedimentada uma certeza: o cinza daquelas plagas não me afeta como o de cá. Com que força detesto esses dias mormacentos que abrem a primavera e se impõem sobre outubro.
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Rio em preto e branco

 

Via Instagram

 

Recortes de julho a setembro

 

Cidade das Artes - Barra da Tijuca

Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.

 

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Praia da Barra - Posto 5

Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.

 

Barra - Posto 4

Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

Centro do Rio

Esquina da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Registro de setembro.

Inspirados por Nise da Silveira

Revista da Cultura. Edição 86. Setembro de 2014

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Fotos por Bruno Veiga

Reginaldo Terra, um dos atores do Teatro de DyoNises. Foto: Bruno Veiga

 

Especial sobre Educação da Revista da Cultura deste mês vem com reportagem de minha autoria: Bravos discípulos – Dentro de instituição fundada há 103 anos, na zona norte do Rio, museu e série de projetos inovadores mantêm vivo o legado da psiquiatra Nise da Silveira. Para ler >> clique aqui.

Brincando com o PicsArt

            

Registros por aí e por aqui

Dois momentos no CCBB do Rio

 

Call me Helium

Final de junho: Público em fila para ver a mostra Salvador Dali

 

Praia de Copacabana

Maio: Visões na coleção Ludwig

 

Da varanda e pela minha vizinhança…

 

Novo Leblon

Lá embaixo, o dia ensolarado que chama

 
 

Novo Leblon

De explorações felinas

Sobre intervenções artísticas

 

Com a deixa de um especial de aniversário

 

Gostei de abrir o jornal, hoje, e constatar que algumas das imagens que ilustram especial de 10 anos da Revista O Globo trazem interferências do designer gráfico Lucas Levitan (aqui, a reportagem: http://glo.bo/1lMFJXk). Eu já conhecia seu trabalho do Instagram. Publicitário de formação e artista por paixão, como ele também gosta de se apresentar, o gaúcho toca por lá o projeto Photo Invasion. Tempos atrás, ele invadiu minha galeria e assim modificou uma foto que fiz a caminho do Teatro Nacional, em Brasília:

 

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Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker

Foto: Adriana Paiva | Arte: Lucas Levitan

 

Lentes de contato, um desafio quase diário

 

Post via Facebook

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Lentes de contato - Receitas

Medidas prescritas para minhas lentes de contato. No alto, em março de 2014; embaixo, em julho de 2007

Quando uma operação trivial como colocar um par de lentes de contato nos olhos chega às raias do suplicio. Uso lentes desde a adolescência e sempre preferi as gelatinosas pela razão óbvia de serem mais confortáveis. Dentro dos olhos elas são o que têm de ser: translúcidas, comportadíssimas, umas graças. Mas antes de entrar ali…nem sempre. Nos dias em que se tem mais pressa, por exemplo, elas podem calhar de dobrar ao meio, em quatro, se dependurar nos cílios ou, simplesmente, capotar pia abaixo. Agora, imagine se a pessoa tem surreais 19 graus de miopia no olho esquerdo e, para piorar só um pouquinho, também é destra. Por essas e por outras é que continuo preferindo sair de casa com lente apenas no olho direito, que tem pouco mais de 6 graus e é, afinal, a visão com a qual posso contar.
Já que amplifiquei o desabafo: quando meu olho fica irritado, após seguidas tentativas frustradas de colocar-lhe a lente, nenhuma solução tem sido tão eficiente e curativa quanto uma ou duas gotas de colírio Acular.
E outra: recentemente, troquei o OptiFree pelo Renu e estou muito mais satisfeita com a limpeza e conservação de minhas lentes.

 

Inspiração Kodak

 

Como se folheasse álbuns da minha infância

 

Poderia ser a Barra da Tijuca de algumas décadas atrás, mas é a minha vizinhança como a vejo da varanda daqui de casa. Brincando com o PicsArt

 

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Novo Leblon

 

Novo Leblon

 

Novo Leblon

 

Fotos por Adriana Paiva ©

 

 

Thaís Gulin : Entre o ninho e a estrada

 

Revista da Cultura. Edição 84. Julho de 2014

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Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker

Fotos: Luciana Whitaker

 

Entrevistei a cantora Thaís Gulin para a edição de julho da Revista da Cultura. Entre um show e outro, a curitibana tenta concentrar energias na criação de canções de seu próximo disco. O álbum já tem alguns parceiros confirmados e a provável participação do músico Jorge Mautner, com quem a cantora volta a dividir palco em apresentações na Caixa Cultural Brasília, nos dias 24 e 25/7. Para ler a matéria na íntegra, >>clique aqui.

 

 

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