Aqui e ali

 

Publicações Julho/Agosto

Via Flickr e Instagram

Museu do Louvre - Paris

Do Flickr:  Sessão fotográfica com ares de editorial de moda.
Pavilhão Colbert, Museu do Louvre.

Praia Vermelha - Urca

Do Instagram: Irmã e sobrinha nos últimos dias de férias em plagas cariocas e a vontade era matar saudades da Urca, bairro onde elas também moraram. Já os tão acalentados planos de subida ao Pão de Açúcar, dessa vez, não poderão ser satisfeitos. Ao contrário do que insinuava-se hoje cedo, com um sol que até prometia praia, o tempo voltou a fechar no início da tarde… #invernocarioca.

Bicicletas, ciclistas e ciclovias

 

Capítulo: Europa 2015

Mais uma série nascida no Instagram

Le Pont Royal - Paris

De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.

 

Paris

Atravessando a Pont Royal.

 

Amsterdam Centraal

Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.

 

Le Pont Royal - Paris

Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

Rijksmuseum
E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.

 

Enseada de Botafogo

Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.

 

Centro do Rio

Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.

 

Barra, Posto 5

Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.

 

Barra, Posto 5

Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.

 

 

 

O que restou do Flickr ?

 

Reflexões que vêm daqui

 

Em meio à clara deterioração do aspecto social do site de compartilhamento de imagens

Flickr Adriana Paiva

 

Que terra inóspita virou o Flickr. Renovei minha conta PRO apenas para não ter qualquer preocupação sobre a quantidade de fotos que me aprouvesse publicar ali – embora nem precisasse, dado o espaço (surreal) de 1 TB a que qualquer usuário tem direito. Já sinto que joguei dinheiro fora. Sensação que se adensou, dia desses, depois que, sob uma foto que publiquei, outro usuário deixou um extenso e confuso texto de cunho alarmista. Primeiro, advertindo-me a assinar minhas próprias fotos (algo que, invariavelmente, faço). Depois, pretendendo me informar que as mesmas poderiam ser utilizadas para a criação de “perfis fake” e dando a entender que eu já teria sido vítima de um desses golpes. Escrevi-lhe, inbox, pedindo para que fosse mais específico e ele não respondeu. Atitude que só fez aumentar minhas suspeitas sobre suas reais intenções ao deixar, em minha página, um comentário enorme, repleto de links, e naquele tom paternalista-mandão – comentário esse, devidamente removido.

Lembrava, vagamente, do nome do autor da pichação histérica, de uma época em que fui mais assídua no site, e resolvi saber algo mais sobre essa figura que age como se fosse o secretário geral de segurança do Flickr. Descobri que é contador de profissão e que “administra” diversos grupos com temas relacionados ao Rio de Janeiro. Grupos, aliás, que ele toca como se fossem feudos e com aquela ilusão de poder típica dos coronéis do cotidiano: se não acatam as minhas regras, docilmente, e não rendem loas às minhas fotos, neste grupo, suas imagens não entram ! Postura, afinal, congruente com a de um sujeito que, no texto introdutório de seu perfil, usa citações de Cartier-Bresson e do Papa Francisco e, não sendo bastante a presunção, ainda orienta seus contatos a, quando deixarem comentários em suas fotos, a fazerem o favor de não recorrerem a clichês.

Nas minhas lembranças de habitué antiga do site, lá pelos idos de 2006, havia bem menos egolatria e muito mais cordialidade do que tenho visto agora.

 

 

Primavera entre Haia e Paris

 

Via Instagram

 

Recortes de um diário visual

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Na volta à casa de nossos anfitriões, em Haia, a espera pelo trem que nos levaria a Rotterdam… #Thalys #garedunord.

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A caminho do d’Orsay…

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Na ida para Paris, a escala em Bruxelas. Desembarcamos uns cinco minutos antes do que registra o relógio da plataforma. E seguimos viagem, conforme previsto, às 10:13. Pontualidade que não se repetiu no trajeto inverso…#BruxellesMidi #Thalys.

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Dia do Rei. Centro histórico de Haia (27/4) … #koningsdag2015 #denhaag #nederland.

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Domingo em Delft. As senhorinhas não demoraram a embarcar na proposta de um aquecimento para o “Dia do Rei”, comemorado amanhã (27), feriado nacional na Holanda…#koningsdag2015.

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Sábado à tarde, em Rotterdam, na entrada do Markthal.

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Chegando ao Rijksmuseum para ver “Late Rembrandt”. Sexta-feira (24).

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“Anton Corbijn – Hollands Deep”, no Gemeentemuseum. Haia, 23/5.

Holland Pass. Clique sobre a imagem para ampliá-la

Holland Pass em mãos, a única dúvida é saber por onde iniciaremos nossa maratona de visitas a museus.

Fotos por Adriana Paiva ©

Notas europeias

 

Imersão holandesa

No trem, a caminho de Amsterdã

De Haia a Amsterdam

De Haia a Amsterdam. Por Adriana Paiva

Paisagens e estações: Leiden, no trajeto entre Haia e nosso destino final


Quando não vamos a outras cidades vizinhas, deslocamo-nos por Haia e Amsterdã, basicamente, como o fazem nossos queridos anfitriões paulistanos (morando aqui pela segunda vez): de trem, de bonde ou de ônibus. E quão prazeroso tem sido mergulhar assim no cotidiano dos holandeses. Aí, no início da tarde de ontem, dentro do trem, a caminho da estação “Amsterdam Central”. Já, hoje, com a chuva voltando a cair, outras possibilidades se delineiam.

 

Fotos por Adriana Paiva © 

 

Temporada em São Paulo II

 

Março 2015 * Recortes

 

 

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Estação Trianon-MASP, às 13:16 de uma quarta-feira. Momento raro de poucos usuários na plataforma.

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Aeroporto de Congonhas.

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Em uma esquina qualquer da Avenida Paulista.

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A caminho do Itaú Cultural, para ver a Ocupação Hilda Hilst, esbarrei nos músicos canadenses do Street Meat. Ali mesmo, fiquei sabendo que eles fariam show no Epicentro Cultural.

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De frente com Hilda e alguns de seus mais queridos. Ocupação Hilda Hilst no Itaú Cultural. Até 21 de abril.

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Beco do Batman. Personagens concebidos pelo grafiteiro Presto em mural que também traz interferências dos artistas Binho Ribeiro, Ciro Schu, Feik, Highraff, Marcelo Eco e Snek.

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Ah, as ciclovias de SP, essas incompreendidas. Ainda que mal traçadas ou feitas a toque de caixa, sejamos justos, antes elas a nenhuma. Fotografei as placas ao lado da ciclovia da Vila Madalena, na altura da movimentada esquina das ruas Dr. Virgilio Carvalho Pinto com Artur de Azevedo.

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Juliano Salgado chegou cedo à Reserva Cultural. “O Sal da Terra”, documentário que codirigiu com Wim Wenders, foi um dos destaques da IV Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e abriu o evento em sessão especial para convidados.

 

Brasília carnavalesca

 

Mais uma dos arquivos

Pacotão chega à W3 Sul

Why so serious? :  Bsb 90’s

De um Carnaval em que fui atrás do Pacotão, bloco fundado por jornalistas e um dos mais tradicionais de Brasília. A concentração acontecia em frente ao Bar do Chorão, próximo à quadra onde eu morava, na época.
No momento em que fiz a foto, devíamos estar nos aproximando do final do percurso, na W3 Sul. Creio que o ano era 1993.

Foto por Adriana Paiva © 

Aproximações marítmas

 

Janeiro de 2015

Via Instagram

Pão de Açúcar visto da Ilha de Villegagnon

Meio que sem querer, colecionando ângulos da Baía de Guanabara.
Aí, a caminho da Escola Naval, na Ilha de Villegagnon.

Baía de Guanabara - Ilha Fiscal

…Por um atalho pego equivocadamente, na saída do Aeroporto Santos Dumont, fomos parar aí, à beira da Baía de Guanabara, de onde se divisam a Ilha Fiscal e a Ponte Rio-Niterói.

Enseada de Botafogo

Enseada de Botafogo. A caminho do Santos Dumont.

Centro do Rio

Caminhamos sem pressa | Ipanema, Posto 8.

Barra, Posto 5

Praia da Barra da Tijuca, Posto 5.

 

Fotos por Adriana Paiva © 

Leitura em trânsito

 

#Tem mais gente lendo

 

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Do Metrô de SP: Para o Instagram

Gosto muito dessa série de flagrantes colhidos pelo jornalista Sergio Miguez, no Metrô de São Paulo. Frequentemente, penso nela quando ando de Metrô, aqui, no Rio. Entre estações do Centro, Botafogo e Ipanema, por onde mais circulo, é muito raro que eu veja pessoas lendo outra coisa que não as telas de seus celulares. Por que, nessas circunstâncias em especial, os paulistanos dedicam seu tempo ocioso à leitura de livros, mais do que o fazem os cariocas, é algo que há muito tempo me intriga.

Dos arquivos

 

Especial Arrumações de final de ano

Leituras dominicais d’antanho

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As Cobras LFV no JB

As Cobras: Luís Fernando Veríssimo para revista do JB


Eis que relembro da colecionadora contumaz que um dia fui. Fui, pretérito a fórceps, graças ao inevitável aprendizado de perdas, entre uma mudança e outra. Enfim, mas gostei muito de encontrar, em meio a dezenas de pastas, a minha pequena coleção de tirinhas “As Cobras”.
Em uma das fases em que morei em Brasília e vinha ao Rio passar férias na casa de meus avós, a revista Domingo, do Jornal do Brasil, esteve entre as publicações que eu mais ansiosamente aguardava. Quase tão esperadas quanto eram as tirinhas do Veríssimo, que eu cuidadosamente recortava (em geral, datando-as) e acondicionava em pastas. Já a minha coleção de programas e cartazes de teatro…não tenho a mais vaga ideia em qual mudança de casa/cidade eu a perdi.

 

Brasília em preto e branco

 

Via Instagram

Centro do Plano Piloto

Plataforma Rodoviária, o centro do Plano Piloto, e seus múltiplos apelos visuais. Lembro que meu primeiríssimo ensaio para uma disciplina de fotografia, na UnB, saiu desse pedaço da cidade. Tendo morado em duas quadras da Asa Norte (102 e 103) e em outras duas, na Asa Sul (112 e 209), fato é que quase nunca passei por aí indiferente ao que ocorria no entorno… #bsbnotas.

Museu Honestino Guimarães

E há essa Brasília que sempre me surpreende. Registro de viagem feita em 2011.

Museu Nacional

Para fechar mais uma série #bsbnotas. Supremo Tribunal Federal. Diante do prédio projetado por Oscar Niemeyer, “A Justiça”, escultura em granito de Alfredo Ceschiatti.

Fotos por Adriana Paiva © 

Encontro com o poeta

 

Postado, originalmente, no Instagram

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Manoel de Barros : Conversa com futuras jornalistas

Campo Grande (MS). Maio de 1992. De uma tarde na casa de Manoel de Barros, em companhia de amigas – estudantes de jornalismo, como também eu àquela altura. A qualidade da foto original é sofrível. Os negativos e as ampliações das outras imagens que registrei na ocasião, lamentavelmente, perderam-se em uma de minhas muitas mudanças. Guardo este registro, entretanto, como uma vívida lembrança de horas de animada conversa com o poeta.

 

Memória expandida

 

Na edição de novembro da Revista da Cultura

Artistas e coletivos de fotógrafos encontram na passagem do tempo matéria e desafio para a criação de projetos que extrapolam os suportes tradicionais e, não raro, vão parar nas ruas

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Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker

Foto do projeto O Olhar no Tempo, de Usha Velasco

 

De Brasília e de Belo Horizonte, mas com atuação também fora de suas cidades de origem (e, inclusive, do país), esses grupos de artistas e fotógrafos têm em comum o fato de encontrarem na passagem do tempo matéria para a criação. Seja pelo resgate da história dos indivíduos retratados, seja pelo uso de métodos próprios da arqueologia ou mesmo enquanto desafio para continuar produzindo coletivamente. Outra linha costura o trabalho de todos: vai longe a época em que eles libertaram a fotografia dos suportes convencionais, levando-a para fora das galerias, e, amiúde, imbricada com outras linguagens.. Para ler a matéria na íntegra, >> clique aqui.

Da série: Revirando as gavetas

 

Um alemão na Praça dos Três Poderes

 

Postado, originalmente, no Facebook

 

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Kurt Buchwald:  Sob lentes de fotógrafos de Brasília e olhares de passantes

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Ao fundo, professor e alunos durante intervenção “Proibido fotografar”

O fotógrafo alemão Kurt Buchwald, figura curiosíssima que conheci quando fiz o workshop que ele foi ministrar na Fundação Athos Bulcão, em Brasília, a convite do Instituto Goethe. Aí, na Praça dos Três Poderes, posando para repórteres do Correio Braziliense e do Jornal de Brasília. Estávamos em 1995. Mas a julgar pela cintura alta das calças, poderia-se facilmente afirmar que o registro é de alguns anos antes.

Outro dado curioso sobre esse workshop é que todas as fotos que fizemos em aula foram reveladas e ampliadas no laboratório do falecido U.Dettmar (perto de minha casa, na época), fotógrafo com grande experiência de cobertura dos meandros políticos de Brasília.

Saudade das correspondências manuscritas

 

Lembranças de amigos que fiz país afora

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De Belém. Pelos Correios

De Belém para Brasília. Pelos Correios.


Encontrei, há algum tempo, em meio à minha papelada afetiva e achei que fazia sentido escanear. Carta e cartão postal vindos de Belém, em dois momentos daquele 1987, ano em que eu voltava a morar em Brasília.
No cartão, os dizeres: “Ainda não houve tempo para ver a exposição, mas são eles a expressão atual da fotografia paraense.” Impressos os nomes : Abdias Pinheiro, Ana Catarina, Elza Lima, Jorane Castro, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Octávio Cardoso, Patrick Pardini, Paulo Ribeiro, Rosário Lima.

 

Sobre o cinza dos dias

 

De uma escala no Instagram

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Praia da Barra - Posto 8 - HBO

Barra da Tijuca, Posto 8.


Eu e minha família deixamos o Rio em 1985 e fomos morar em Belém. Entre aquela mudança e as muitas escalas que a ela se seguiram (de Campo Grande a Brasília, passando por Olinda e SP), até minha volta a terras cariocas, em 2008, já tive tempo suficiente para ver sedimentada uma certeza: o cinza daquelas plagas não me afeta como o de cá. Com que força detesto esses dias mormacentos que abrem a primavera e se impõem sobre outubro.
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Rio em preto e branco

 

Via Instagram

 

Recortes de julho a setembro

 

Cidade das Artes - Barra da Tijuca

Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.

 

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Praia da Barra - Posto 5

Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.

 

Barra - Posto 4

Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

Centro do Rio

Esquina da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Registro de setembro.